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Brasil

Globo fica de fora da Campanha de R$ 40 milhões da Previdência do Governo Federal

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A campanha do governo para defender a reforma da Previdência terá ações de merchandising em programas da TV aberta. As iniciativas, que fazem parte do plano de mídia preparado pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), serão veiculadas em todas as grandes emissoras abertas de alcance nacional (SBT, Record, RedeTV! e Band), com exceção da Globo.

As ações de merchandising acontecem quando o próprio apresentador do programa explica como funciona o produto ou serviço que está sendo oferecido.

Segundo reportagem do jornal “Meio & Mensagem”, já estão escalados para as ações os apresentadores Milton Neves e José Luiz Datena (Band), Luciana Gimenez (RedeTV), Ratinho (SBT), Rodrigo Faro, Ana Hickmann e Renata Alves (Record).

Ainda de acordo com o jornal, a Secom não incluiu a Globo nesta etapa da campanha por causa de regras da política comercial da emissora, que proibiriam a participação de seus apresentadores em merchandising de ações do governo.

Campanha de R$ 40 milhões A campanha pela reforma da Previdência foi criada pela agência Artplan. O governo investirá R$ 40 milhões na iniciativa –valor considerado dentro dos padrões para uma campanha deste porte, com alcance nacional. Um dos filmes da campanha já está no ar desde março (veja abaixo). Os novos comerciais serão veiculados em rádio, televisão, jornais e internet, com o slogan “Nova Previdência, pode perguntar”. Diferentemente das ações de merchandising, os comerciais vão aparecer também no intervalo de programas da Rede Globo.

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Brasil

EXTRA | Brasil supera EUA e se consolida como epicentro mundial do Coronavírus

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Novos dados consolidam o Brasil como o novo epicentro da pandemia do coronavírus no mundo. Um levantamento publicado nesta sexta-feira pelo Centro Europeu para o Controle e Prevenção de Doenças aponta o país sul-americano como líder no número de novas contaminações nos últimos 14 dias. Os dados desse período são considerados relevantes, pois indicam a curva da pandemia pelo mundo, justamente durante o prazo considerado como sendo de incubação do vírus.

Pela primeira vez, os indicadores da agência oficial da UE revelam que o Brasil superou os EUA em números de novos casos registrados do coronavírus nas últimas duas semanas. No país, foram 304,8 mil casos em duas semanas.

No país, foram 304,8 mil casos em duas semanas. No total desde o começo da crise, foram 614 mil casos e 34 mil mortes. Metade, portanto, de todos os novos casos ocorreram apenas em duas semanas. Nesse mesmo período, os EUA registraram 295 mil novos casos, contra 123 mil na Rússia..

Nesse mesmo período, os EUA registraram 295 mil novos casos, contra 123 mil na Rússia. No mundo, os últimos 14 dias registraram 1,5 milhão de novos diagnósticos positivos. Ou seja, 20% de todos os novos casos no mundo ocorreram no Brasil. O país, porém, tem apenas 2,7% da população mundial. Em termos gerais, o maior número de casos da covid-19 continua sendo registrado nos EUA, com 1,8 milhão de pessoas infectadas e 108 mil mortos..

A OMS, ainda que tenha dados defasados, também aponta para uma situação crítica no Brasil. Pelas tabelas da entidade, o Brasil é hoje o terceiro país com maior número de mortes e segundo em termos de casos. Considerando apenas os últimos sete dias, o Brasil lidera no mundo, segundo os dados da própria OMS.

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UPDATE COVID | Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

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Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

Nas últimas 24 horas, foram 1.473 registros – o maior balanço diário pela terceira vez consecutiva; com isso, o país fica atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos

O Brasil superou a Itália em número de mortos por complicações da Covid-19 nesta quinta-feira (4). Com mais um recorde diário de mortes, o país acumula 34.021 vidas perdidas durante a pandemia e está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde.

Os principais dados do ministério são:

34.021 mortes, eram 32.548 na quarta (3)

Foram 1.473 registros de morte incluídos em 24 horas

614.941 casos confirmados, eram 584.016 na quarta

Foram incluídos 30.925 casos em 24 horas

325.957 pacientes estão em acompanhamento (53 %)

259.963 pacientes estão recuperados (41,5 %)

O balanço da quinta-feira, que foi divulgado por volta das 22 horas, registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.

O Brasil chegou a terceiro país com mais mortes no mundo 79 dias depois do registro da primeira vítima da Covid-19, em 17 de março.

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