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Covid-19: Brasil tem 133.119 mortes e 4.382.263 casos confirmados, dizem secretarias de Saúde

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O número de casos do novo coronavírus no Brasil subiu para 4.382.263 e o total de mortes chega a 133.119. Os dados, divulgados na noite desta terça (15), constam no painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 36.653 casos novos e também foram constatados mais 1.113 óbitos no período, segundo os dados divulgados pelo Conass. Na segunda (14), o país tinha 132.006 mortes e 4.345.610 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

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Brasil

Sob pressão ambiental pela segunda vez, Bolsonaro dirá na ONU que foi bem na pandemia e que Brasil alimenta o mundo

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Sob intenso escrutínio mundial por seu desempenho na condução do Brasil durante a pandemia de coronavírus e pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal, ainda mais intensas do que em 2019, o presidente Jair Bolsonaro abrirá na próxima terça-feira (22/09), a 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Em um discurso gravado ainda na semana passada, ele deve defender que o país não só teve um bom desempenho doméstico na crise sanitária como garantiu a segurança alimentar de um bilhão de pessoas ao redor do mundo graças ao agronegócio nacional, alvo real daqueles que criticam a atual gestão ambiental brasileira, segundo a interpretação do governo.

Com mais de 4,5 milhões de infectados e 135 mil mortos por covid-19, o governo brasileiro adotou postura contrária a medidas de isolamento social e ao uso de máscara, recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e advogou por tratamentos à doença sem comprovação científica, como a hidroxicloroquina. Mas a recente tendência de queda no número de novos contágios e mortes no país deve dar a Bolsonaro subsídios para argumentar que a situação do Brasil parece sob controle..

Ele também deve dizer que graças à sua resistência em determinar a paralisação das atividades econômicas e ao auxílio-emergencial de R$ 600 mensais recebido por mais de 60 milhões de brasileiros, o chamado “coronavoucher”, a economia brasileira seguiu em funcionamento e as perspectivas de recessão do país não são tão severas quanto as de outras nações emergentes, como a Índia. O impacto do auxílio no bolso de parcela relevante da população é apontado por especialistas como uma das explicações para as taxas de popularidade atuais do presidente, que chegou a estudar meios para tornar permanente ao menos parte do programa

Bolsonaro vai defender sua atuação na pandemia e sugerir que as críticas a ela eram mera perseguição política”, afirma a professora de relações internacionais Elaini da Silva, da PUC-SP.

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Após seis meses, Senado retoma nesta segunda-feira sessões presenciais com ‘drive-thru’

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Senadores vão retomar as votações semipresenciais em Brasília nesta segunda-feira, após seis meses em sessões remotas devido à pandemia de Covid-19. Na pauta, a sabatina de 33 embaixadores indicados pelo governo de Jair Bolsonaro que já receberam sinal verde dos governos dos países de destino, mas aguardam autorização dos senadores para assumir os postos para os quais foram designados no exterior, e também a apreciação de nomes indicados para tribunal e conselho superiores.

Desde março, uma adaptação no sistema do Senado permitiu manter votações remotas para projetos de leis e emendas à Constituição, evitando que parlamentares de grupos de risco tivessem de sair de casa. Porém, a equipe de tecnologia da Casa não conseguiu garantir o sigilo para as votações secretas, como as indicações de autoridades, e elas se acumulam desde o final do ano passado. Nestor Forster, por exemplo, que vai representar o Brasil na Embaixada dos Estados Unidos em Washington, aguarda sua sabatina há dez meses.

Para receber os senadores com segurança, as salas das comissões foram preparadas para garantir o distanciamento social. As cadeiras ganharam adesivos para destacar quais poderão ser usadas e quais ficam impedidas. Dentro das comissões, só será permitida a presença dos parlamentares e de funcionários essenciais. Cinco totens de votações também foram espalhados pela Casa, dois deles estão na chapelaria, onde parlamentares em grupo de risco vão poder registrar seus votos sem descer dos carros, em um sistema drive-thru.

Nesta segunda-feira, as votações começam na Comissão de Relações Exteriores (CRE), onde haverá a apreciação das 33 autoridades que representarão o Brasil no exterior. Já na terça-feira, as atividades serão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com a análise de três nomes para o Superior Tribunal Militar (STM) e um para a Corregedoria-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De terça a quinta, os nomes apreciados pelos colegiados vão passar pela análise dos parlamentares no plenário do Senado. 

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