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Brasil dá salto, pula de 9 milhões para 13,5 milhões, e atinge recorde de miseráveis vivendo abaixo da linha da pobreza

Governo Bolsonaro amarga mais um péssimo índice de sua gestão após pesquisa popular o considerar pior início de governo desde Collor de Melo

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O Brasil atingiu nível recorde de pessoas vivendo em situação de miséria. Em 2018, o país tinha 13,5 milhões pessoas com renda mensal per capta inferior a 145 reais, ou 1,9 dólares por dia, critério adotado pelo Banco Mundial para identificar a condição de pobreza extrema. Esse número é equivalente a 6,5% dos brasileiros e maior que a população de países como Bolívia, Bélgica, Cuba, Grécia e Portugal.

Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira, 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total de miseráveis no país vem crescendo desde que começou a crise econômica, em 2015. Em 2014, 4,5% dos brasileiros viviam abaixo da linha de extrema pobreza. Em 2018, esse porcentual subiu ao patamar recorde de 6,5%. Em quatro anos de piora na pobreza extrema, mais 4,504 milhões de brasileiros passaram a viver na miséria. Antes de 2012, o recorde de pessoas em situação de extrema pobreza havia sido registrado em 2012, com 5,8% dos brasileiros vivendo nesta situação.

“A pequena melhora no mercado de trabalho não está chegando a essas pessoas, está pegando pessoas já numa faixa (de renda) mais alta. A extrema pobreza cresce”, ressaltou André Simões, gerente da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

Com informações: Veja

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EXTRA| Goiás tem três casos suspeitos de Coronavírus e Brasil salta para 132

Pacientes têm entre 8 e 82 anos de idade. Governo diz que há outras 213 notificações que não chegaram a ser analisadas pelos técnicos antes da elaboração do boletim.

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O Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus, de acordo com balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (27). O número representa um salto em relação ao dia anterior, quando havia 20 casos. Diferença que poderia ser ainda maior, já que outras 213 notificações foram enviadas pelos estados mas os técnicos do ministério não conseguiram fazer a análise antes da finalização dos exames

Na quarta-feira (26), o governo confirmou o primeiro caso positivo de coronavírus no Brasil. Trata-se de um homem que mora em São Paulo, tem 61 anos, e veio da Itália.

Neste novo boletim, nenhum outro caso foi confirmado.

Suspeitas de Covid-19

De acordo com o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, os técnicos não tiveram tempo para analisar todas as notificações recebidas das secretarias estaduais de saúde e, por isso, o número de casos suspeitos é maior do que os 132 que constam no relatório. O secretário-executivo chegou a falar em cerca de 300 casos.

Gabbardo explicou que, entre os 132 em análise, dois casos já foram testados para vírus respiratórios comuns e apresentaram resultado negativo. Agora, eles passam por análise específica para o coronavírus.

Entre os pacientes com quadros sob investigação, 121 têm histórico de viagem para países com transmissão da doença, outros 8 pacientes tiveram contato com casos suspeitos e três são contatos do paciente de 61 anos já confirmado com Covid-19.

Casos suspeitos por estado

Pelo país, os casos suspeitos estão distribuídos da seguinte forma: São Paulo (55), Rio Grande do Sul (24), Rio de Janeiro (9), Santa Catarina (8), Paraná (5), Distrito Federal (5), Minas Gerais (5), Ceará (5), Rio Grande do Norte (4), Pernambuco (3), Goiás (3), Mato Grosso do Sul (2), Paraíba (1), Alagoas (1) e Bahia (1).

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Pacientes têm entre 8 e 82 anos de idade. Governo diz que há outras 213 notificações que não chegaram a ser analisadas pelos técnicos antes da elaboração do boletim.

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O Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus, de acordo com balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (27). O número representa um salto em relação ao dia anterior, quando havia 20 casos. Diferença que poderia ser ainda maior, já que outras 213 notificações foram enviadas pelos estados mas os técnicos do ministério não conseguiram fazer a análise antes da finalização dos exames

Na quarta-feira (26), o governo confirmou o primeiro caso positivo de coronavírus no Brasil. Trata-se de um homem que mora em São Paulo, tem 61 anos, e veio da Itália.

Neste novo boletim, nenhum outro caso foi confirmado.

Suspeitas de Covid-19

De acordo com o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, os técnicos não tiveram tempo para analisar todas as notificações recebidas das secretarias estaduais de saúde e, por isso, o número de casos suspeitos é maior do que os 132 que constam no relatório. O secretário-executivo chegou a falar em cerca de 300 casos.

Gabbardo explicou que, entre os 132 em análise, dois casos já foram testados para vírus respiratórios comuns e apresentaram resultado negativo. Agora, eles passam por análise específica para o coronavírus.

Entre os pacientes com quadros sob investigação, 121 têm histórico de viagem para países com transmissão da doença, outros 8 pacientes tiveram contato com casos suspeitos e três são contatos do paciente de 61 anos já confirmado com Covid-19.

Casos suspeitos por estado

Pelo país, os casos suspeitos estão distribuídos da seguinte forma: São Paulo (55), Rio Grande do Sul (24), Rio de Janeiro (9), Santa Catarina (8), Paraná (5), Distrito Federal (5), Minas Gerais (5), Ceará (5), Rio Grande do Norte (4), Pernambuco (3), Goiás (3), Mato Grosso do Sul (2), Paraíba (1), Alagoas (1) e Bahia (1).

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