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Brasil

2020 | Brasil ultrapassará EUA como maior produtor de soja

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O Brasil deve se tornar o principal produtor mundial de soja, ultrapassando os Estados Unidos, de acordo com um relatório da Rede Global de Informações Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Durante a temporada 2019/2020, a previsão de área plantada de soja no Brasil é revisada em até 36,8 milhões de hectares.

No entanto, o relatório disse que há muita incerteza quanto à demanda chinesa devido ao surto generalizado de febre suína africana (PSF), que reduziu o rebanho suíno da China e diminui suas necessidades alimentares. “Além disso, os produtores estão seguindo profundamente a trégua comercial emergente entre os EUA e a China.

Eles estão cientes de que um acordo comercial entre Washington e Pequim quase certamente diminuirá as exportações brasileiras e exercerá pressão descendente sobre os preços da soja no Brasil”, indica o texto.

Nesse cenário, o texto prevê que a safra de soja 2019/2020 do Brasil seja uma safra recorde de 123,5 milhões de toneladas em comparação com o recorde anterior na temporada 2017/2018 de 122 milhões de toneladas. Em comparação, a Estimativa Mundial da Oferta e Demanda Agrícola (WASDE), emitida pelo USDA, espera que a colheita de soja nos EUA seja inferior a 100 milhões de toneladas em 2019/2020, uma queda de 20% em relação à temporada anterior.

O mau tempo afetou negativamente a safra de soja dos EUA, tanto na área plantada quanto na produtividade. No ano de 2019-2020, o Brasil prevê exportar 75 milhões de toneladas de soja, mas o relatório espera uma redução na demanda da China devido ao surto de ASF e um possível acordo comercial entre os Estados Unidos e a China.

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Brasil

ESTADO MAIOR | Bolsonaro perde força, General Braga Netto assume Brasil em acordo com militares

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Acordo das Forças Armadas coloca Braga Neto como “presidente operacional”

A deliberação dos militares já teria sido comunicada, “com os devidos cuidados”, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes, diz o site. “Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil.

O óbvio aconteceu. Oficialmente o general de Exército Braga Neto assumiu o comando do governo Bolsonaro em um cargo que os meios militares estão chamando de Estado-Maior do Planalto.

Segundo o site DefesaNet, porta-voz oficioso do meio militar, não foi uma simples indicação de Bolsonaro, mas resultado de reuniões complexas, um acordo “por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio Bolsonaro.

Segundo o site, ”sua “missão” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro”.

Não apenas isso.
“Ocorre após uma semana em que proliferavam ataques e notícias falsas, incluindo de setoristas que cobrem as Forças Armadas, em Brasília, com notícias delirantes sobre crítica dos militares ao governo.
A imprensa ansiosa por uma crise institucional, junto às oligarquias estaduais, mais a oligarquia do Congresso, não é apoiada pelos empresários e especialmente pelo sistema financeiro.
Este brincou no início da crise especulando contra o Real e na Bolsa, porém agora percebe que o risco de um possível crash bancário, pela TOTAL insolvência dos clientes, não pode ser descartado”.

Segundo o site, a frase do Comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, de que “talvez seja a missão mais importante da nossa geração”, foi traduzida como a luta contra o COVID-19. “Para os mais atinados, a mensagem foi clara”. Outro sinal, segundo o site, foi a Ordem do Dia alusiva a 31 de março, assinada pelos Ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e os três comandantes militares.

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Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

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