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Com catálogo de obras, Iris Rezende avança forte para 2020

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Reconhecido por ser o político vivo de Goiás com maiores feitos na vida pública, o prefeito Iris Rezende (MDB) terá nos próximos meses a melhor fase de sua gestão: inauguração de obras, anúncios de novos serviços e ações em defesa dos servidores públicos devem marcar os últimos 16 meses da quarta gestão irista em Goiânia.

Na semana passada, o prefeito entregou uma Estação Ferroviária renovada, na praça do Trabalhador.  Nesta semana, anunciou um festival de ópera na Capital, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

O político se modernizou e revoluciona áreas antes esquecidas, como a cultura e o patrimônio histórico.

Ele segue com um feito que demonstra sua diferença frente os demais: ao contrário do último gestor da Capital, tomado por 12 paralisações em diferentes modalidades de serviços públicos ( educação, coleta de lixo, saúde, etc), Iris segue sem nenhum lapso administrativo no comando de Goiânia.

Ex-governador  e ex-ministro, o político de Goiás com maior inserção no MDB tornou-se candidato natural à reeleição. No  Brasil, é o único prefeito de capital com folga para disputar as eleições em 2020.

Mais de uma vez, Iris garantiu que não pretende disputar a reeleição, mas sem quadros para substitui-lo, ele pode ser candidato novamente por pressão dos emedebistas.  “É uma questão de sacrifício”, diz um secretário, que participou da reinauguração da Estação Ferroviária de Goiânia.

Nos bastidores, não existe sequer dúvida de que Iris possa ser candidato ao governo, em 2022, já que enfrenta uma gestão que herdou uma dívida de R$ 600 milhões e mostrou capacidade para gerir crises. Sua proeza, dizem os militantes emedebistas, o coloca como homem de frente do MDB, apesar dele respeitar a liderança jovem de Daniel Vilela, presidente da sigla.

2022

Para 2022, o jogo seria diferente: caso realize uma gestão otimizada, Ronaldo Caiado (DEM) poderia se lançar candidato à presidente da República. O caminho foi aberto pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (PS), que é contra reeleição.

Assim, caberia ao governador indicar um nome capaz de gerir Goiás com experiência e capacidade de continuar o que foi feito nos anos anteriores.

Quem viu as últimas fotos de Iris e Caiado abraçados nos eventos do final de semana, caso do encontro de pecuaristas, em Bela Vista, enxergou mais do que admiração.

Dependendo das pesquisas, com Iris reeleito em Goiânia, e desde que a Prefeitura fique em boas mãos,  seria a hora de Iris pleitear a volta ao Governo de Goiás.

Mas antes de tudo isso, como bom político, o prefeito especula é fazer uma boa gestão na Capital, terminar com um recorde obras, retomada dos BRTs e criar novos parques.

Para a vice de Iris não faltam nomes da base de Caiado a serem indicados, caso do vereador Paulo Daher (DEM) ou ex-senador Wilder Morais (de partida para o Pros).

 

Prefeito liderou grandes eventos políticos nacionais   

Ao lado de Ronaldo Caiado, Iris Rezende tem o melhor currículo político da atualidade. Liderou o movimento ‘Diretas Já’, em meados da década de 1980.

Historicamente, o veterano emedebista surge na política por meio de ampla votação no bairro de Campinas, quando se lançou como candidato a vereador por Goiânia, em 1958.

Anos depois, ocupou a Assembleia Legislativa como deputado pelo PSD.

 

Na mesma década, a partir de 1965, foi prefeito de Goiânia, sendo ainda hoje considerado o melhor gestor da história da Capital.

Em sua primeira gestão, Iris redesenhou Goiânia com novos cenários, caso da Vila Redenção. É dele também a ampliação de Campinas e  criação da Vila Redenção.

Foi ministro da Justiça no governo de Fernando Henrique e da Agricultura, na gestão de José Sarney.

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EXTRA | Comunicado da AHPACEG afirma que 17 hospitais de alta complexidade em Goiânia não possuem mais leitos disponíveis. Confira lista

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COMUNICADO – AHPACEG

A Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), legítima representante em Goiânia dos hospitais abaixo relacionados, cumprindo a recomendação do Ministério Público do Estado de Goiás, informa à Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia e operadoras de planos de saúde na capital que:

*Hoje, 3 de julho de 2020, às 18 horas, os hospitais associados da Ahpaceg não dispõem de vagas em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para a internação de pacientes adultos com suspeita ou confirmação de Covid-19*.

