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FOTOS | Goinfra retoma obras civis em todo Estado

Edificações como presídios, hospitais e ginásios de esportes devem ser inauguradas em 2020. Construções foram paralisadas porque governo anterior não cumpriu pagamento com empreiteiras, diz presidente do órgão, Pedro Sales. Contratos passaram por revisão e tiveram valores renegociados

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A retomada das obras civis paralisadas no estado foi anunciada, nesta sexta-feira (06/12), pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra). Entre as construções, iniciadas e não concluídas pelo governo anterior, estão hospitais, presídios, centros de atendimentos socioeducativos, ginásios de esportes, ampliação e reformas de prédios públicos. Todos os contratos passaram por revisão e tiveram os valores renegociados. Investimentos do governo estadual em obras civis devem chegar a R$ 250 milhões até 2020.

De acordo com o presidente da Goinfra, Pedro Sales, essas obras foram paralisadas principalmente em razão de o governo anterior não ter cumprido pagamento com as empreiteiras, além de outras irregularidades encontradas em documentos e no processo de gestão. “Foi necessária a realização de um trabalho consistente de auditoria para corrigir graves distorções encontradas nos contratos”, afirma. “Após sanar os problemas, tivemos condições de renegociar melhor com os fornecedores para obter condições mais vantajosas para os cofres públicos”, destaca.

Sales avalia que, para fazer uma boa gestão dos recursos públicos, é necessário que se tenha um bom planejamento e uma relação de transparência com fornecedores e empreiteiras. “Temos o combate à corrupção, que já se tornou marca do governo Ronaldo Caiado, como importante aliado para realizar mais obras públicas com menos dinheiro”, pontua.

Os investimentos por parte do governo estadual em obras civis previstos até o ano que vem deve atingir o total de R$ 250 milhões.

Entre as obras retomadas, estão os presídios de Águas Lindas e de Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, que estão, respectivamente, com 70% e 50% da estrutura concluída. As duas edificações devem ficar prontas em 2020 e gerar cerca de 700 vagas para o sistema prisional goiano. Em setembro, a Goinfra já havia concluído e inaugurado o presídio de Planaltina, com capacidade para abrigar 388 detentos.
Também serão finalizadas as obras do Hospital Regional de Uruaçu, dos ginásios de esportes de Baliza, Bonópolis, Vila Propício, Cidade Ocidental e Taquaral, além dos centros de atendimentos socioeducativos de Itaberaí, Itumbiara, Porangatu e São Luís de Montes Belos.

A diretora de Obras Civis da Goinfra, Marcela Scalco, ressalta que este ano foi dedicado a ajustes administrativos e financeiros para que o órgão pudesse se readequar e, com isso, retomar os investimentos. “Já emitimos as ordens de serviços para a conclusão de obras que vêm se arrastando há quase uma década. Estamos trabalhando para entregar todas elas em 2020”, salienta.

Em novembro, Pedro Sales manteve encontros com a secretária de Desenvolvimento Social, Lúcia Vânia, para formalizar as ordens de serviços dos centros socioeducativos (Cases) de Itaberai, Itumbiara, Porangatu e São Luis de Montes Belos. Com a assinatura do documento, as quatro obras foram reiniciadas e devem ser inauguradas em meados de 2020. Algumas delas estavam paralisadas desde 2014.

Comunicação Setorial da Goinfra_
Telefone: (62) 3265-4324

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Todas as escolas estaduais de tempo integral de Goiás estão em aulas não presenciais

São 149 Cepis que atendem 41 mil estudantes em todo o Estado

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Os colégios estaduais em Período Integral (Cepis) da rede pública estadual de ensino de Goiás trabalharam desde a semana passada, quando foi aprovado o regime especial de aulas não presenciais, a sua implementação efetiva em cada unidade escolar. O resultado é que, em todas as 149 escolas estaduais de período integral, os 41 mil alunos já têm, neste momento, o atendimento escolar por meio das aulas não presenciais.

Para a Secretaria de Estado da Educação de Goias (Seduc), as escolas de tempo integral, com suas ferramentas, metodologias, seus conceitos, seu funcionamento, têm no regime de aulas não presenciais um caso especial, uma oportunidade de se acompanhar os acertos nesta modalidade de ensino.

