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Começa pagamento de R$ 797 mi de auxílio a artistas, sob risco de fraude

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Sete meses depois de decretada a calamidade pública em razão do coronavírus, começa a ser pago um auxílio emergencial para artistas. Serão R$ 797 milhões, mas há dúvidas sobre sua utilidade. A verba pode ser pouco usada e ainda há riscos de fraudes porque basta se declarar artista para tentar ganhar o benefício, sem comprovar que exerce a atividade.

Além disso, os critérios de seleção são quase idênticos aos do auxílio emergencial federal e não é possível acumular os dois. Por isso a maioria das pessoas que poderia ganhar a ajuda já deve ter recebido. Vai sobrar pouca gente para o novo benefício e o dinheiro pode acabar sendo usado para outros fins.

– R$ 797 milhões foram destinados ao auxílio dos artistas – Isso daria para pagar cinco parcelas de R$ 600 para mais de 265 mil pessoas – Gestores estaduais admitem que o número de beneficiários deve ser bem menor..

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Rodrigo Maia descarta Sérgio Moro do baralho para 2022: ‘Agora é consultor para a Odebrecht’

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Avaliando possíveis candidatos ao Palácio do Planalto que podem surgir em 2022, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), citou os nomes de Luciano Huck, do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e de Ciro Gomes (PDT). O deputado descartou o ex-ministro Sergio Moro, ironizando sua nova ocupação no setor privado.

Agora o Moro é consultor de uma empresa que inclusive, pelo que vi no jornal, presta serviço para a Odebrecht. Acho que ele já está encaminhado no setor privado”, disse Maia durante participação no UOL Entrevista. O ex-juiz federal se tornou sócio-diretor da Alvarez & Marsal, onde trabalhará no desenvolvimento de políticas antifraude e corrupção, segundo ele mesmo anunciou em suas redes sociais.

O presidente da Câmara também defendeu a criação de alianças e uma frente de centro, que, segundo ele, é muito mais complexa que as de direita ou de esquerda. “[Uma aliança de centro] Representa a capacidade de diálogo para abrir mão de certas convicções para que se possa construir uma candidatura forte, com apoio parlamentar. Esse foi o recado que saiu das urnas [em 2020]”, acrescentou.

Na visão do deputado, partidos como o Progressistas, o PL e o PSD, que hoje integram o centrão, estão mais perto de um projeto de presidente da República. Agora, completou Maia, seria preciso conquistar partidos mais à esquerda, como PSB e PDT, para a construção de uma frente realmente ampla.

“Eu acho que seria histórico e um ganho para o Brasil juntar esses partidos que têm uma densidade no Parlamento, tentando um projeto de país com convergências na economia. Seria o ponto mais difícil para chegar em um país com menos desigualdade e educação de melhor qualidade, e isso caminha em uma certa convergência. A votação do Fundeb provou isso”, lembrou.

Além de Huck, Doria e Ciro, o deputado ainda citou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o atual prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), seu correligionário. “Nomes, todos os partidos têm. O importante é saber se a gente conseguiria criar um projeto de país, de modernização do Estado brasileiro, e gerar convergência entre todos estes campos”, avaliou Maia.

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ONU | Em 2021, crise humanitária no planeta será a maior desde 2ª Guerra Mundial

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RESUMO DA NOTÍCIA

ONU prevê que 235 milhões de pessoas no mundo serão afetadas por uma crise humanitária

Entidade vai precisar de pelo menos US$ 35 bi para sair ao socorro de milhões de pessoas diante da covid-19, conflitos e mudanças climáticas

Cenário na América do Sul é de tensão social, perda de renda e instabilidade política

Recuperação prevista para economia mundial não será suficiente para impedir que mundo tenha número inédito de pessoas em situação de vulnerabilidade

Se 2020 foi o ano da pandemia, 2021 será o momento de descobrir a dimensão de seu impacto social. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), há um risco real de que a vacina contra a covid-19 chegue apenas para uma parcela rica do planeta e que milhões de pessoas ainda tenham de esperar meses ou anos para serem imunizados. Enquanto isso, a crise humanitária deve se aprofundar e vai atingir um número recorde de 235 milhões de pessoas, exigindo um esforço inédito na história da organização.

A operação de resgate vai precisar de US$ 35 bilhões para sair ao socorro de um verdadeiro exército de famintos, destituídos e abandonados em locais como Síria, Venezuela, Paquistão, Haiti, Afeganistão, Iemen, Colômbia, Ucrânia e outros países..

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