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Após 72h internado com Covid, Trump deixa hospital e retorna à Casa Branca

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Após 72 horas internado para tratar da infecção do novo coronavírus, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou o Hospital Militar Walter Reed, próximo a Washington, por volta das 19h30 desta segunda-feira (5).

Trump saiu do hospital pela porta da frente do centro médico usando máscara e caminhando normalmente. O mandatário dos EUA entrou em um veículo oficial antes de embarcar no helicóptero, que o levou de volta à Casa Branca.

A aeronave pousou no jardim da residência oficial e Trump desembarcou. Antes de entrar na Casa Branca, o presidente parou para posar para fotos em uma sacada e retirou a máscara de proteção, mesmo estado ainda com Covid-19. Ele fez sinal de “positivo” com as mãos e chegou a prestar continência.

Trump foi hospitalizado no Walter Reed na sexta-feira (2), data em que anunciou que havia sido contaminado pelo novo coronavírus juntamente com a primeira-dama, Melanie Trump. Ele apresentou sintomas graves de covid-19, como febre alta e quedas de oxigenação no sangue que o obrigaram a receber oxigênio suplementar.

Nesta segunda-feira, ele anunciou via Twitter que seria liberado da internação no fim do dia e escreveu: “Vou deixar o grande Walter Reed Medical Center hoje às 18h30. Sentindo-me realmente bem! Não tenha medo da Covid. Não deixe que ela determine sua vida. Nós desenvolvemos, na administração Trump, alguns medicamentos e conhecimentos realmente ótimos. Sinto-me melhor do que há 20 anos!”, escreveu.

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Biden atinge maior vantagem sobre Trump em 24 anos a uma semana da eleição

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Trump e Bolsonaro destruíram as defesas da América Latina contra covid, diz New York Times

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Uma reportagem do jornal The New York Times publicada hoje traça as semelhanças entre o presidente Jair Bolsonaro e o americano Donald Trump na condução da crise causada pelo novo coronavírus, destacando que ambos têm um “desprezo compartilhado pelo vírus” e construíram “uma campanha ideológica que minou a capacidade da América Latina de responder à covid-19”

A América Latina tem um terço das mortes no mundo e sofreu mais com a covid-19 do que qualquer outra região no planeta. Os EUA são o país mais afetado em número de mortes, com 225.739, seguidos pelo Brasil, com 157.397

O “NYT” destaca que sistemas de saúde pouco estruturados e cidades superlotadas tornaram a América Latina mais vulnerável à pandemia, mas “ao expulsar médicos, bloquear a assistência e promover falsas curas, Trump e Bolsonaro pioraram a situação, desmantelando as defesas”. A reportagem afirma que os dois líderes são nacionalistas que desafiam a ciência e colocaram o crescimento econômico e as políticas de curto prazo à frente das advertências de saúde pública. Também lembra que ambos fizeram com que 10 mil médicos e enfermeiras cubanos de áreas pobres de nações como Brasil, Equador, Bolívia e El Salvador fossem mandados de volta para Cuba.

Muitos partiram sem serem substituídos meses antes da chegada da pandemia, o que fragilizou a já deficiente estrutura de saúde. “Em seguida, os dois líderes atacaram a agência internacional mais capaz de combater o vírus – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – citando seu envolvimento com o programa médico cubano. Com a ajuda de Bolsonaro, Trump quase levou a agência à falência ao reter o financiamento prometido no auge do surto”, afirma trecho da matéria..

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