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Arte Plena promove exposição com obras de 36 artistas em comemoração ao seu primeiro aniversário

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A Arte Plena Casa Galeria completa um ano de atividade e celebra o seu aniversário abrindo nova exposição coletiva com 36 artistas – entre convidados e acervo. Nesse período, foram quatro montagens diferentes, sendo uma exposição individual e três coletivas, cinco eventos Encontros na Arte – bate-papo com convidados presenciais e transmissão virtual ao vivo – e uma dezena de lives temáticas com convidados e visitas virtuais ao acervo.

Todos esses eventos aconteceram em um ano cujas prioridades do mundo todo foram repensadas em função da Covid-19. Durante esse período, a galeria esteve funcionando com atendimento remoto por três meses e, após isso, com agendamentos e todos os protocolos de prevenção e sanitização recomendados pelas autoridades de saúde do País.

Nessa nova exposição, a Arte Plena Casa Galeria privilegiou artistas com obras recentes, que contivessem a representatividade de cada artista e a paixão pelo ofício. O resultado é um conjunto de mais de 90 obras, com organização, expografia e montagem é da galeria e do curador Gilmar Camilo. Os artistas convidados tiveram autonomia na criação das obras que serão apresentadas assumindo, junto com a galeria, o tema do compromisso do engajamento da arte como transformação social e ato de resistência humana. 

A lista de artistas contém nomes locais e nacionais, de diferentes gerações, proporcionando ao visitante um amplo recorte da produção atual das artes visuais inclui nomes como os de Américo Poteiro, Antonio Poteiro, Armarinhos Teixeira, Augusto César, Carlos Monaretta, Célia Gondo, Cida Carneiro, Con Silva, Danillo Butas, Daniel Acosta, David Mendoza, Ebert Calaça, Edney Antunes, Estevão Parreiras, Flávia Fabiana, Gabriel Caetano, Helena Vasconcelos, Hortência Moreira, Juliano Moraes, Lauro Gontijo, Lucas Santos, Luis Matuto, Luiz Mauro, Manoel Santos, Marcelo Solá, Nancy de Melo, Ricardo Masi, Rogério Milani, Rodrigo Flávio, Rossana Jardim, Salvess, Sandro Tôrres, Selma Parreira, Tarcísio Veloso, Vinícius Yano, Zé César.

O grupo, bastante heterogêneo em linguagens poéticas, tem sua maioria representada pela galeria com obras disponíveis no acervo, além das escolhidas para a exposição. Nessa curadoria, nomes como Poteiro, Selma Parreira e Marcelo Solá dividem as instalações da galeria com jovens e talentosos artistas como Tarcísio Veloso, Carlos Monaretta e Estevão Parreiras.

A montagem fica na galeria até o fim de janeiro de 2021 e a agenda prevê ainda oito lives com artistas convidados e visita virtual, além de disponibilizar ao público a possibilidade de agendamento para visitas presenciais em horários exclusivos. O funcionamento da galeria é de segunda a sábado, sendo que de segunda a sexta-feira é das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 13 h.

             

              Retomada

“A pandemia, as novas regras de convivência e tudo relacionado ao que ocorreu nesse período fizeram com que o olhar para a cultura e para a arte adquirisse uma importância bem maior, apesar de que, num primeiro momento ainda houvesse um desconforto, principalmente nas artes visuais, o que gerou uma angústia e uma indefinição no circuito das arte, já que os artistas não pararam de produzir, mas não havia clima para se falar de negócios em arte”, lembra Sandro Tôrres.

Alguns fatores fizeram com que o mercado reaquecesse e mudasse o cenário, como o boom na construção civil, do ramo imobiliário e na arquitetura; tudo isso serviu para que a produção artística voltasse a se encontrar com o mercado e hoje existe uma profusão desses produtos culturais que ficaram represados de um lado e, do outro, a sociedade retomando o interesse por todos os segmentos produtivos, inclusive o de arte.

Os galeristas Wanessa Cruz e Sandro Tôrres entendem o papel da galeria como um espaço não apenas de venda de obras, mas também um lugar de pensar arte, estabelecer conexões profissionais, formação de público e profissionalização do mercado e esse período atípico para todos os segmentos profissionais foi fundamental para a compreensão da importância da continuidade do trabalho que o espaço representa no contexto local como fomentador de atividades culturais e de geração de conteúdo e produção cultural.

 

SERVIÇO:

EXPOSIÇÃO COLETIVA –  Um ano de Arte Plena Galeria de Arte

LOCAL: Arte Plena Galeria de Arte

ENDEREÇO: Rua 89, nº 546 – Setor Sul – Goiânia-GO

CURADORIA, EXPOGRAFIA E MONTAGEM: Gilmar Camilo e Arte Plena Casa Galeria

ASSISTENTE DE MONTAGEM: Leandro Brito

REGISTRO AUDIOVISUAL E FOTOGRÁFICO: Pedro Karvalio e Jotape

ARTISTAS: Américo Poteiro, Antonio Poteiro, Armarinhos Teixeira, Augusto César, Carlos Monaretta, Célia Gondo, Cida Carneiro, Con Silva, Danillo Butas, Daniel Acosta, David Mendoza, Ebert Calaça, Edney Antunes, Estevão Parreiras, Flávia Fabiana, Gabriel Caetano, Helena Vasconcelos, Hortencia Moreira, Juliano Moraes, Lauro Gontijo, Lucas Santos, Luis Matuto, Luiz Mauro, Manoel Santos, Marcelo Solá, Nancy de Melo, Ricardo Mais, Rogério Milani, Rodrigo Flávio, Rossana Jardim, Salvess, Sandro Tôrres, Selma Parreira, Tarcisio Veloso, Vinícius Yano e Zé César.

