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Delegado Waldir é ‘vaiado’ nas redes sociais por não aprovar leis

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Após reclamar do governador Ronaldo Caiado (DEM) nas redes sociais, o deputado federal Delegado Waldir (PSL) conseguiu ainda mais críticas para sua atitude, considerada traiçoeira na base caiadista.

No Facebook, por exemplo, um leitor e seguidor disse que o delegado não tem competência e personalidade para cobrar Caiado em 100 dias. Waldir disse que Caiado foi vaiado.

Se Caiado foi vaiado, como bem disse Waldir, ele também foi com as críticas nas redes.

Motivo das ‘vaias’ contra o delegado: durante todo seu último mandato e também pedaço de outro em que rapidamente assumiu, segundo o seguidor, Waldir não conseguiu aprovar um único projeto de lei. Ou seja, em quase 1500 dias de atuação parlamentar, o delegado não cumpriu a meta principal e elementar de um mandato: representar seus eleitores com a aprovação de uma lei.

O delegado tentou argumentar com alguns cards publicitários, mas o seguidor foi na jugular. Disse que é estudante de direito e sabe bem a diferença de um projeto de lei (que qualquer deputado pode apresentar) de uma lei aprovada e que consta com numeração.

O Goyaz procurou pela lei aprovada do delegado Waldir no site indicado por ele e não encontrou o número.

O delegado conseguiu aprovar projetos dentro da Congresso Nacional, mas que ainda não foram sancionados como lei.

Todos que acompanham os bastidores da política sabem que o Delegado Waldir, na verdade, está mais interessado na divisão de espaços do governo Caiado. Ele deu varias indicações disso para companheiros.

Delegado Waldir acredita que contribuiu com Caiado. Com certeza ajudou e muito como militante. Mas Caiado já acumulava capital político antes mesmo do delegado saber o nome das principais avenidas de Goiânia.

A votação de Caiado parece ter mais a ver com sua trajetória de deputado e senador de destaque nacional por debater grandes temas do que por ser um deputado governista ou por ter apoio de políticos iniciantes.

O delegado tem seus méritos e representa bem Goiás, apesar de não conseguir aprovar as leis que  propõe para a área de segurança pública.

Outro fator que pesa é que o delegado não tem poder de votos em majoritárias como ficou provado quando disputou a Prefeitura de Goiânia, em 2016.

Na ocasião, o delegado teve pouco mais de 71 mil votos, menos do que quando disputou o mandato de deputado federal.

Talvez tenha acontecido o contrário, não fosse a onda Bolsonaro e Caiado, que ocorreu em Goiás, ele teria perdido sua eleição.

Nos bastidores comenta-se que o delegado tende a perder espaço para o deputado federal Major Vitor Hugo  (PSL), considerado equilibrado no jogo político, leal ao governador Caiado e a Jair Bolsonaro.

 

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Professor da Fiocruz apoia isolamento intercalado em Goiás: “Medida é extremamente correta

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Três professores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram nesta semana uma visita a Goiás, ocasião em que avaliaram todos os dados sobre a pandemia da Covid-19, bem como as estratégias adotadas pelo governo estadual para evitar colapso no sistema de saúde. Com a conclusão dos trabalhos, o professor, pesquisador e médico sanitarista Daniel Soranz disse aprovar 100% a estratégia de isolamento social intermitente adotada por força de decreto pelo governador Ronaldo Caiado. “É uma medida extremamente correta”, frisou.

Ao longo de dois dias, Daniel e as professoras Paula Travassos e Andara Moreira fizeram uma série de visitas, inclusive ao Hospital de Campanha (Hcamp) de Goiânia, estruturado pelo Governo de Goiás, e à Vigilância Epidemiológica. “Verificamos o andamento da coleta de dados, as estatísticas e chegamos à conclusão de que esses 14 dias de isolamento social serão muito importantes”, salientou.

O professor pesquisador informou que os estudos realizados pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e que têm norteado as ações no Estado, “são excelentes” e devem, sim, ser considerados por projetarem a realidade da pandemia. A partir do último estudo, o governador decretou uma quarentena intermitente, começando com 14 dias de regras mais rígidas quanto ao funcionamento do comércio, e depois 14 dias de flexibilização. A estratégia visa evitar o colapso no sistema de saúde. A projeção da UFG é que o método, associado a um rastreamento de contatos, possa salvar mais de 10 mil vidas até setembro.

Daniel acredita que a baixa taxa de mortalidade em Goiás, quando comparada a outros Estados, está diretamente relacionada às ações preventivas que Caiado já tomou até aqui. Uma delas, exemplificou, foi o isolamento social adotado tão logo foram registrados os primeiros casos locais de Covid-19, contribuindo com o achatamento da curva de contaminação. “Também destaco todo o investimento na saúde e assistência ao paciente”, reforçou.

O pesquisador da Fiocruz elogiou o empenho da equipe clínica que trabalha nos hospitais de campanha, e também a estruturação das unidades de saúde promovida pelo Governo de Goiás. “Vale ressaltar a importância disso: a maioria dos hospitais vai ficar de legado, ou seja, poderão ser utilizados pela população depois que a pandemia passar”, enfatizou. Considerando só as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Caiado já inaugurou mais de 100 leitos em cidades como Catalão, Luziânia, Trindade, Porangatu, Águas Lindas e Itumbiara.

Tal legado mencionado por Daniel é uma das marcas que Caiado tem trabalhado para deixar em Goiás. Antes mesmo da pandemia, o governador já estava promovendo a regionalização da saúde, levando estrutura permanente para atendimentos especializados a todas as regiões do Estado. A ideia é acabar com a chamada “ambulancioterapia”, quando o paciente era submetido a longas viagens em busca de tratamento nos hospitais de Goiânia.

A Fiocruz realiza esse apoio técnico e institucional em Goiás a pedido de Caiado, que tem buscado diálogo com comunidades científicas e médicas em busca das decisões mais assertivas para combater a pandemia. “Viemos para desenhar uma análise conjunta e propor alguma correção de rumo ou reestruturação, mas não foi nada disso que a gente viu. O Estado tomou todas as medidas no tempo correto”, observou Daniel. “A parceria vai continuar para análise dos dados”, completou.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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Goiás é o quinto estado com menos mortes de Covid-19

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Confira a lista divulgada pelo site In Loco

Em primeiro lugar aparece o Mato Grosso do Sul com 107 mortes. Tocantins, Acre e Romania surgem respectivamente em seguida em números de óbitos. Goiás está em quinto lugar lugar com 586. Veja abaixo a cartela

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