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Eu, você e o mundo: todos juntos contra à pandemia

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Uma partícula de 0,00012 centímetro de diâmetro, que se multiplicou e se dispersou pelos quatro cantos do globo, está nos fazendo, à custa de lágrimas, medo e ansiedade, reescrever a história. Um adversário invisível a olho nu, que depende das nossas células para viver e se propagar e assusta por nos expor ao imprevisível e ao imponderável. Um vírus, que saltou de uma espécie animal para o corpo humano, viajou em voos internacionais e, em menos de três meses, armou uma pandemia.

Não esperávamos que seria tão grave e doloroso. Chegamos a pensar que, a exemplo de outros surtos de coronavírus, aquilo ficaria restrito a um pedaço do mundo. Erramos. A natureza surpreende — para o bem e para o mal.

Entre aqueles que o julgaram uma gripezinha (num achismo irresponsável) e os que vaticinaram uma nova e apocalíptica gripe espanhola, rezamos para que a ciência nos dê respostas e soluções céleres. Porque o vírus segue seu ímpeto de transmissão veloz e, sobretudo para alguns grupos, provoca tristes complicações.

Não é apenas o sistema de saúde, aqui e lá fora, que está em xeque. A pandemia terá um extenso reflexo socioeconômico, ao mesmo tempo que já muda hábitos, rotinas, cuidados e opiniões. Sim, vírus provocam revoluções. Mas não tenhamos receio de externar o que, na esteira de milhares de vítimas pelo planeta, possa soar a obviedade: não há coisa mais valiosa nesta temporada de incertezas do que a vida.

E, uma vez que já se evocou por aí a metáfora do estado de guerra, que cada um de nós se faça soldado e vista seu traje de cidadania, respeitando o isolamento social, cumprindo as regras básicas de higiene e praticando solidariedade. Que, guiados pela ciência, governantes, gestores, pesquisadores, profissionais de saúde e sociedade continuem unidos em nome desse bem mais precioso, a sua saúde, a da família, a dos vizinhos e a dos mais vulneráveis.

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Homem à beira da morte em coma com Covid, surpreende médicos ao acordar com a voz da esposa: “levanta daí, meu bem?”

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O poder do amor! Um homem que ficou dois meses em coma disse que “acordou” após ouvir a voz da esposa: “levanta daí, meu bem?

Don Gillmer tem 43 anos e foi hospitalizado poucos dias depois de testar positivo para a Covid-19. Os médicos da Carolina do Sul, nos EUA, tiveram que colocá-lo em coma induzido e chamaram o pai e a esposa dele, Lacy.

“Eu disse que ele estava indo muito bem, que eles estavam cuidando muito bem dele. Ele estava em mãos incríveis”, contou Lacy à estação de notícias WKRC.

Don Gillmer disse que ouviu a esposa falando com ele e que as palavras dela ajudaram a salvá-lo: “Juro que ouvi a voz dela e, quando ela saiu, eu estava estável. Ela é meu anjo, você sabe. Ela é a razão de eu estar aqui.”, afirmou Don.

O caso de Don era grave.

“Recebi plasma convalescente duas vezes, Remdesevir, [mas] nada estava funcionando. Nada estava ajudando a me recuperar. Nunca vou esquecer quando eles chegaram com os papéis que eu precisava assinar para entrar em um respirador. Isso me assustou.”

Agora, curado, ele se recupera aos poucos. Depois de semanas aprendendo a andar novamente, Don Gillmer finalmente teve alta.

Ele ainda faz fisioterapia duas vezes por semana – o que, segundo ele, não conseguiria sem o apoio da esposa.

“Eu penso em como ela dirigiu para o hospital na noite em que disseram a ela que eu não poderia sair”, disse ele.

E Don agradeceu ao amor da vida dele e afirmou que a força dela o trouxe de volta: “eu não sei se poderia ter sido tão forte quanto ela”, concluiu.

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VÍDEO | Veja cenas do incêndio que atingiu maior fábrica de vacinas do mundo na Índia

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