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EXTRA | Goiânia recebe 54 mil doses de vacina contra gripe

Com nova remessa, campanha de vacinação será retomada nesta sexta-feira (27/03) em 79 pontos da capital, sendo dois no esquema de Drive Thru nos Shoppings Flamboyant e Passeio das Águas

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebeu na tarde desta quinta-feira (26/03) 54 mil doses da vacina contra influenza, com isso, poderá retomar a Campanha Nacional de Vacinação que teve início no último dia 23 e segue até 22 de maio. A ação se destina, nesta primeira fase, a idosos e profissionais de saúde que somam um total de 205.107 pessoas. A SMS já havia recebido 87.800 doses que foram aplicadas em apenas dois dias.

Por conta da logística, em boa parte das unidades a vacinação será iniciada a partir das 10h da manhã. Às 8h da manhã já contarão com a vacina as unidades do Distrito Leste, CAIS Vila Nova, Cais Campinas, CSF Leste Universitário, CS Fama, CSF Criméia Oeste, CSF Vila Santa Helena, CS Esplanada do Anicuns, CIAMS Urias Magalhães, CS Vila Clemente, CS Perim, CMV, CS Pq Amazônia, CS Vila Redenção, CS Pq Anhanguera, CIAMS Novo Horizonte e CS Vila Boa.

Também começam a vacinar às 8h o Centro Municipal de Vacinação (CMV), transferido para o campo do Goiás, e os pontos dos Shoppings Flamboyant e Passeio das Águas que irão funcionar em esquema de Drive Thru. Nesses dois locais a SMS contará com a parceria das faculdades de Enfermagem e Medicina da UFG. Em todos os locais, a vacinação será encerrada às 17h.

Fases da Campanha

A Campanha será desenvolvida em três fases e atende a um público prioritário de pessoas que estão mais expostas ao vírus. Na primeira fase, que começou em 23/03, recebem a vacina os idosos a partir de 60 anos e os trabalhadores da saúde. A população-alvo deste grupo é de 205 mil pessoas. 

A segunda fase, que começa no dia 16/04, será destinada aos professores das escolas públicas e privadas, profissionais da força de segurança e salvamento e portadores de doenças crônicas não transmissíveis. 

Já a terceira fase, que tem início no dia 09/05, vai atender gestantes, puérperas (mulheres que deram a luz há pouco tempo), crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, povos indígenas, pessoas com deficiência e adultos de 55 a 59 anos de idades. O público-alvo total é de 508.943 pessoas.

O objetivo da campanha é reduzir as internações, as complicações e mortes decorrentes das infecções causadas pelo vírus da influenza. A meta é vacinar no mínimo 90% dos grupos elegíveis para a vacinação.

Sirlene Mendonça e Adriana Moraes, da editoria de Saúde

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Gestão Iris inicia, na segunda (08), reconstrução asfáltica do Setor Bueno. Confira cronograma com ruas e avenidas

Serviços começam na segunda-feira (8/6) e não haverá mudanças no trânsito, mas a Prefeitura alerta aos motoristas para não deixarem os carros estacionados nas vias nos dias de operação

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A Prefeitura de Goiânia inicia na segunda-feira (8/6) a reconstrução asfáltica em sete ruas do Setor Bueno. Até o sábado (13/6), os serviços serão executados durante o dia, entre 7h e 18h. Para a execução dos trabalhos, não haverá alteração no trânsito, mas a administração alerta para que motoristas não deixem os carros parados nas vias que serão beneficiadas nos dias de operação. Em Campinas, os serviços continuarão à noite, entre 20h e 5h, nas mesmas vias onde já estão sendo realizados.

Na região do Bueno, os serviços serão executados conforme a programação:

dia 8 – Rua T-51, entre a Rua T-28 e Rua T-30 e entre Rua T-30 e Avenida T-3

dias 8, 9 e 10 – Rua T-53, entre Av. T-3 e Av. 85

dias 9 e 10 – Rua T-50, entre Av. T-1 e Av. T-3

dias 10 e 11 – Rua T-49, entre Rua T-28 e Av. T-3; e Rua T-48, entre Av. T-1 e Av. T-3

dias 11, 12 e 13 – Rua T-36, entre Av. T-63 e Av. T-11

dias 12 e 13 – Rua T-37, entre Av. T-63 e Av. T-11

“De acordo com o nosso cronograma, o tempo de execução em cada rua é de no máximo três dias e pedimos aos moradores que não deixem os carros nessas ruas, durante os dias de operação, para não atrasar os serviços”, alerta o secretário da Seinfra, Dolzonan da Cunha Mattos.

Após trinta e oito dias do início dos serviços, vários trechos já foram concluídos, como as Avenidas Mutirão e Castelo Branco e a Rua T-52 (Setor Bueno) e a Av. Minas Gerais (Campinas). Está em fase de conclusão a Av. Alvicto Ozório Nogueira (Jardim Guanabara III).

Os serviços estão em andamento na Avenida Castelo Branco (Setor Rodoviário) e nas avenidas Mato Grosso, Alberto Miguel e Perimetral e Ruas Pouso Alto, Santa Luzia, Quintino Bocaiúva, José Hermano e Senador Jaime (Campinas) e Av. Nazareth e Rua Iguaçu (Jd. Guanabara).

Nara Serra, da editoria de Infraestrutura

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Prefeitura reafirma que reabertura só ocorrerá com condições epidemiológicas favoráveis

Administração municipal não fixa data para que nova flexibilização seja decretada e faz apelo para que a população ajude a elevar os índices de isolamento social a pelo menos 50%. Segundo estudos, os próximos 15 dias serão fundamentais para o resultado final da pandemia em Goiânia.

