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Brasil

Cresce o número de trabalhadores informais no país

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IBGE diz que 12,8 milhões de brasileiros seguem desempregados e 11,5 trabalhadores não têm carteira assinada em todo país.

Já a população desocupada ficou em 12,6 milhões de pessoas no trimestre finalizado em julho, 4,6% abaixo do mês de abril, o que representa 609 mil pessoas fora do mercado de trabalho.
Mas afinal, por que tantas pessoas estão fora do mercado de trabalho?
Se você já procurou, sabe que encontrar um emprego não é uma tarefa das mais fáceis.

E essa dificuldade aumenta quando não sabemos como nos posicionar na hora de disputar por uma vaga de emprego.

Diante disso, é preciso encontrar estratégias para facilitar a busca por um emprego e garantir-se no mercado de trabalho.

Como me tornar atraente aos olhos dos Empregadores
A empregabilidade é a perspectiva de uma pessoa tornar-se atraente para os empregadores.

Isso significa ter as competências que o empregador precisa no momento. As competências individuais é que capacitam o indivíduo para o trabalho. A pessoa deve estar preparada para as exigências das organizações, estar atenta para as necessidades delas, e assim, manter-se em condições de continuar empregada ou de conseguir novas oportunidades de trabalho.
Ainda que as qualificações acadêmicas sejam de extrema importância, é preciso enxergar o currículo de forma ampla. Além das habilidades técnicas o histórico profissional colaborar para um alto índice de empregabilidade, informações tais como: estabilidade profissional, tempo de experiência na função, histórico de remuneração, promoções entre outros colaboram para formar o índice.

Entende-se por empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de habilidades e competências agregadas por meio do conhecimento específico e pela multifuncionalidade, as quais tornam o profissional apto à obtenção de trabalho dentro ou fora da empresa.

O mercado de trabalho atual está cada vez mais competitivo, buscando profissionais com habilidades e competências

PRISCILA GONÇALVES DA SILVA

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Brasil

LUTO | Brasil tem recorde de mortes de Coronavírus em 24 horas com 1.349 óbitos registrados

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Brasil registra 1.349 mortes por coronavírus e bate novo recorde diário; total é de 32.548

Em apenas 24 horas, foram contabilizados mais 28.633 casos de Covid-19; país chega a 584.016 confirmações.

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (3) seu mais recente balanço com as atualizações de casos e mortes por complicações do coronavírus Sars-Cov-2 no Brasil. Os principais dados são:

32.548 mortes, eram 31.199 na terça (2)

Foram 1.349 registros de morte incluídos em 24 horas

584.016 casos confirmados, eram 555.383 na terça

Foram incluídos 28.633 casos em 24 horas

312.851 pacientes estão em acompanhamento (53,6%)

238.617 pacientes estão recuperados (40,9%)

O balanço da quarta-feira registrou também 408 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.115 suspeitas que estão sob investigação.

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Brasil

Bolsonaro diz não ao socorro para estados e Rodrigo Maia costura pra derrubar veto presidencial

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Setores do Congresso Nacional se movimentam para que o veto do presidente Jair Bolsonaro que impediu repasses de R$ 8,6 bilhões para estados e municípios  seja derrubado.

O projeto original aprovado pelo Congresso previa a extinção do Fundo de Reserva Monetária, mantido Banco Central, e a destinação dos recursos para o enfrentamento da pandemia. Mas Bolsonaro vetou todos os dispositivos que vinculavam o uso do dinheiro à batalha contra o coronavírus.

Vetos presidenciais precisam ser confirmados por deputados e senadores em sessão conjunta. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tenta negociar com o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) uma data para análise dos vetos.Vetos presidenciais precisam ser confirmados por deputados e senadores em sessão conjunta. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tenta negociar com o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) uma data para análise dos vetos.

“Desde ontem estamos cobrando do presidente Davi que reúna o congresso presencialmente para apreciar os vetos ao PLS 873 (ampliação do auxílio emergencial) e ao PLP de ajuda aos estados. Vamos incluir mais esse na cobrança”.

Davi Alcolumbre disse na sessão do Senado desta quarta-feira que pretende convocar uma sessão do Congresso na próxima semana.

O deputado Luís Miranda (DEM-DF), que foi relator do texto na Câmara, disse que a ação de Bolsonaro representa uma quebra de compromisso assumido pelo governo.

“Houve acordo com o governo, a gente consultou o Ministério da Economia e o Banco Central. O líder do governo no Senado foi o relator da matéria quando chegou ao Senado”, declarou ao Congresso em Foco Premium.

O deputado do DEM afirmou que o presidente centraliza as ações do governo e que diálogos construídos entre ministros e Congresso perdem a força na gestão de Bolsonaro.

“A revolta de todo mundo é que parece que o presidente quer mandar um recado para o Congresso dizendo que é ele que manda, não adianta falar com os ministros dele, falar com a equipe técnica dele, ter pareceres do governo porque o governo é de um homem só. O veto vai ser derrubado”.

A decisão de Bolsonaro foi amplamente criticada nas redes sociais, sobretudo por congressistas de oposição.

No entanto, pelo menos por enquanto, as críticas em relação a matéria não tem reverberado nos partidos do Centrão, que estão se aproximando do governo. O bloco informal de centro e direita ainda não se posicionou sobre o tema.

O líder do Solidariedade na Câmara, Zé Silva (MG), disse que ainda não há uma articulação dos partidos sobre o veto.

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