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Batalha virtual após postagem de Bolsonaro

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A quarta-feira de cinzas abriu uma das maiores disputas entre grupos políticos do país: os defensores de Bolsonaro atacam o carnaval por conta de uma suposta pornografia divulgada pelo líder do PSL.

Os contrários acusam o presidente de ser imoral. Motivo: Jair Bolsonaro (PSL) postou vídeo na sua conta na rede social Twitter (mais elitista, usada por intelectuais, formadores de opinião, jornalistas e artistas, dentre outros) em que um folião enfia o dedo no ânus enquanto outro urina (golden shower) no companheiro. A cena teria sido gravada em um bloco de carnaval paulista na última segunda-feira, 4. Bolsonaro usa o audiovisual para criticar a distorção do “espírito momesco”. Em nota, ele nega que teve intenção de atacar o carnaval, como festa brasileira, ainda que profana.

TREND TOPICS

Nas redes, a hashtag  #ImpeachmentBolsonaro é um dos trend topics, já que os adversários supõem que o ato seria uma quebra de decoro.   Até a noite de quarta-feira, dois milhões de pessoas viram as imagens fortes.

O conteúdo erótico explícito já foi censurado pela rede social. Miguel Reale Júnior, penalista destacado no cenário nacional, mas ligado ao PSDB (adversário de Bolsonaro), disse que a situação caracteriza quebra de decoro e motiva pedido de impeachment. Mas a maioria de juristas não entende que o ato seja tão grave. É mera liberalidade crítica.

O fato é: carnaval é (sempre foi) excesso. Está em sua origem de que ocorre um “adeus” a “carne”.

Logo, cometeram excessos tanto o folião quanto o presidente. Mas nada que a temporada da quaresma não  reconcilie com humildade.

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Governo Bolsonaro costura acordo e Índia vai enviar 2 milhões de doses para combater a pandemia do Covid-19 no Brasil

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Depois de um atraso de quase uma semana, a Índia anunciou o envio para o Brasil de 2 milhões de doses da vacina da Oxford, em parceria com a AstraZeneca. O lote chega nesta sexta-feira (22).

O avião com as vacinas saiu na noite desta quinta do aeroporto de Mumbai, na Índia. O Instituto Serum, que fabricou o imunizante, é que está cuidando desse transporte, como estava previsto desde o início das negociações com a Fiocruz.

Na quinta passada (14), o governo brasileiro tentou buscar, por conta própria, as vacinas. Chegou a preparar um avião que nunca decolou. A Índia, por sua vez, estava começando a campanha de vacinação por lá e não teria condições de atender o Brasil naquele momento. O país ficou para depois.

Na terça (19), o governo indiano anunciou o fornecimento de vacinas subsidiadas para seis países vizinhos: Butão, Maldivas, Bangladesh, Nepal, Mianmar e Seicheles. Nesta quinta-feira (21), finalmente, liberaram a exportação para o Brasil e para o Marrocos. 

O voo da Emirates chega a Guarulhos na tarde desta sexta, segundo o Ministério da Saúde. O carregamento seguirá, em um voo da Azul para o Galeão, no Rio, e, de lá, será levado para a Fiocruz, que informou que vai trabalhar durante a madrugada e a vacina poderá começar a ser distribuída já no sábado. 

Antes do anúncio na Índia, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falou sobre outro ponto importante para a campanha de vacinação: a entrega, pela China, de matéria-prima para a produção dos imunizantes, tanto pelo Butantan quanto pela Fiocruz. Foi no lançamento de um curso de capacitação para profissionais de saúde.

Pazuello disse que conversou duas vezes, nesta quarta (20), com o embaixador da China no Brasil e que não há problema político ou diplomático para trazer o IFA, ingrediente farmacêutico ativo, e negou que haja atraso.

“No contrato de entrega desse IFA para o Butantan, a primeira, a próxima previsão de entrega é para o dia 10 de fevereiro. Tenta se antecipar. Não está atrasado, no caso do Butantan. E, no caso da Fiocruz, a previsão é até 31 de janeiro. Ainda não está atrasado, mas nós estamos nos antecipando ao problema. Tem que ficar claro isso, porque eu não posso acionar ainda, contratualmente, a empresa que nós fizemos a encomenda da tecnologia. Eu só posso acioná-la, e acionarei, no primeiro dia de atraso, que é após o final de janeiro”, explicou.

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Protegido: Quantas vidas foram ceifadas no Brasil por acreditar no poder de cura da Cloroquina, indicada pela gestão Bolsonaro? Saiba mais

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