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Eu, você e o mundo: todos juntos contra à pandemia

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Uma partícula de 0,00012 centímetro de diâmetro, que se multiplicou e se dispersou pelos quatro cantos do globo, está nos fazendo, à custa de lágrimas, medo e ansiedade, reescrever a história. Um adversário invisível a olho nu, que depende das nossas células para viver e se propagar e assusta por nos expor ao imprevisível e ao imponderável. Um vírus, que saltou de uma espécie animal para o corpo humano, viajou em voos internacionais e, em menos de três meses, armou uma pandemia.

Não esperávamos que seria tão grave e doloroso. Chegamos a pensar que, a exemplo de outros surtos de coronavírus, aquilo ficaria restrito a um pedaço do mundo. Erramos. A natureza surpreende — para o bem e para o mal.

Entre aqueles que o julgaram uma gripezinha (num achismo irresponsável) e os que vaticinaram uma nova e apocalíptica gripe espanhola, rezamos para que a ciência nos dê respostas e soluções céleres. Porque o vírus segue seu ímpeto de transmissão veloz e, sobretudo para alguns grupos, provoca tristes complicações.

Não é apenas o sistema de saúde, aqui e lá fora, que está em xeque. A pandemia terá um extenso reflexo socioeconômico, ao mesmo tempo que já muda hábitos, rotinas, cuidados e opiniões. Sim, vírus provocam revoluções. Mas não tenhamos receio de externar o que, na esteira de milhares de vítimas pelo planeta, possa soar a obviedade: não há coisa mais valiosa nesta temporada de incertezas do que a vida.

E, uma vez que já se evocou por aí a metáfora do estado de guerra, que cada um de nós se faça soldado e vista seu traje de cidadania, respeitando o isolamento social, cumprindo as regras básicas de higiene e praticando solidariedade. Que, guiados pela ciência, governantes, gestores, pesquisadores, profissionais de saúde e sociedade continuem unidos em nome desse bem mais precioso, a sua saúde, a da família, a dos vizinhos e a dos mais vulneráveis.

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Mãe de filha de Floyd desaba e chora: ‘Ele era bom, e não poderá levá-la ao altar’

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George Floyd, morto após ter o pescoço pressionado por um policial nos Estados Unidos, deixou uma filha: Gianna. A mãe da menina se emocionou muito hoje, chorou e lamentou pelo fato de que ele não poderá ver a garota crescer e levá-la ao altar. “Eu não consigo organizar as minhas palavras agora, mas eu quero que todo mundo saiba que foi isso que aqueles policiais tiraram. No fim do dia, eles podem ir para casa e ver suas famílias. Gianna não tem mais pai. Ele nunca a verá crescer, se formar”, disse Roxie Washington

Ele nunca poderá levá-la para o altar [se Gianna se casar um dia]. Se ela tiver um problema e precisar do pai, ela não terá mais isso. Eu estou aqui pela minha bebê e estou aqui pelo George. Quero que seja feita justiça por ele”, acrescentou a mãe. Ela defendeu a honra de George como um homem inocente, que não merecia ter sido tratada daquela forma pelos policiais. “Eu quero justiça porque ele era bom. Não importa o que todos pensam, ele era bom”, afirmou a mulher, visivelmente emocionada. “Ele ficou tão feliz quando ela [Gianna] nasceu. Ele dormiu durante boa parte do meu trabalho de parto, mas se levantou rapidamente quando a ouviu chorar. Eu ainda tenho a imagem na memória

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Escalada de tensão aumenta nos EUA no 5º dia de protestos após a morte de George Floyd por policial

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Após início pacífico, manifestantes incendiaram carros e entraram em choque com policiais em várias partes dos EUA. Governadores pedem reforço da Guarda Nacional, e prefeituras de diversas cidades, inclusive Los Angeles, impuseram toque de recolher.

Pelo 5º dia seguido, manifestantes voltaram a ocupar ruas de cidades em várias partes dos Estados Unidos em protestos contra o racismo após a morte do ex-segurança George Floyd durante uma abordagem policial em Minneapolis.

A escalada de tensão iniciada já na tarde de sábado (30) tomou proporções ainda maiores na madrugada deste domingo (31), quando os manifestantes desafiaram o toque de recolher imposto em pelo menos 7 cidades americanas, como Los Angeles e Minneapolis.

Na cidade onde Floyd foi sufocado por um policial e morreu, manifestantes atearam fogo em um prédio dos correios, e continuaram nas ruas, mesmo com a ordem do prefeito Jacob Frey para que voltassem para casa. A polícia fortemente armada reforçou a presença na cidade.

Por causa da violência, o presidente Donald Trump afirmou no Twitter que enviou militares para conter o vandalismo em Minneapolis, e criticou o prefeito democrata. “Se ela [Guarda Nacional] tivesse sido acionada há dois dias, não teria havido tantos estragos”.

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