Conecte-se conosco

Brasil

Bolsonaro diz que não há crise com Caiado: ‘Vamos continuar namorando’

Não existe rompimento e nem o suposto “gabinete do ódio” – grande parte da mídia se equivoca ao interpretar posicionamentos diferentes com objetivos obscuros de dividir o país e colocar Caiado e Bolsonaro em ringues como adversários.

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não há tensão com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), após o ex-aliado afirmar que discordou com o presidente por conta do pronunciamento em rede nacional nesta semana. “Sou apaixonado pelo Caiado. Acho que tudo isso vai ser esquecido e vamos continuar namorando, ‘heteramente’ (sic) falando”, brincou Bolsonaro durante conversa com jornalistas no Planalto.

A suposta crise entre ambos, fomentada por grande parte da mídia, devido ao posicionamento de Caiado em seus decretos em Goiás, e suas críticas à determinadas falas do presidente, vai perdendo forças e ganhando novos capítulos. A relação institucional tem se mostrado ser mais forte do que os pontos de vistas diferentes. É nisso que norteia e se mantém o princípio da democracia.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

Publicado

em

Por

Continue Lendo

Brasil

Bolsonaro diz que governadores que pregam isolamento têm ‘medinho’ do vírus

Publicado

em

Por

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar governadores que defendem políticas de distanciamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus. Bolsonaro disse hoje duvidar que eles sairiam às ruas, como o presidente fez, porque têm “medinho” da covid-19, que já matou quase 300 pessoas no Brasil.

“Eu fui em Ceilândia e Taguatinga no fim de semana passado e fui massacrado pela mídia. Duvido que um governador desses, Doria [João, de SP], Moisés [Carlos, de SC], vá no meio do povo. Vai nada. ‘Tá’ com medinho de pegar vírus?”, desafiou o presidente em conversa com pastores em frente ao Palácio da Alvorada.

Bolsonaro também disse querer que o povo volte a trabalhar, reforçando que “vai morrer gente”, sim, mas que não tem como fugir da pandemia. “Não pode deixar de trabalhar. Vamos cuidar dos idosos — você cuida do seu pai, eu cuido da minha mãe, que está viva. Por quê? A segunda onda que vem em função do desemprego vai ser terrível”, disse.

Ele também voltou a duvidar das justificativas que levaram países em todo o mundo a adotar medidas de distanciamento social. Como já explicaram a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o próprio Ministério da Saúde, o isolamento é importante para segurar a expansão da epidemia e, assim, evitar o colapso dos hospitais.

Continue Lendo