Ao diversificar o atendimento, por exemplo, aproximando os estudantes, professores e gestores e ao adotar o planejamento e o acompanhamento compartilhados, os Cepis, desde a sua implantação em Goiás, caminharam para um modelo de escola mais próximo e preparado para os desafios do século 21.

Em Goiânia e no interior, as escolas estaduais de tempo integral, com o apoio das famílias, estão todas, cada uma com suas especificidades, funcionando em meio à pandemia do coronavírus. Para a Seduc, nos esforços de se diminuir os riscos de contágio e de disseminação do coronavírus, o funcionamento da totalidade dos Cepis, como das demais escolas estaduais, deve impactar tanto o processo de ensino e aprendizagem e a continuidade do ano letivo, quanto a formação das crianças e jovens para a vida.

Os grupos

De acordo com a superintendente de Educação Integral da Seduc, Márcia Rocha Antunes, nos dias 16 e 17/03, quando as escolas, apesar de sem aulas, ainda estavam abertas, foi feita uma mobilização com os estudantes dos Cepis, com a coleta e atualização de informações como o número do telefone celular, a montagem dos grupos de whatsApp, e discutidas orientações de como seriam os próximos dias.

A partir daí, foram preparados atividades e material digital para as aulas, além da montagem de salas no Classroom, um dispositivo do Google que permite montar uma sala de aula. Algumas dessas escolas até já contam com um site como ferramenta para as aulas não presenciais. Nesses espaços provenientes da tecnologia, os professores gravam vídeos, fazem lives, postam e enviam conteúdos, atividades e listas de exercícios, entre outros, garantindo o desenvolvimento das aulas à distância de tal forma que alcance, ao máximo, o atendimento aos alunos.

Mãe líder de sala

O vínculo forte com os alunos é, segundo a superintendente Márcia Antunes, uma metodologia muito expressiva nos Cepis que trabalham, normalmente, o desenvolvimento da boa convivência como princípio da escola de tempo integral. Esse contato se estende às famílias dos estudantes.

Neste sentido existem as muitas mães líderes, mas o conjunto das escolas de tempo integral têm também avós líderes, pais líderes. Esse familiar fortalece a interlocução entre a escola e as famílias e tem, no dia a dia, o papel de ser responsável pela sala do filho, pelo contato com as famílias dos demais alunos, pela melhoria da participação da família na vida do estudante. Agora, eles têm atuado estimulando os pais, disseminando informações, compartilhando experiências, sugerindo ajustes, acompanhando, de casa, a implementação das aulas não presenciais e contribuindo muito com esse sistema.

Como regra das escolas estaduais de tempo integral também já existem os estudantes líderes de sala, de turma, que para além de sua liderança no dia a dia, compõem o grupo gestor da escola, ajudando a pensar em soluções, em melhorias. Eles são vistos como fontes de conhecimento, criatividade, compromisso e envolvimento, fatores que são considerados neste momento, de acordo com a superintendente de Educação Integral da Seduc, fundamentais no processo de aulas à distância.

Os Cepis ainda contam, também, com os tutores, que são professores que fazem o acompanhamento de um grupo de estudantes, da vida escolar deles, seus níveis de engajamento e de aproveitamento, sua atuação nas aulas com os colegas e professores, como professores de referência para o aluno durante o tempo todo.

Século 21

“Se pensamos no século 21 e seus desafios na Educação, a escola de tempo integral prima pelo trabalho numa perspectiva do que ainda está por vir, do que ainda não se conhece. Mais do que respostas, é importante saber fazer as perguntas, é saber como fazer as coisas, como encontrar soluções, escolher caminhos, buscar e adotar metodologias novas”, afirma Márcia Antunes, falando sobre como as escolas de tempo integral vêm, à sua maneira, se preparando para desafios, ainda que não tão devastadores como a pandemia do coronavírus.

De acordo com ela, os Cepis trabalham com dimensões que estão se mostrando extremamente importantes, como a ética, as habilidades socioemocionais, a empatia, a ideia de se colocar no lugar do outro, o espírito solidário, a organização, a disciplina, o cumprimento de compromissos e a autogestão.