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A Prefeitura de Goiânia reafirma que novas reaberturas do comércio e serviços no âmbito do município só ocorrerão com condições epidemiológicas favoráveis e referendadas por nota técnica da Secretaria Municipal de Saúde. As informações foram repassadas à imprensa na manhã desta sexta-feira, em coletiva realizada no Paço Municipal, conduzida pelo secretário municipal de Governo, Paulo Ortegal, que também é o presidente do Gabinete de Gestão de Crise Covid-19, com a participação da secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, e do titular da Sedetec, Walison Moreira.

Números da pandemia do novo coronavírus em Goiânia, apresentados em reunião do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (COE), ocorrida no último dia 1° de junho, atestam que o resultado final da epidemia em Goiânia dependerá fundamentalmente do comportamento da população nas próximas semanas. Estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Goiás consideraram três cenários de isolamento social e a partir disso projetaram a quantidade de leitos de UTI necessários e o número de óbitos para três níveis de isolamento. Os pesquisadores estimam que, se o nível de isolamento cair a 30%, Goiânia poderá ter até 1,8 mil óbitos motivados pela Covid-19.

Diante disso, conforme explicou Paulo Ortegal, a Prefeitura continuará mantendo um diálogo aberto e franco com todos os segmentos empresariais e com a sociedade em geral, seguindo orientações técnicas elaboradas pela Secretaria Municipal de Saúde e pelos relatórios de estudos do COE sobre a pandemia, para que, no momento favorável oportunizado pelas condições epidemiológicas da capital, inicie-se o processo gradual e seguro de reabertura do comércio na capital.

Entre outras medidas para aumentar o índice de isolamento na capital, Paulo Ortegal disse que, por sugestão da Secretaria Municipal de Saúde, a Prefeitura estuda a antecipação de alguns feriados e, já a partir da próxima semana, a decretação de ponto facultativo no dia 12, para que assim, com o fechamento do comércio, esse índice de isolamento seja ampliado.

“É certo que, como dia 11 de junho, próxima quinta-feira, é feriado nacional, nós vamos decretar ponto facultativo na sexta-feira, dia 12, para que tenhamos aí quatro dias de recesso, o que vai ajudar no aumento do isolamento social, permitindo que cheguemos mais perto do desejável. Outras antecipações, no entanto, vão depender de questões legais”, avalia.

A secretária Fátima Mrué lembrou os esforços da gestão Iris Rezende para o enfrentamento à pandemia, ações tomadas desde o início de março, quando foram realizados treinamentos da equipe de saúde e adequações das unidades para atendimento aos pacientes suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, além do fornecimento de EPIs para os profissionais de saúde e abertura de leitos de UTI na capital, como foi o caso da Maternidade Oeste, transformada em hospital de campanha por determinação do prefeito Iris Rezende.

Segundo Mrué, Goiânia ainda é a capital com os melhores resultados no que diz respeito aos números da Covid-19 no Brasil. Isso, de acordo com a secretária, é reflexo do isolamento social conseguido no início da pandemia, quando Goiânia atingiu níveis de 70% de isolamento.

De acordo com a secretária, é imprescindível que a população e empresários entendam a gravidade do momento, que as condições epidemiológicas atuais não favorecem novas reaberturas de comércios na capital e que é preciso que o isolamento social em Goiânia chegue a pelo menos 50%, índice que hoje alcança apenas 38%. Os últimos números da Covid-19 em Goiânia registram 2.410 casos confirmados e 75 óbitos.

“As duas próximas semanas serão fundamentais para os resultados finais da pandemia em Goiânia. É muito importante que todos tenham consciência disso. Hoje nós temos 38% de taxa de isolamento e é preciso que alcancemos pelo menos 50% para que nossa rede assistencial suporte a demanda por leitos em Goiânia. A ocupação da nossa rede de saúde, neste momento, é de 93% para enfermarias e de 78% para UTIs destinadas a pacientes da Covid-19”, informou, lembrando que perto de 2 mil óbitos podem ser evitados, caso o índice de isolamento social desejado seja alcançado.

Mrué esclareceu, também, que a autorização para funcionamento das imobiliárias, mercados públicos municipais e o treino de atletas de times profissionais de futebol foi concedida após estudos técnicos sustentarem que o funcionamento desses segmentos não apresenta riscos de aglomerações e que, portanto, não impacta o quadro de contaminação por coronavírus na cidade.

O isolamento social projetado por estudos dos pesquisadores da UFG em três cenários diferentes de isolamento, um em torno de 50-55% (semelhante ao atingido no início da quarentena em Goiânia, pelo decreto estadual); outra em torno de 38% (semelhante ao atual momento); e uma terceira com uma taxa de isolamento com tendência de redução chegando até em torno de 30% (semelhante à rotina da população antes do início da pandemia), reflete diretamente na estimativa projetada de números necessários de leitos convencionais, leitos de UTI, número de casos confirmados e de óbitos por Covid-19.

No melhor cenário, considerando 50-55% de isolamento da população no período, seriam necessários menos de 50 leitos de UTI por dia e os óbitos chegariam a um total de 200 até final de julho 2020. No cenário com isolamento mantido em 38%, seriam 200 leitos-dia de UTI e um total acumulado de 1.000 óbitos por Covid-19. No pior cenário, que assume tendência de redução gradual do isolamento no período, o número de leitos de UTI necessários diariamente passaria para 380 e o total de mortes por Covid-19 chegaria a 1.800.

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