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Em novo decreto, Caiado prorroga abertura do comércio por prazo indeterminado

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Em decreto nº 9.700, publicado em suplemento do Diário Oficial na noite desta segunda-feira (27/7), o governador Ronaldo Caiado prorrogou, por tempo indeterminado, o período de funcionamento das atividades econômicas previsto no caput do artigo 2º do decreto 9.653, de 19 de abril de 2020, que se encerraria na data de hoje. A medida, entretanto, poderá ser revista a qualquer momento, conforme análise da evolução da situação epidemiológica. Um dos parâmetros é a taxa de ocupação de leitos de UTI, que tem se mantido abaixo de 85% no Estado nos últimos 15 dias.

O decreto leva em consideração a nota técnica nº 12/2020 da Secretaria de Estado da Saúde, que recomenda a manutenção das atividades econômicas em funcionamento e excetuadas, mantendo a rigorosa atenção e fiscalização aos protocolos sanitários gerais e específicos estabelecidos pela vigilância em Saúde. Também tem como base a Portaria nº 454, de 20 de março de 2020, do Ministério da Saúde, que declarou, em todo o território nacional, o estado de transmissão comunitária do novo coronavírus (Covid-19).

Desta forma, bares e restaurantes continuam com autorização para funcionar utilizando somente 50% da capacidade de acomodação de clientes. Eventos esportivos também podem ser promovidos, desde não haja presença de público. Ainda seguem liberadas para funcionamento academias poliesportivas e as atividades religiosas presenciais.

Os atendimentos presenciais nas unidades do Vapt Vupt, localizadas na capital e no interior, igualmente permanecem sendo realizados seguindo os protocolos de segurança para conter a propagação do novo coronavírus. Para ter acesso ao serviços, é preciso realizar agendamento prévio no site www.vaptvupt.go.gov.br ou no portal Goiás Digital www.go.gov.br. Serão disponibilizados os procedimentos que já estavam sendo realizados desde o início da pandemia, como parte dos serviços do Ipasgo e Detran, e os atendimentos de órgãos como Economia, Saneago, Sine e SSP (para emissão de Carteira de Identidade Emergencial).

*Restrições*

Eventos públicos ou privados com aglomeração de pessoas continuam proibidos. Fazem parte da lista a utilização dos espaços comuns de condomínios residenciais destinados a lazer; salas de cinema; teatros; casas de espetáculos; boates; salões de festas e jogos; clubes recreativos ou parques aquáticos. Também permanecem suspensas as aulas presenciais de instituições de ensino público e privadas, bem como visitas a presídios ou centros de detenção para menores e visitas a pacientes internados com diagnóstico de Covid-19, salvo algumas exceções.

*Secretaria da Comunicação – Governo de Goiás*

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“A água do João Leite chegará à Aparecida”, diz Caiado ao conferir obras da Saneago com investimentos de R$ 73,7 milhões

No total, mais de 370 mil habitantes em mais de 80 bairros serão beneficiados com a regularidade e a qualidade no abastecimento de água, e o fim da dependência de poços artesianos

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“A água do [Ribeirão] João Leite vai chegar em Aparecida, garantindo qualidade e a regularidade no abastecimento. Estas são a diferença e a importância dessa obra para todas as famílias de Aparecida de Goiânia”, anunciou o governador Ronaldo Caiado, nesta terça-feira (11/08), durante primeira visita à frente de serviços da etapa 2 do Linhão Central, na cidade. “É inadmissível as pessoas viverem como viviam aqui, quando ficavam dois, três meses sem água potável e sem condições de subsistência”, complementou o líder, que autorizou o início dos trabalhos em janeiro deste ano.

A visita técnica aos canteiros de obras nos setores Residencial Storil e Independência contou com a presença do presidente da Saneago, Ricardo Soavinski, e do diretor de Operações da Companhia, Mauro Lessa. Em apenas sete meses, Caiado conferiu _inloco_ que mais de 50% do projeto já saiu literalmente do papel. Todas as etapas do sistema – Linhões Central e Sul –, depois de concluídas somarão R$ 73,7 milhões em investimentos, beneficiando mais de 370 mil aparecidenses, de mais de 80 bairros, com o fim de uma espera de décadas pelo abastecimento universal de água.

Com o sistema, o governador resolverá, de forma definitiva, a dependência que a população de algumas regiões ainda tem dos poços artesianos e até de outras formas de abastecimento. “As pessoas compravam de caminhões que forneciam água nas suas residências. É uma obra que tem uma importância enorme, tanto na área da saúde, quanto também na do meio ambiente, ao mesmo tempo em que melhora a vida das pessoas”, assinalou Caiado, que também reforçou a nova política de gestão do governo, em que a cada fase de qualquer empreendimento vencida, há medição, conferência do trabalho executado pela construtora licitada, a fim de garantir o correto uso do recurso público.

O presidente da Saneago também destacou a importância da obra. “Os linhões vão levar regularidade; essa água do João Leite vai chegar a cerca de 370 mil pessoas”, informou Soavinski sobre a conclusão do sistema que está sendo realizado. Ele informou que em janeiro do ano que vem, essa etapa 2 será inaugurada. “Está tudo correndo dentro do cronograma”, afiançou.

Prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha fez uma deferência especial a Ronaldo Caiado durante a visita técnica. “É a universalização dos sistemas de água e esgoto em nosso município. O volume de investimentos é vultuoso”, confirmou Gustavo.

Etapas

Somente o contrato da etapa no 2 do Linhão Central, visitada hoje, tem valor de R$ 27,6 milhões. Entre os bairros beneficiados estão Conde dos Arcos, Independência, Industrial Santo Antônio, Parque Hayala, Polo Empresarial de Goiás (2ª Etapa), Veiga Jardim (parte) e Vila Oliveira, abrangendo um total de 52 mil habitantes.

Além deste trecho, estão em andamento os trabalhos nas etapas 1 e 3 do Linhão Central e no Linhão Sul. O contrato deste último, no valor de R$ 25,3 milhões, prevê a implantação de centros de reservação, estação elevatória, redes de distribuição e adutoras, que vão atender 203 mil pessoas.

Já a etapa 1 do Linhão Central, com investimentos de R$ 7,1 milhões, abrange a ampliação do Booster Cascalho, responsável por incrementar em 200 litros por segundo a vazão de água para a Região Sul de Goiânia e Norte de Aparecida de Goiânia.

Por fim, a etapa 3 do Linhão Central conta com investimentos de R$ 13,7 milhões e se refere à construção do Centro de Reservação Veiga Jardim, estações elevatórias de água tratada e redes de distribuição. O trecho beneficiará uma população de 117 mil habitantes, sendo que parte da rede de distribuição de água do Parque Amazônia já está sendo atendida.

O Sistema de Linhões da Saneago é um conjunto constituído por redes de distribuição, adutoras, centros de reservação e boosters, que levará água do Sistema Produtor Mauro Borges para abastecer a população de Aparecida de Goiânia. Por ser uma obra complexa, foi dividida em etapas. A previsão é de que todos os linhões estejam concluídos até 2024.

Acompanharam a vistoria das obras da Saneago os secretários estaduais Andrea Vulcanis (Meio Ambiente) e Comunicação (Tony Carlo), além dos deputados federais Glaustin da Fokus e Zacharias Calil; e de vereadores de Aparecida e lideranças da região.

Fotos: Junior Guimarães

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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Estado

Indústria goiana cresce 5,4% em junho e fica em 1º lugar no País, segundo IBGE

O índice é comparativo ao mesmo período de 2019. Pandemia da Covid não impede desenvolvimento econômico de Goiás que, mês a mês, tem demonstrado números cada vez mais positivos e gerado emprego e renda

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A indústria de Goiás continua em expansão. É o que aponta a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (11/8): o setor industrial do Estado teve crescimento de 5,4% no último mês de junho comparado com o mesmo período de 2019.

Esse percentual coloca Goiás na primeira posição entre os Estados pesquisados pelo IBGE. Das 15 unidades federativas avaliadas, apenas três apresentaram resultados positivos – os outros dois são Pernambuco (2,8%) e Mato Grosso (1,6%). No cenário nacional, os números não são bons. Em junho de 2020, a indústria brasileira sofreu queda de 9% tendo em vista os dados de junho do ano passado.

Além de driblar as dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19 e continuar a se expandir levando em consideração os números de 2019, a indústria goiana, alavancada pelas ações do Governo de Goiás, tem apresentado crescimento mês a mês em 2020. A pesquisa do IBGE também demonstrou que o setor cresceu 0,7% em junho em relação ao mês anterior; e 3% em maio, comparado ao desempenho de abril.

O crescimento industrial deve vir acompanhado da geração de emprego e renda, sobretudo nas regiões mais vulneráveis do Estado. Dentro dessa política pública, o governador Ronaldo Caiado criou um programa de benefícios fiscais voltado à instalação de indústrias em municípios considerados prioritários, segundo o Índice Multidimensional de Carência das Famílias Goiás (IMCF). “Não posso ter, como governador, dois Estados, um com maior renda e outro com baixa renda e sem oportunidade de emprego. Precisamos igualar e tratar da mesma forma os 7,2 milhões de goianos”, destaca. O Norte e Nordeste goianos, além do Entorno do Distrito Federal, integram o projeto que oferece até 98% de incentivo fiscal.

Titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Adonídio Neto, avaliou os resultados e reafirmou que Goiás caminha em passos rápidos para ser o primeiro Estado a sair da crise provocada pela pandemia. “O Governo de Goiás tem foco nesse momento na recuperação das empresas, sobretudo as micro e pequenas; na geração de empregos e na regionalização do desenvolvimento. A atração de investimentos começa a mostrar resultados positivos”, diz o secretário.

Goiás na pesquisa

Os números da indústria de Goiás também indicam resultado positivo de 2,2% na variação dos últimos doze meses, o que dá ao Estado a segunda colocação, atrás apenas do Rio de Janeiro (4,4%). O Pará também registrou variação positiva de 0,4% nesse período. Os demais estados tiveram índices negativos na pesquisa do IBGE.

Já na pesquisa que avalia o acumulado do ano, de janeiro a junho, Goiás também ocupa a segunda posição com índice de 0,9%, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro (2,3%). Os demais locais pesquisados, incluindo o Brasil), tiveram resultados negativos.

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