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Depois de matar 132 mil, Covid-19 já é a maior causa de mortes no Brasil em um único ano

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Depois de causar mais de 132 mil mortes no Brasil, a Covid-19 se tornou a causa-morte com mais vítimas em um único ano já registrado no país. A informação é do UOL, que analisou os dados do SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade), do Ministério da Saúde, que contabilizam essas informações desde 1979.

No último final de semana, o primeiro óbito motivado pelo novo coronavírus completou seis meses. A primeira morte brasileira pela doença ocorreu em 12 de março, de acordo com o Ministério da Saúde.

Entre os “líderes” desse ranking, as doenças isquêmicas do coração (infarto, incluso) lideraram historicamente a lista no Brasil, atingindo seu auge em 2018, com 116 mil óbitos em 12 meses.

A pneumonia sempre foi a mais letal no quesito “doenças respiratórias” e teve seu recorde também em 2019, quando causou 83 mil óbitos.

O câncer tem como um dos seus tipos mais letais o de pulmão. A doença, contudo, está longe da marca estabelecida pela Covid-19, já que nunca ultrapassou 30 mil mortes em um ano.

Segundo o UOL, as mortes por Covid-19 já superam o dobro do recorde histórico de homicídios do país, registrado em 2017, quando 62 mil pessoas perderam a vida por esse crime violento. As vítimas provenientes de acidentes de trânsito, por sua vez, atingiram o recorde em 2012, ainda assim muito abaixo do novo coronavírus: 46 mil vítimas.

De acordo com os números do Conass (Conselho Nacional do Secretários de Saúde), o Brasil registra 132.006 mortes e 4.356.610 casos confirmados de Covid-19. No mundo, o país é o segundo com mais óbitos (atrás somente dos EUA) e o terceiro com mais casos confirmados (atrás de EUA e Índia).

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AGENDA | Confira aqui a agenda do governador Ronaldo Caiado para esta terça-feira

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), cumpre agenda nesta terça-feira 22, com dois compromissos oficiais: inauguração de hangar do corpo de bombeiros e entrega de ambulâncias

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Comissão do Senado chama Ernesto Araújo para explicar visita de Pompeo

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A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta segunda-feira um convite para o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, explicar a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, a Roraima, na última semana, depois de um grupo tentar barrar as sabatinas de indicados para embaixadas marcadas para esta semana.

De acordo com o senador Telmário Mota (PROS-RR), o ministro já aceitou o convite e a audiência acontecerá na próxima quinta-feira.

A senadora Kátia Abreu (PP-TO), membro titular da comissão, disse que a intenção é que Araújo dê explicações convincentes sobre a visita, da qual ele participou pessoalmente. Na visita a Boa Vista, de pouco mais de três horas, Pompeo fez críticas ao governo da Venezuela e disse que chegará o dia da queda do presidente do país, Nicolás Maduro.

A visita foi encarada como um operação midiática do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, em um momento em que o presidente norte-americano está em campanha para reeleição e, de acordo com as últimas pesquisas, atrás do democrata Joe Biden nos levantamentos nacionais.

“Se as explicações não convencerem os senadores, aprovaremos uma moção de censura contra o chanceler. Isso afeta diretamente a carreira e a reputação do diplomata”, disse a senadora.

Durante o final de semana, um grupo de senadores, incluindo Kátia e Telmário, entre outros, articulou uma reação à atuação do Executivo no apoio à visita do secretário norte-americano, e foi cogitada a suspensão das sabatinas dos indicados para chefiarem embaixadas.

Para serem indicados aos cargos aos quais foram designados, os diplomatas precisam passar por essa etapa, terem seus nomes aprovados na comissão e depois no plenário do Senado. Nesse momento, a CRE tem 32 nomes represados, inclusive o do indicado a embaixador na Argentina, Reinaldo de Almeida Salgado.

Na sessão, o presidente da comissão, Nelsinho Trad (PSD-MS), defendeu que as sabatinas deviam seguir como marcadas para evitar mais prejuízo às relações internacionais do país. No que então aprovou-se o convite e uma nota de repúdio.

A visita de Pompeo, a 40 dias das eleições norte-americanas, foi vista por vários parlamentares como uma interferência indevida do governo brasileiro no processo, ao dar palanque ao governo Trump, o que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem feito com alguma regularidade ao destacar sua preferência pela reeleição de Trump.

Além disso, a presença de Pompeo dando declarações agressivas contra o governo venezuelano também foi considerado uma violação da tradicional política de independência e não intervenção da diplomacia brasileira.

Em nota, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o episódio “afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa.”

Bolsonaro defendeu a visita em suas redes sociais. “A visita do secretário de Estado @SecPompeo à Operação Acolhida, em Boa Vista/RR, em companhia do @ItamaratyGovBr (Ministro @ernestofaraujo), representa o quanto nossos países estão alinhados na busca do bem comum”, escreveu, acompanhado de uma foto sua com Trump.

Nesta segunda, o vice-presidente Hamilton Mourão minimizou o caso. “Um pessoal criticou, eu respeito as críticas de ex-chanceleres, do presidente da Câmara, mas eu não vi nada demais. Nós temos um alinhamento com os Estados Unidos desde a época da nossa independência”, disse a jornalistas ao chegar no Palácio do Planalto. “Pompeo foi ver uma operação do Estado brasileiro, organizada pelo Exército.”

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