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Exército dos EUA entra em alerta com estréia do filme Coringa. Fique por dentro

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O Exército dos Estados Unidos está em alerta para estreia do filme Coringa, protagonizado por Joaquim Phoenix. O alerta é para potenciais ataques violentos que podem ser estimulados pela produção.

Um memorando foi enviado a várias bases militares alertando para uma possível incitação à violência provocada pelo filme.

Não houve nenhum registro ou denúncia relacionados ao personagem, mas o Exército confirmou que foi alertado pelo FBI de posts em redes sociais fazendo referência a ataques violentos durante as exibições do filme.

O FBI chama esses suspeitos de incel. O termo incel é um diminutivo da expressão “involuntary celibates”, ou celibatários involuntários. São homens que não conseguem ter relações sexuais e amorosas e culpam as mulheres e os homens sexualmente ativos por isso e que participam de inúmeros fóruns na internet.

O memorando diz que esses indivíduos “idolatram figuras violentas como o atirador do cinema em Aurora (no Colorado)” e também o vilão do Batman. “Queremos nossas equipes preparadas e diligências nas bases e fora dela”, declaro o Exército.

A associação de familiares das vítimas do atirador do Colorado, em 2012, durante uma sessão do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, enviaram uma carta para a Warner Bros. manifestando preocupação com o filme.

Em um comunicado, o estúdio afirmou que o filme “não endossa a violência do mundo real” e nem é “a intenção do filme, dos cineastas ou do estúdio manter esse personagem como um herói”.

O estúdio também mencionou que “tem uma longa história de doações para vítimas de violência, incluindo Aurora, e nas últimas semanas, nossa empresa-mãe se juntou a outros líderes empresariais para convidar os formuladores de políticas a aprovar legislação para lidar com essa epidemia.”.

O Coringa estreia nos cinemas no dia 3 de outubro.

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Presidente do Irã anuncia reativação de central nuclear e EUA acende sinal de alerta

País está descumprindo os termos do acordo para pressionar EUA

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O presidente do Irã, Hassan Rohani, anunciou nesta terça-feira (5) que o país retomará amanhã o enriquecimento de urânio na sua central atômica de Fordo, que fica a 180 km da capital Teerã.
Trata-se de mais um passo do Irã que descumpre os termos do acordo nuclear de 2015, assinado com o chamado grupo “5+1”, formado por Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha.
O gesto vem após o fim de mais um ultimato aos parceiros europeus para convencerem os Estados Unidos a retomarem o acordo e retirarem as sanções contra o Irã.

Assinado na gestão de Barack Obama, o acordo nuclear com o Irã foi duramente criticado pelo sucessor, o atual presidente Donald Trump. No ano passado, Trump decidiu retirar de maneira unilateral os EUA do tratado, que colocava limites ao enriquecimento de urânico pelo Irã, em troca da retirada das sanções internacionais. De acordo com Rohani, o Irã iniciará a produção de urânio enriquecido nas 1.044 centrífugas do tipo IR-1 em Fordo, unidade que estava inativa desde 2015.

“A partir de amanhã, começaremos a injetar gás (urânio em estado gasoso) em Fordo”, informou o presidente, em referência ao procedimento para produzir urânio enriquecido em isótopo 235.

“Todas as ações que o Irã tomará estarão sob a supervisão da Organização Internacional de Energia Atômica (AIEA) e, como as anteriores, essa decisão é reversível”, garantiu. Ontem, o líder da Organização para Energia Atômica de Teerã, Ali Akbar Salehi, tinha informado que o Irã estava operando 60 centrífugas avançadas IR-6 para enriquecimento de urânio.

As centrífugas IR-6 podem produzir urânio enriquecido a uma velocidade 10 vezes superior ao modelo IR-1, de primeira geração.

A Rússia disse considerar como “preocupantes” os planos do Irã, pois um colapso do acordo nuclear não gera “nada de bom”. A União Europeia adotou o mesmo tom: “Estamos preocupados com o anúncio do presidente Rohani”, admitiu a porta-voz da Comissão Europeia.

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Trump não atende pedido de Bolsonaro e veta carne bovina brasileira

Estados Unidos mantêm veto à carne bovina do Brasi Decisão frustra o governo, que esperava fim do mebargo após pedido de Bolsonaro ao presidente americano Donald Trump

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Dois anos após fecharem o mercado para a carne bovina do Brasil, as autoridades sanitárias dos Estados Unidos não se convenceram que o produto está de acordo com as normas exigidas por aquele país e optaram por adiar por mais tempo uma decisão. A manutenção do veto frustrou o governo brasileiro, que esperava o fim do embargo ainda este ano.
O fim da restrição à carne bovina brasileira foi pedido pelo presidente Jair Bolsonaro, em março último, durante um encontro, em Washington, com o presidente Donald Trump. Meses depois, uma missão de técnicos americanos visitou frigoríficos brasileiros, mas eles não ficaram satisfeitos com os resultados e pediram informações adicionais. Uma nova missão virá ao Brasil.

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