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Clínicas privadas esperam vacina em abril, mas processo é longo e incerto

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No auge da primeira onda da pandemia de covid-19 no Brasil, Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC (Associação Brasileira das Clínicas de Vacina), estava pessimista sobre a participação das clínicas privadas na imunização contra a nova doença. “Eu tinha certeza que não haveria vacina disponível em 2021”, diz Barbosa. O estado de espírito mudou quando, em novembro, o laboratório indiano Bharat Biotech mostrou que estava aberto a comercializar doses da vacina que está desenvolvendo, a Covaxin, para a iniciativa privada. “Foi o único. E tentamos com todos”, diz o presidente da ABCVAC.

No dia 12 de janeiro, a associação anunciou um acordo para compra de 5 milhões de doses. A notícia foi suficiente para clientes passarem a ligar para as clínicas em busca de informações. Uma rede presente em seis estados brasileiros, chegou a enviar, na quarta-feira passada (27), comunicado aos clientes alertando que a empresa não realiza “cadastros, lista de espera ou reserva para a vacinação contra a covid-19”. Na nota, a rede assume que há a intenção de compra, porém sem garantia de concretização.

Barbosa trabalha com a expectativa otimista de que o imunizante poderia estar disponível nas clínicas privadas brasileiras em abril. No entanto, a realidade pode ser mais complexa, dado o cenário atual de faltas de vacinas no Brasil e no mundo

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Protegido: GOYAZ 20/01/2022

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Brasileiros descobrem molécula que pode combater o câncer

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Viva a ciência brasileira! Pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) encontraram uma molécula inédita que pode contribuir no combate ao câncer.

Outra ótima notícia é que essa molécula é seletiva, ou seja, ela age mais sobre as células tumorais do que sobre as células saudáveis – diferentemente da quimioterapia, que apesar de eficaz, acaba impactando nas células saudáveis e causando efeitos colaterais.

A pesquisa pretende desenvolver tratamentos mais saudáveis para o nosso organismo e claro, a cura para a segunda maior causa de mortes do mundo.

Molécula tem capacidade de eliminar células do câncer

A descoberta faz parte do estudo realizado pelos pesquisadores do Programa de Pós Graduação em Genética e Bioquímica pela UFU.

A molécula inédita é de um complexo de cobre e apresenta seletividade e capacidade de morte celular.

Os testes foram realizados em laboratório, a partir de células tumorais de humanos e de camundongos. O complexo de cobre mostrou ser capaz de induzir a produção de um outro tipo de molécula, chamadas espécies reativas de oxigênio.

As reativas de oxigênio conseguiram atingir as células tumorais, danificando seu DNA. Os prejuízos foram tão severos que as células cancerosas entraram em um processo de morte celular programada, chamado tecnicamente de apoptose.

Nas próximas fases do estudo, os pesquisadores pretendem desenvolver mecanismos em que a molécula descoberta será colocada dentro de nanocápsulas, ou seja, que vire um medicamento.

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