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Conheça a linha do novo IPhone 11 lançada hoje (10) pela Apple

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As novas versões da linha de celulares da Apple foram anunciadas nesta terça-feira (10) deixando o número romano de lado (olá, iPhone X) e a sopa de letrinhas dos modelos de 2018

A empresa preferiu usar iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max como nomes para seus três novos aparelhos. Os preços para o Brasil ainda não foram divulgados, assim como a data de lançamento, mas, nos Estados Unidos, o modelo mais básico custará US$ 699, valor, um pouco abaixo da versão XR, que chegou ao mundo custando US$ 749 no ano passado.

A grande novidade dos aparelhos é que agora as versões “Pro” funcionam com uma câmera tripla. Pois é, a Apple se rendeu e adotou um recurso já bem utilizado
Design O design mudou muito na parte de trás dos iPhones, o que confirma os rumores que circularem antes do anúncio oficial. A alteração foi feita para encaixar a terceira lente nos modelos “Pro” e acomodar um sensor na versão tradicional. Com isso, um quadrado no canto superior à esquerda passa a abrigar todas as câmeras e o flash. O iPhone 11 estará disponível em seis cores: roxo, verde, preto, branco, dourado e vermelho. Já os iPhones 11 Pro e Pro Max virão em quatro cores: verde, cinza, prata e dourado.

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Presidente do Irã anuncia reativação de central nuclear e EUA acende sinal de alerta

País está descumprindo os termos do acordo para pressionar EUA

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O presidente do Irã, Hassan Rohani, anunciou nesta terça-feira (5) que o país retomará amanhã o enriquecimento de urânio na sua central atômica de Fordo, que fica a 180 km da capital Teerã.
Trata-se de mais um passo do Irã que descumpre os termos do acordo nuclear de 2015, assinado com o chamado grupo “5+1”, formado por Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha.
O gesto vem após o fim de mais um ultimato aos parceiros europeus para convencerem os Estados Unidos a retomarem o acordo e retirarem as sanções contra o Irã.

Assinado na gestão de Barack Obama, o acordo nuclear com o Irã foi duramente criticado pelo sucessor, o atual presidente Donald Trump. No ano passado, Trump decidiu retirar de maneira unilateral os EUA do tratado, que colocava limites ao enriquecimento de urânico pelo Irã, em troca da retirada das sanções internacionais. De acordo com Rohani, o Irã iniciará a produção de urânio enriquecido nas 1.044 centrífugas do tipo IR-1 em Fordo, unidade que estava inativa desde 2015.

“A partir de amanhã, começaremos a injetar gás (urânio em estado gasoso) em Fordo”, informou o presidente, em referência ao procedimento para produzir urânio enriquecido em isótopo 235.

“Todas as ações que o Irã tomará estarão sob a supervisão da Organização Internacional de Energia Atômica (AIEA) e, como as anteriores, essa decisão é reversível”, garantiu. Ontem, o líder da Organização para Energia Atômica de Teerã, Ali Akbar Salehi, tinha informado que o Irã estava operando 60 centrífugas avançadas IR-6 para enriquecimento de urânio.

As centrífugas IR-6 podem produzir urânio enriquecido a uma velocidade 10 vezes superior ao modelo IR-1, de primeira geração.

A Rússia disse considerar como “preocupantes” os planos do Irã, pois um colapso do acordo nuclear não gera “nada de bom”. A União Europeia adotou o mesmo tom: “Estamos preocupados com o anúncio do presidente Rohani”, admitiu a porta-voz da Comissão Europeia.

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Trump não atende pedido de Bolsonaro e veta carne bovina brasileira

Estados Unidos mantêm veto à carne bovina do Brasi Decisão frustra o governo, que esperava fim do mebargo após pedido de Bolsonaro ao presidente americano Donald Trump

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Dois anos após fecharem o mercado para a carne bovina do Brasil, as autoridades sanitárias dos Estados Unidos não se convenceram que o produto está de acordo com as normas exigidas por aquele país e optaram por adiar por mais tempo uma decisão. A manutenção do veto frustrou o governo brasileiro, que esperava o fim do embargo ainda este ano.
O fim da restrição à carne bovina brasileira foi pedido pelo presidente Jair Bolsonaro, em março último, durante um encontro, em Washington, com o presidente Donald Trump. Meses depois, uma missão de técnicos americanos visitou frigoríficos brasileiros, mas eles não ficaram satisfeitos com os resultados e pediram informações adicionais. Uma nova missão virá ao Brasil.

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