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A segunda onda de covid-19 chegou no Brasil? O que diz o presidente

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Países de todo mundo, em especial na Europa, se preparam para a segunda onda da pandemia do coronavírus. Aqui no Brasil, no entanto, governantes de todas as esferas se dizem tranquilos com a situação “estável” até o momento de “ondas” no país.

Durante uma pandemia como a do coronavírus, gráficos de análises crescem e atingem picos que são caracterizados por um grande número de casos de pessoas infectadas e de óbitos.

Esses picos das pandemias são momentos mais críticos e o rápido crescimento nos casos de doenças provoca o esgotamento dos leitos hospitalares e os recursos se tornam escassos. Esse cenário é conhecido como onda.

A segunda onda no Brasil

O Brasil, segundo país com mais mortes pelo novo coronavírus, registra um aumento das hospitalizações que desperta o temor de uma segunda onda da pandemia como a que castiga a Europa e os Estados Unidos.

A média de óbitos, que tinha superado os mil por dia entre junho e agosto, caiu abaixo de 350 no começo de novembro neste país de 211,8 milhões de habitantes, onde a doença já deixou 166.699.000 mortos. Mas já na segunda quinzena do mês, tem superado as 500 mortes diárias.

O estado de São Paulo, o mais populoso e o que tem o maior número de casos e óbitos, teve na segunda semana de novembro uma alta de 18% nas internações.

O aumento recente de internações foi reportado sobretudo em hospitais privados e na população mais jovem, de classes média e alta.

Sidney Klajner, presidente do hospital Albert Einstein de São Paulo, um dos de maior prestígio do país, diz ainda achar “prematuro” falar sobre uma tendência de crescimento” que configure uma segunda onda.

Mas Domingos Alves, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e chefe do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da USP, se mostra menos otimista: “Já estamos na segunda onda”, avalia.

O especialista chama atenção para o aumento recente da taxa de reprodução do vírus, ou seja, do número de contágios por cada infectado. Uma taxa superior a 1 é considerada preocupante.

O que Bolsonaro diz sobre segunda onda?

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) minimizou a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19 no Brasil ao comentá-la pela primeira vez no dia 13 de novembro, uma sexta-feira.

“E agora tem essa conversinha de segunda onda”, disse ele, que ainda completou: “Tem que enfrentar se tiver [segunda onda] porque, se quebrar de vez a economia, seremos um país de miseráveis”.

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Alexandre de Moraes segue Gilmar e Toffoli e vota para liberar reeleição de Alcolumbre e de Rodrigo Maia

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Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentaram nesta sexta-feira votos que autorizam a reeleição dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O relator do caso, Gilmar Mendes, defendeu que só poderá haver reeleição para o comando das duas Casas apenas uma vez – mas que a regra passe a ser aplicada a partir da próxima legislatura.  Os votos de Gilmar e Toffoli foram apresentados de madrugada. Alexandre votou na manhã desta sexta.

O ministro escreveu que “o limite de uma única reeleição ou recondução deve orientar a formação das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a partir da próxima legislatura, resguardando-se, para aquela que se encontra em curso, a possibilidade de reeleição ou recondução, inclusive para o mesmo cargo”.

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Protegido: Para conter avanço da Covid, governo de Minas Gerais proíbe abertura de bares, fecha Savassi e vida noturna na capital

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