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Coreia do Norte: mundo vai testemunhar nova arma estratégica

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A imprensa estatal da Coreia do Norte disse que o líder do país, Kim Jong Un, afirmou em uma sessão plenária do Comitê Central do governista Partido dos Trabalhadores que o mundo vai testemunhar a nova arma estratégica do país em um futuro próximo.

No discurso, Kim disse que os Estados Unidos prolongaram as negociações. Ele afirmou que falaram sobre um reinício de diálogo apenas para passar o final de ano sem problemas.

A Coreia do Norte havia definido unilateralmente o final do ano como prazo para os EUA apresentarem avanços nas negociações sobre desnuclearização

com a Coreia do Sul.

Ele indicou que não há espaço para seu país ficar preso ao comprometimento unilateral com uma moratória.

O líder norte-coreano deu a entender que há possibilidade de um confronto potencialmente longo com os EUA. Ele disse que a amplitude e profundidade da dissuasão do país vai depender das futuras atitudes de Washington.

Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Kim Jong Un é “um homem de palavra”. Na terça-feira, em seu resort na Flórida, Trump disse à imprensa que tem uma ótima relação com Kim.

Donald Trump declarou que Kim Jong Un assinou um acordo sobre a desnuclearização durante seu encontro de cúpula em Cingapura e o exortou a evitar atos de provocação.

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Covid-19: vacina de Oxford produz resposta imunológica “robusta” em idosos

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Resultados preliminares dos testes realizados com a vacina da AstraZeneca contra o novo coronavírus, desenvolvida em parceria com a universidade de Oxford, mostraram uma resposta imunológica “robusta” em idosos. A informação é do jornal Financial Times.

Além disso, de acordo com o veículo, idosos tiveram pouca reações adversas à substância. Os resultados mostram que a vacina desencadeia a produção de anticorpos e células T em grupos de pessoas com idade mais avançada. Os detalhes devem ser publicados em breve em um veículos científicos.

A vacina da AstraZeneca já havia demonstrado bons resultados no grupo de adultos saudáveis (de 18 a 55 anos), de acordo com dados divulgados em julho.

“É encorajador ver que as respostas de imunogenicidade foram semelhantes entre adultos mais velhos e mais jovens e que as reações adversas foram menores em adultos mais velhos, onde a gravidade da doença covid-19 é maior”, afirmou um porta-voz da AstraZeneca à agência Reuters.

No Brasil, o imunizante é desenvolvido em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e o país deve adquirir 30 milhões de doses, independentemente do resultado dos testes. Mais 70 milhões de unidades podem ser produzidos de acordo com o avanço dos estudos. Ao todo, mais de cinco mil voluntários já participaram de estudos clínicos por aqui.

Outra vacina, a Coronavac, monopolizou as manchetes durante toda a semana passada depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), fez críticas à credibilidade do imunizante por sua origem, numa crítica à China.

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Às vésperas da eleição, Trump pressiona Brasil em busca de boas notícias nas relações exteriores

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vinda ao Brasil da delegação dos Estados Unidos para anunciar um pacote com medidas que facilitam o comércio rapidamente se transformou em uma oportunidade de pressionar o País contra a presença da empresa chinesa Huawei no leilão do 5G.

Na avaliação de analistas ouvidos pelo Estadão, além de interesses comerciais, o governo de Donald Trump tenta gerar boas notícias nas relações exteriores, às vésperas das eleições americanas. Em um movimento contra a participação dos chineses no leilão de 5G, os americanos disseram estar dispostos a financiar “qualquer investimento” no setor de telecomunicações.

Uma delegação de autoridades americanas em visita ao Brasil atacou a China e deixou claro que espera que o País escolha empresas de outras nacionalidades. “Faz parte do ideário de Trump, de colocar oposição à China como principal item de sua política externa, embora as simplificações de comércio, como as que foram assinadas, não levem necessariamente a um acordo de comércio, já que o governo americano não pode negociar algo assim sem autorização do Congresso”, diz o ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa.

Ele avalia que a delegação americana aproveitou a viagem para oferecer empréstimos e facilidades ao Brasil, “colocando uma ‘cenourinha’ para que o Brasil exclua a China do leilão”. Para o consultor, o mais prudente seria que o Brasil esperasse o resultado das eleições nos EUA antes de decidir sobre o 5G. Para o também ex-embaixador Rubens Ricupero, que já foi ministro da Fazenda, é de interesse de Bolsonaro o anúncio de medidas de desburocratização do comércio com os americanos, para tentar tirar a impressão de que o Brasil só perdeu até agora nas negociações com a Casa Branca. “O Brasil só dá boas notícias para Trump, como na cota de isenção de tarifa para o etanol americano.

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