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Confira o que você precisa saber para começar a sexta-feira (24):

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Dia teve mais um capítulo da novela Regina Duarte, Bolsonaro estudando reformulação ministerial que desagradaria Moro e Paulo Guedes pensando em “imposto do pecado”. Em BH, suspeita de Coronavírus é descartada pela Secretaria da Saúde.

Confira o que você precisa saber para começar a sexta-feira (24):

Novela Regina Duarte
O presidente Jair Bolsonaro, que está em viagem para a Índia, não fez sua tradicional live. Bolsonaro, no entanto, apareceu ao lado do ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, em um vídeo que foi gravado na quarta-feira (22) no Palácio do Alvorada. O presidente afirmou que a atriz Regina Duarte está “propensa” a ser secretária da Cultura no lugar de Roberto Alvim – demitido após divulgar um vídeo com frases semelhantes a um discurso de Joseph Goebbels, ministro do regime nazista de Adolf Hitler. “Ela está disposta, com gás e quer colaborar. Se Deus quiser, vai dar tudo certo”, disse.

Moro desprestigiado?
O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Se isso ocorrer, segundo ele, o ministro Sergio Moro permanecerá à frente da pasta da Justiça e perderá a sua principal bandeira até aqui: a queda nas taxas de homicídios, tendência iniciada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e acelerada agora. A declaração foi feita um dia depois de um o presidente ter dito em encontro com secretários de segurança pública que vai estudar reformular a estrutura ministerial.

De olho em 2022, Huck fala em Davos

O apresentador Luciano Huck atraiu a maior parte das atenções durante o painel que participou sobre os protestos de rua na América Latina na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, mas evitou polêmicas. Discorrendo sobre desigualdade, educação e ambiente, foi chamado em voz alta ao menos duas vezes de “próximo presidente do Brasil” pelo escritor e youtuber brasileiro Raiam Santos e pela secretária executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU, Alicia Bárcena Ibarra.

“Imposto do pecado”
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em Davos que pediu à sua equipe estudos para a criação de um “imposto do pecado”. Ele mencionou cigarros, bebidas alcoólicas e produtos com adição de açúcar como alvos potenciais de um novo tributo. Guedes defendeu a inclusão de produtos como refrigerantes, sorvetes e chocolates na nova taxação. Ele usou o termo “imposto do pecado” para defendê-la, mas disse que a expressão é acadêmica (do inglês “sin tax”) e não tem juízo moral. “Não é nada de costumes, Deus me livre.”

Suspeita de Coronavírus rejeitada
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais afirmou que o caso de uma paciente que esteve na China e que apresentou sintomas respiratórios não é mais um caso suspeito de infecção por uma nova cepa de coronavírus. O órgão disse que o registro do caso como suspeito de infecção por coronavírus foi feito por precaução e quando o órgão ainda não tinha as orientações do Ministério da Saúde sobre casos suspeitos.

SPFC x Governo Federal
O São Paulo entrou na Justiça contra o Governo Federal para não ser mais obrigado a oferecer meia-entrada em seus jogos. O argumento do São Paulo é de que a Lei 12.933/13 – que determina meia-entrada para idosos, deficientes, estudantes e jovens entre 15 e 29 comprovadamente carentes, em espetáculos artístico-culturais e esportivos – é uma intervenção indevida do Estado nas atividades econômicas do clube. O time acredita que o benefício deva existir, mas que o Governo deveria compensar o clube, arcando com os custos restantes.

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Brasil

ESTADO MAIOR | Bolsonaro perde força, General Braga Netto assume Brasil em acordo com militares

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Acordo das Forças Armadas coloca Braga Neto como “presidente operacional”

A deliberação dos militares já teria sido comunicada, “com os devidos cuidados”, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes, diz o site. “Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil.

O óbvio aconteceu. Oficialmente o general de Exército Braga Neto assumiu o comando do governo Bolsonaro em um cargo que os meios militares estão chamando de Estado-Maior do Planalto.

Segundo o site DefesaNet, porta-voz oficioso do meio militar, não foi uma simples indicação de Bolsonaro, mas resultado de reuniões complexas, um acordo “por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio Bolsonaro.

Segundo o site, ”sua “missão” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro”.

Não apenas isso.
“Ocorre após uma semana em que proliferavam ataques e notícias falsas, incluindo de setoristas que cobrem as Forças Armadas, em Brasília, com notícias delirantes sobre crítica dos militares ao governo.
A imprensa ansiosa por uma crise institucional, junto às oligarquias estaduais, mais a oligarquia do Congresso, não é apoiada pelos empresários e especialmente pelo sistema financeiro.
Este brincou no início da crise especulando contra o Real e na Bolsa, porém agora percebe que o risco de um possível crash bancário, pela TOTAL insolvência dos clientes, não pode ser descartado”.

Segundo o site, a frase do Comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, de que “talvez seja a missão mais importante da nossa geração”, foi traduzida como a luta contra o COVID-19. “Para os mais atinados, a mensagem foi clara”. Outro sinal, segundo o site, foi a Ordem do Dia alusiva a 31 de março, assinada pelos Ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e os três comandantes militares.

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Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

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