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Conheça a linha do novo IPhone 11 lançada hoje (10) pela Apple

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As novas versões da linha de celulares da Apple foram anunciadas nesta terça-feira (10) deixando o número romano de lado (olá, iPhone X) e a sopa de letrinhas dos modelos de 2018

A empresa preferiu usar iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max como nomes para seus três novos aparelhos. Os preços para o Brasil ainda não foram divulgados, assim como a data de lançamento, mas, nos Estados Unidos, o modelo mais básico custará US$ 699, valor, um pouco abaixo da versão XR, que chegou ao mundo custando US$ 749 no ano passado.

A grande novidade dos aparelhos é que agora as versões “Pro” funcionam com uma câmera tripla. Pois é, a Apple se rendeu e adotou um recurso já bem utilizado
Design O design mudou muito na parte de trás dos iPhones, o que confirma os rumores que circularem antes do anúncio oficial. A alteração foi feita para encaixar a terceira lente nos modelos “Pro” e acomodar um sensor na versão tradicional. Com isso, um quadrado no canto superior à esquerda passa a abrigar todas as câmeras e o flash. O iPhone 11 estará disponível em seis cores: roxo, verde, preto, branco, dourado e vermelho. Já os iPhones 11 Pro e Pro Max virão em quatro cores: verde, cinza, prata e dourado.

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Duelo histórico entre as Coréias do Norte contra o Sul no futebol sela novo momento diplomático. Veja como foi o jogo

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Terminou empatado em 0 a 0 o primeiro jogo oficial entre as vizinhas Coreia do Norte e Coreia do Sul, válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

O duelo histórico aconteceu em Pyongyang, capital norte-coreana. Além do fator histórico – os países estão oficialmente em guerra há quase 70 anos, a partida também ficou marcada por um aspecto “diferente”.

O regime da Coreia do Norte impediu a presença de público, transmissão de TV e até mesmo fotógrafos no estádio Kim II-sung.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi o único a receber autorização para acompanhar o confronto.
A promessa norte-coreana é de enviar um DVD para o país vizinho com imagens do jogo. Os dois países já se enfrentaram em Pyongyang no início dos anos 90 em um amistoso

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Aos 97 anos, John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar o Nobel

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Americano ganhou o Nobel de Química pelo desenvolveu baterias de íons de lítio. Professor da Universidade do Texas, cientista vai quase todos os dias ao laboratório.

O americano John B. Goodenough, de 97 anos, passou a ser a pessoa mais velha a ganhar um prêmio Nobel. Ele ganhou nesta quarta-feira (9) o Nobel de Química ao lado do britânico M. Stanley Whittingham e do japonês Akira Yoshino.

Goodenough nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em Engenharia na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Nobel de Química vai para trio que desenvolveu baterias de íons de lítio

Olof Ramström, membro do comitê do Nobel e professor de Química na Universidade de Massachusetts em Lowell, nos Estados Unidos, afirmou que Goodenough é um “cientista fantástico”.

“Ele trabalha nessa área há muitos, muitos anos, e nunca se aposentou. Então ainda está trabalhando até essa idade. Ainda vai ao laboratório quase todos os dias, até onde eu sei. E ainda está dando contribuições à comunidade no que diz respeito à ciência e ao desenvolvimento de baterias”, declarou.

Nobel de Química 2019

John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 2019 pelo desenvolvimento de baterias de íon de lítio

Descoberta no início da década de 70, as baterias são usadas em celulares, notebooks e carros elétricos. Veja o perfil dos outros vencedores:

  • M. Stanley Whittingham, de 77 anos, é professor na Universidade Binghamton, parte da Universidade Estadual de Nova York, também nos Estados Unidos.
  • Akira Yoshino, de 71 anos, é professor na Universidade Meijo, em Nagoya, no Japão, e Membro Honorário da corporação Asahi Kasei, em Tóquio.
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