Amanhã, voltaremos a informar a taxa de ocupação de nossos hospitais, mantendo a transparência que sempre pautou nosso trabalho e tem referenciado nossa atuação nesta pandemia.

AHPACEG

*Goiânia*

Hospital Amparo

Hospital Clínica do Esporte

Hospital do Coração de Goiás

Hospital do Coração Anis Rassi

Hospital da Criança

Hospital de Acidentados

Hospital Infantil de Campinas

Hospital Ortopédico de Goiânia

Hospital Premium

Hospital do Rim

Hospital Samaritano de Goiânia

Hospital Santa Bárbara

Hospital Santa Helena

Hospital São Francisco de Assis

Instituto de Neurologia de Goiânia

Instituto Ortopédico de Goiânia

Hemolabor

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Professor da Fiocruz apoia isolamento intercalado em Goiás: “Medida é extremamente correta

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Três professores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram nesta semana uma visita a Goiás, ocasião em que avaliaram todos os dados sobre a pandemia da Covid-19, bem como as estratégias adotadas pelo governo estadual para evitar colapso no sistema de saúde. Com a conclusão dos trabalhos, o professor, pesquisador e médico sanitarista Daniel Soranz disse aprovar 100% a estratégia de isolamento social intermitente adotada por força de decreto pelo governador Ronaldo Caiado. “É uma medida extremamente correta”, frisou.

Ao longo de dois dias, Daniel e as professoras Paula Travassos e Andara Moreira fizeram uma série de visitas, inclusive ao Hospital de Campanha (Hcamp) de Goiânia, estruturado pelo Governo de Goiás, e à Vigilância Epidemiológica. “Verificamos o andamento da coleta de dados, as estatísticas e chegamos à conclusão de que esses 14 dias de isolamento social serão muito importantes”, salientou.

O professor pesquisador informou que os estudos realizados pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e que têm norteado as ações no Estado, “são excelentes” e devem, sim, ser considerados por projetarem a realidade da pandemia. A partir do último estudo, o governador decretou uma quarentena intermitente, começando com 14 dias de regras mais rígidas quanto ao funcionamento do comércio, e depois 14 dias de flexibilização. A estratégia visa evitar o colapso no sistema de saúde. A projeção da UFG é que o método, associado a um rastreamento de contatos, possa salvar mais de 10 mil vidas até setembro.

Daniel acredita que a baixa taxa de mortalidade em Goiás, quando comparada a outros Estados, está diretamente relacionada às ações preventivas que Caiado já tomou até aqui. Uma delas, exemplificou, foi o isolamento social adotado tão logo foram registrados os primeiros casos locais de Covid-19, contribuindo com o achatamento da curva de contaminação. “Também destaco todo o investimento na saúde e assistência ao paciente”, reforçou.

O pesquisador da Fiocruz elogiou o empenho da equipe clínica que trabalha nos hospitais de campanha, e também a estruturação das unidades de saúde promovida pelo Governo de Goiás. “Vale ressaltar a importância disso: a maioria dos hospitais vai ficar de legado, ou seja, poderão ser utilizados pela população depois que a pandemia passar”, enfatizou. Considerando só as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Caiado já inaugurou mais de 100 leitos em cidades como Catalão, Luziânia, Trindade, Porangatu, Águas Lindas e Itumbiara.

Tal legado mencionado por Daniel é uma das marcas que Caiado tem trabalhado para deixar em Goiás. Antes mesmo da pandemia, o governador já estava promovendo a regionalização da saúde, levando estrutura permanente para atendimentos especializados a todas as regiões do Estado. A ideia é acabar com a chamada “ambulancioterapia”, quando o paciente era submetido a longas viagens em busca de tratamento nos hospitais de Goiânia.

A Fiocruz realiza esse apoio técnico e institucional em Goiás a pedido de Caiado, que tem buscado diálogo com comunidades científicas e médicas em busca das decisões mais assertivas para combater a pandemia. “Viemos para desenhar uma análise conjunta e propor alguma correção de rumo ou reestruturação, mas não foi nada disso que a gente viu. O Estado tomou todas as medidas no tempo correto”, observou Daniel. “A parceria vai continuar para análise dos dados”, completou.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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