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Casa Branca ordena que governo dos EUA prepare orçamento de 2021 como se Trump tivesse ganhado, diz jornal

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A Casa Branca instruiu as agências federais americanas a continuar preparando a proposta de orçamento para o próximo ano fiscal, segundo o jornal “The Washington Post”, o que mostra que o governo Trump segue se recusando a reconhecer a derrota nas eleições para o democrata Joe Biden.

O ano fiscal americano começa no quarto trimestre de 2021 e avança para 2022, e a proposta de orçamento precisa ser enviada ao Congresso até fevereiro.

Como o próximo mandato começa em 20 de janeiro, o futuro governo tem tempo hábil para preparar o documento e enviá-lo ao Congresso. Mas a atual administração segue agindo como se o republicano Donald Trump sido reeleito.

O ano fiscal americano começa no quarto trimestre de 2021 e avança para 2022, e a proposta de orçamento precisa ser enviada ao Congresso até fevereiro.

Como o próximo mandato começa em 20 de janeiro, o futuro governo tem tempo hábil para preparar o documento e enviá-lo ao Congresso. Mas a atual administração segue agindo como se o republicano Donald Trump sido reeleito.

Nesta quinta-feira (12), a rede de televisão CNN revelou que o Departamento de Estado americano (o equivalente ao Itamaraty) está impedindo que o presidente eleito tenha acesso a várias mensagens de líderes mundiais enviadas a Biden.

Na terça-feira (10), o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse que estava pronto para “iniciar a transição para um segundo mandato de Trump”. Apesar da declaração do chefe da diplomacia americana, Biden já recebeu telefonemas e mensagens de diversas lideranças mundiais, exceto dos presidentes Bolsonaro (Brasil), Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China).

‘Fingindo que nada aconteceu’

A decisão da administração federal de prosseguir com o orçamento de Trump para o ano fiscal de 2022 irritou e surpreendeu vários funcionários de carreira, segundo o “Washington Post”.

“Eles estão fingindo que nada aconteceu”, afirmou ao jornal, sob condição de anonimato, um funcionário do escritório de orçamento da Casa Branca. “Todos nós devemos fingir que isso é normal e fazer todo esse trabalho, mesmo sabendo que vamos ter que jogá-lo fora”.

Questionado pelo “Washington Post” se o planejamento do orçamento fiscal de 2022 estava ocorrendo conforme planejado, um porta-voz do departamento da Casa Branca disse: “Claro”.

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China relata primeiro caso humano de gripe aviária H10N3

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  • Linhagem foi identificada em um homem de 41 anos em Jiangsu
  • Órgão chinês confirmou a informação, mas sem maiores detalhes sobre a contaminação
  • O paciente está estável e deve ter alta em breve

Um homem de 41 anos de Jiangsu, província do leste da China, foi confirmado como o primeiro caso humano de infecção da linhagem H10N3 da gripe aviária, informou a Comissão Nacional de Saúde chinesa (NHC) nesta terça-feira.

O morador da cidade de Zhenjiang foi hospitalizado no dia 28 de abril depois de desenvolver febre e outros sintomas, disse a NHC em um comunicado.

Ele foi diagnosticado com o vírus da gripe aviária H10N3 em 28 de maio. A comissão, porém, não deu detalhes de como o homem foi infectado.

O paciente está estável e pronto para ter alta do hospital. O acompanhamento médico de seus contatos próximos não detectou nenhum outro caso.

Detalhes da H10N3

A H10N3 é uma linhagem patogênica baixa, ou relativamente menos forte, do vírus em aves, e o risco de ela se disseminar em larga escala é muito baixo, acrescentou a NHC

A linhagem “não é um vírus muito comum”, disse Filip Claes, coordenador laboratorial regional do Centro de Emergência para Doenças Animais Transfronteiriças do Escritório Regional para a Ásia e o Pacífico da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Somente cerca de 160 exemplares do vírus foram relatados nos 40 anos transcorridos até 2018, a maioria em pássaros selvagens ou aves aquáticas da Ásia e de algumas partes limitadas da América do Norte, e nenhum foi detectado em frangos até agora, acrescentou.

  • Com informações da Agência Reuters
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Mundo

Reino Unido registra zero morte por Covid-19 em 24 horas pela 1ª vez desde julho

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Serviços de saúde registraram zero morte por Covid-19 em 24 horas no Reino Unido

Evolução é resultado de uma campanha de vacinação em massa no país

Apesar disso, preocupação com a variante indiana ainda é grande

Os serviços de saúde britânicos registraram nesta terça-feira (1º) zero morte por coronavírus em 24 horas pela primeira vez desde 30 de julho de 2020, apesar da preocupação no Reino Unido com o aumento de casos da variante Delta.

Embora os números no início da semana – segunda-feira foi feriado no Reino Unido – costumem ser muito baixos por um atraso nos registros, esta redução das mortes é uma boa notícia para o país da Europa mais castigado pela pandemia, com quase 127.782 mortes.

A melhora é resultado de uma campanha de vacinação em massa lançada em 8 de dezembro, que permitiu administrar uma primeira dose em mais de 39 milhões de pessoas (74,9% da população adulta) e uma segunda em mais de 25 milhões (48,9%).

Apesar de tudo, o país contabilizou nesta terça-feira 3.165 casos adicionais, o que leva o total a quase 4,5 milhões e indica um aumento dos casos em comparação com as últimas semanas.

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