Essas habilidades são contempladas em componentes como o Estudo Orientado que trabalham técnicas de estudo e apoio ao estudante para que ele consiga desenvolver suas atividades e estudar sozinho, apreendendo conteúdos, alcançando boas notas, tão essenciais para ampliar as possibilidades de que o regime especial de aulas não presenciais surta bons efeitos na vida dos alunos.

Outro ponto forte das escolas de tempo integral refere-se ao hábito dos professores ao planejamento de suas atividades na perspectiva da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando as competências gerais e das áreas do conhecimento, conseguindo uma boa articulação do que é ofertado aos alunos. A superintendente destaca, ainda, o engajamento dos professores e a abertura que estão demonstrando nesta nova experiência para a Educação pública em Goiás.

Para a Seduc, segundo a superintendente, os Cepis estão funcionando aproveitando tudo isso e, principalmente, estão conseguindo fazer o atendimento especial para todos, desde aqueles dos anos inciais do Ensino Fundamental, que ainda são crianças, aos jovens do Ensino Médio.

*Secretaria de Educação – Governo de Goiás*

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Governo de Goiás unifica acesso à legislação sobre o coronavírus

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O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Casa Civil, criou uma nova página no site da pasta (casacivil.go.gov.br) que reúne toda a legislação em vigor no Estado para combater a pandemia de coronavírus. “Tudo isso é para garantir que vamos atravessar essa crise com equilíbrio. Quanto antes eliminarmos essa ameaça, mais rápido voltaremos à normalidade”, afirmou o governador Ronaldo Caiado, na noite de quinta-feira (26/03), logo após a divulgação de novas regras sobre a situação de emergência na saúde pública de Goiás, em razão da disseminação de Covid-19.

Desde a edição do primeiro decreto a respeito do tema, em 13 de março, o Governo de Goiás tem atualizado constantemente as normas em vigor para assegurar a saúde e a segurança da população, o abastecimento das cidades e o isolamento social, que é a forma mais eficaz de controle da disseminação de Covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

No novo endereço eletrônico, a população tem acesso à íntegra dos textos dos atos legais com informações como o que abre e o que fecha no período de quarentena, os procedimentos preventivos de emergência a serem adotados e as implicações para o Poder Público e a iniciativa privada.

De acordo com o superintendente de Legislação, Atos Oficiais e Assuntos Técnicos da Casa Civil, Alan Tavares, a novidade integra uma série de melhorias implementadas pela atual gestão com o objetivo de aproximar a população do arcabouço legal do Estado. “O Governo de Goiás está transformando a gestão com a ampliação da oferta de serviços digitais, que trazem mais celeridade, eficiência e facilidade de acesso para o cidadão. Na Casa Civil, essa iniciativa tem várias frentes e a nova página busca oferecer com muita clareza e de forma conjunta e ordenada as elucidações que as pessoas precisam”, disse o superintendente, responsável pelos atos de gestão da secretaria.

Consulta à Legislação

A Casa Civil reformulou neste mês toda a área de pesquisa à legislação do site da pasta. A principal alteração modernizou a consulta à legislação, tornando mais completa, rápida e intuitiva a busca pelas leis e decretos estaduais que são disponibilizados pela secretaria após publicação no Diário Oficial do Estado. Alan Tavares explica que a ação “integra o Legisla Goiás, um programa de revisão legal que busca simplificar o acesso, entendimento e aplicação da legislação, inclusive combatendo a burocracia e revogando instrumentos legais que estejam desatualizados”, conta.

A nova interface da área de pesquisa à legislação foi desenvolvida para oferecer maior facilidade de navegação e buscas mais abrangentes. “Todas as mudanças foram pensadas do ponto de vista do cidadão. Antes, somente pessoas que já conheciam o processo legislativo tinham facilidade para encontrar os conteúdos, porque tínhamos um bloco com quinze tipos de leis. Muitas vezes o cidadão não sabe se o ato que ele quer pesquisar é uma lei ordinária ou um decreto”, explicou o gerente de Tecnologia da Informação em Legislação, Rogério Duarte.

*Secretaria da Casa Civil – Governo de Goiás*

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