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Brasil

Aluna brasileira cria embalagem biodegradável para substituir isopor

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Ser jovem e ter vontade de deixar sua contribuição na construção de um mundo melhor: foi com este espírito de fazer bem à Terra que uma jovem curitibana criou embalagens biodegradáveis que podem substituir o famoso, e poluente, isopor.

Material super comum, um dos mais usados em embalagens – dos alimentos aos eletrônicos – o isopor, ou poliestireno, apesar de ser 100% reciclável pode demorar de 100 a 300 anos para se decompor se não for descartado de maneira correta, indo parar nas águas e prejudicando a vida selvagem.

O problema da reciclagem do isopor, além da falta de informação, pois muitos acreditam não ser reciclável e não o separam, é que o material requer uma máquina especial para o reciclo, e que poucas cidades no Brasil a possuem.

Depois de ter refletido sobre estes fatos, Sayuri Magnabosco, de apenas 16 anos, teve a brilhante ideia de substituir o isopor por bagaço de cana de açúcar, para fazer um material que pode se decompor em apenas um mês.

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As primeiras bandejas de bagaço foram feitas em casa de modo amador mas engenhoso, simplesmente misturando o bagaço da cana com farinha de trigo e água, para depois dar finalmente a forma desejada à massa.

Depois, as peças foram colocadas para secar até atingir a consistência adequada.

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Brasil

2020 | Brasil ultrapassará EUA como maior produtor de soja

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O Brasil deve se tornar o principal produtor mundial de soja, ultrapassando os Estados Unidos, de acordo com um relatório da Rede Global de Informações Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Durante a temporada 2019/2020, a previsão de área plantada de soja no Brasil é revisada em até 36,8 milhões de hectares.

No entanto, o relatório disse que há muita incerteza quanto à demanda chinesa devido ao surto generalizado de febre suína africana (PSF), que reduziu o rebanho suíno da China e diminui suas necessidades alimentares. “Além disso, os produtores estão seguindo profundamente a trégua comercial emergente entre os EUA e a China.

Eles estão cientes de que um acordo comercial entre Washington e Pequim quase certamente diminuirá as exportações brasileiras e exercerá pressão descendente sobre os preços da soja no Brasil”, indica o texto.

Nesse cenário, o texto prevê que a safra de soja 2019/2020 do Brasil seja uma safra recorde de 123,5 milhões de toneladas em comparação com o recorde anterior na temporada 2017/2018 de 122 milhões de toneladas. Em comparação, a Estimativa Mundial da Oferta e Demanda Agrícola (WASDE), emitida pelo USDA, espera que a colheita de soja nos EUA seja inferior a 100 milhões de toneladas em 2019/2020, uma queda de 20% em relação à temporada anterior.

O mau tempo afetou negativamente a safra de soja dos EUA, tanto na área plantada quanto na produtividade. No ano de 2019-2020, o Brasil prevê exportar 75 milhões de toneladas de soja, mas o relatório espera uma redução na demanda da China devido ao surto de ASF e um possível acordo comercial entre os Estados Unidos e a China.

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VEJA / Irritado, Bolsonaro deixa entrevista ao ser questionado sobre denúncia envolvendo membro do governo

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Jair Bolsonaro voltou a encerrar uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre a denúncia envolvendo Fabio Wajngarten, chefe de comunicação de seu governo. Ao ser abordado pelos repórteres na tarde desta quarta-feira (15), o presidente se irritou e deixou a coletiva.

“Está encerrada essa coletiva”, disse Bolsonaro logo após ser questionado sobre Wajngarten.

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