PERÍODO: De 23 de novembro de 2020 a 31 de janeiro de 2021

VISITAÇÃO PRESENCIAL (COM AGENDAMENTO): Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h e sábados, das 10h às 13h

VISITAÇÃO VIRTUAL: Instagram: @arteplena.casagaleria

CONTATO: (62) 9-8414-9617

 

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Consultoria de Sérgio Moro já faturou R$ 17 milhões com crise da Odebrecht cujo processo atuou como juiz

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A Alvarez & Marsal, empresa de consultoria da qual Sergio Moro acaba de se tornar sócio-diretor, já faturou R$ 17,6 milhões com o processo de recuperação judicial do grupo Odebrecht. O conglomerado de empresas recorreu à Justiça para tentar renegociar suas dívidas e escapar da falência depois de ter sido investigado pela Operação Lava Jato, em cujos processos Moro foi juiz.

A empresa, com sede nos Estados Unidos, foi nomeada em junho do ano passado pela Justiça de São Paulo como administradora-judicial no processo de recuperação da Odebrecht. Pelo serviço, tem direito a receber honorários, que hoje chegam a R$ 1,1 milhão por mês.

A parcela mensal foi fixada pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências de São Paulo. O valor dos pagamentos, porém, é provisório.

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Governo de Goiás encaminha à Assembleia Legislativa projeto de lei que cria Programa Universitário do Bem (Probem)

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Primeira-dama Gracinha Caiado define reformulação do programa Bolsa Universitária da OVG como “conjunto de medidas de proteção aos mais vulneráveis”. Meta é ampliar oportunidade de acesso ao ensino superior e, consequentemente, ao mercado de trabalho. Presidente da Alego, deputado Lissauer Vieira diz que texto deve ser votado ainda em dezembro_

A presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, entregou nesta terça-feira (1º/12) ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Lissauer Vieira, um projeto de lei que dispõe sobre o Programa Universitário do Bem (Probem), que reformula o atual programa Bolsa Universitária, da OVG. O objetivo é aperfeiçoar os critérios de ingresso e de permanência, além de corrigir valores ao longo do percurso universitário. “É um conjunto de medidas de proteção àqueles que realmente vivem na vulnerabilidade”, resumiu Gracinha Caiado.

A presidente de honra da instituição demonstrou preocupação com a estatística que aponta 33% dos jovens brasileiros fora do mercado de trabalho, e garantiu que as alterações no programa visam reduzir esses números em Goiás, a partir da democratização do acesso às bolsas universitárias, com critérios definidos de forma técnica. “Nada insere melhor um jovem no mercado de trabalho do que a oportunidade de estudar. Nossa grande preocupação é essa”, completou.

Lissauer Vieira destacou que o novo formato elaborado pela atual gestão tem como principal característica a justiça social. “Entendemos que é um programa com mais celeridade e igualdade na escolha dos universitários”, disse. O presidente da Alego ainda assegurou prioridade à tramitação da matéria. “Creio que vamos entregar [o projeto aprovado] ainda na primeira quinzena do mês de dezembro para o governador sancionar.”

A apresentação do novo programa ocorreu no Palácio das Esmeraldas e contou com a participação de deputados da base e da diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado. Ela esclareceu que serão mantidos os direitos de todos os bolsistas cadastrados atualmente. “Nenhum aluno, desses 9 mil, será prejudicado”, pontuou. Adryanna ainda afirmou que a direção do programa está preparada para realizar a transição das novas regras. “Estamos com tudo pronto para ser colocado em prática a partir do próximo semestre.”

*Principais mudanças*

O projeto de lei, que já está em tramitação na Assembleia Legislativa de Goiás, revoga a Lei nº 17.405, de 2011, que dispõe sobre o Programa Bolsa Universitária, e estabelece as novas regras para a concessão do auxílio para as bolsas de estudo de ensino superior. “Não estamos propondo uma simples mudança de nome. Trazemos aqui uma mudança de conceito, uma proposta de mais oportunidades para aqueles em vulnerabilidade”, explica Gracinha Caiado.

A partir do novo formato apresentado pelo Governo de Goiás, a seleção dos bolsistas será feita com base na vulnerabilidade social da família, o que considera a condição de vida, não apenas a renda. O processo seletivo avaliará os dados do Cadastro Único (CadÚnico), tais como: qualidade da residência, mercado de trabalho, inscrição em programas sociais e dificuldade de acesso à educação. Esse critério será então combinado à nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), permitindo maior eficiência na seleção dos estudantes.

Outra novidade é sobre os valores das bolsas, que atualmente variam de R$ 300 a R$ 500, sem correção. A proposta é melhorar essa metodologia, garantindo que cursos em geral tenham limite máximo de R$ 650 (parcial) e R$ 1,5 mil (integral), utilizando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como base para reajuste. Para medicina e odontologia, os valores são R$ 2,9 mil (parcial) e R$ 5,8 mil (integral).

O aumento da cobertura do benefício confere mais estabilidade financeira para os estudantes beneficiários e potencializa os resultados do Probem, ao permitir que o bolsista se programe do início ao fim do curso, reduzindo as chances de evasão.

O projeto de lei foi elaborado com o apoio de estudos técnicos de pesquisadores contratados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e Instituto Mauro Borges (IMB). A meta era criar condições para tornar o benefício mais efetivo e com maior possibilidade de gerar impactos positivos na vida dos bolsistas e para a sociedade como um todo.

*Fotos: Cristina Cabral*

*Legenda*

Presidente de honra da OVG, Gracinha Caiado entrega ao presidente da Alego, deputado Lissauer Vieira, projeto de lei que cria o Programa Universitário do Bem (Probem)

*Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás*

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