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Governo de Goiás assina contrato com nova empresa para o Distrito de Catalão

Realizada via Codego, a atração de novos investimentos para o Estado já alcançou a marca de R$ 100 milhões. Em Catalão, Companhia tem também promovido serviços de restauração do pavimento asfáltico no Distrito Mineroindustrial, em parceria com a Prefeitura

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O Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), assinou nesta quarta-feira (20/5) contrato de cessão de área de 23, 4 mil metros quadrados do Distrito Mineroindustrial de Catalão (Dimic), na região Sudeste de Goiás, com a empresa Transkompa. O empreendimento investirá inicialmente R$ 520 mil com a pretensão de criar aproximadamente 150 empregos diretos e indiretos.

Transportadora de insumos químicos, a empresa do interior de São Paulo pretende ampliar suas ramificações em Catalão. “Encontramos no Dimic um local próximo da área urbana, que nos atende e com boa opção de acesso a rodovias, como a BR-050. Precisamos expandir as nossas atividades e acreditamos que podemos investir até R$ 1,5 milhão no município”, relatou o coordenador de filial da Transkompa, Wenderson Duarte Borges, logo após assinar o contrato com a chefe do Departamento de Assentamento da Codego, Livia Marques.

Como ressaltou o presidente da Companhia, Marcos Cabral, o empreendimento está entre as 22 novas empresas que estão se instalando em todo o Estado, com um investimento total de R$ 100 milhões. Cinco delas já começaram o processo de assentamento no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), inclusive com o início das obras em andamento. No total, são aproximadamente 1,5 mil novos empregos para todo o Estado. As novas unidades fabris se instalam, além de Catalão e Anápolis, nos municípios de Abadiânia, Goianésia, Itumbiara, Morrinhos, Rio Verde e Senador Canedo.

“Estamos avançando com todos os processos de solicitação de áreas, seguindo uma determinação do governador Ronaldo Caiado. O nosso objetivo é gerar empregos. Estamos vivendo uma situação difícil, de pandemia, mas, mesmo assim, conseguimos atrair dezenas de indústrias para Goiás, que mostra a sua força nesse momento. Os empresários têm demonstrado confiança em investir no Estado mesmo em um momento tão adverso”, ressaltou Marcos Cabral.

Obras

Para recuperar a infraestrutura do Dimic, que não recebia o devido cuidado há anos, a atual gestão do Governo de Goiás, por meio da Codego, se empenha na restauração do pavimento asfáltico.

Os reparos com a operação tapa-buraco, caiação de meio-fio, roçagem e limpeza foram executados e finalizados este mês. O presidente da Companhia, Marcos Cabral, relatou que a próxima etapa será executar o recapeamento asfáltico de todas as vias do parque industrial em parceria com as equipes da Prefeitura de Catalão.

Serão 98,8 mil metros quadrados recapeados com o microrrevestimento asfáltico, tecnologia que utiliza emulsão asfáltica com polímero, resultando em um serviço de alta qualidade, prolongando a vida útil do pavimento em pelo menos cinco anos.

Essas ações foram desenvolvidas pelo Governo de Goiás para garantir a trafegabilidade, o conforto e a segurança daqueles que transitam pelo local. Outro benefício da intervenção é agilizar o processo de escoamento da produção das mais de 60 indústrias instaladas no Dimic, como grandes empresas de alimentos, de fertilizantes, montadores de veículos e de máquinas agrícolas.

Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) – Governo de Goiás

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Restaurante Brioso e Manhoso será palco de reunião de ONG de saúde que atua em 17 países

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Compaixão Internacional, na próxima quarta-feira, dia 9, no Restaurante Brioso e Manhoso, para tratar das diretrizes da entidade para 2021. A ONG atua em 17 países da América Latina, África e Ásia em ações voltadas à saúde, à educação e ao empreendedorismo voltadas às comunidades carentes e em situação de vulnerabilidade social.

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Projeto do Governo de Goiás que reduz ICMS do arroz e do feijão de 17% para 12% é aprovado na Assembleia Legislativa

Medida visa diminuir o preço desses alimentos essenciais e sempre presentes nas mesas das famílias goianas, que sofreram forte alta durante pandemia

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Foi aprovado na Assembleia Legislativa, na tarde desta quinta-feira (23/12), o Projeto de Lei nº 6608/19, de autoria do Governo de Goiás, que altera o Código Tributário do Estado para reduzir a alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal, e de Comunicação (ICMS), aplicável às operações com arroz ou feijão, de 17% para 12%.

Na justificativa do projeto, o governador Ronaldo Caiado destaca que esses produtos são essenciais e sempre presentes nas mesas das famílias goianas, principalmente nas de baixa renda e que são as mais atingidas neste período de pandemia.

Com isso, estabelecimentos comerciais poderão adquirir arroz e feijão com alíquotas mais baixas, independentemente de sua origem e da qualificação do contribuinte que realizar operações com tais produtos, e assim reduzir o preço final ao consumidor goiano.

Segundo dados do último Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados em outubro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o grupo de despesas com alimentação teve uma alta de preços de 2,28%. A elevação no valor dos alimentos ocorreu principalmente por causa da refeição dentro do domicílio, que subiu 2,89%, tendo o maior aumento de preço justamente com o arroz (17,98%). No acumulado em 12 meses, a cesta básica subiu 35,86% em Goiânia.

A mudança foi proposta pela Secretaria da Economia por entender que tais produtos são essenciais nas mesas das famílias goianas, principalmente nas de baixas rendas. Já havia redução do imposto para esses produtos, mas restrita aos produtos industrializados no Estado de Goiás, fator que inibia a concorrência entre as indústrias locais e as estabelecidas em outros Estados. A lei agora aprovada corrige essa distorção ao ampliar o benefício para todos, independentemente da origem dos produtos.

A proposta foi submetida à apreciação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que afirmou que a matéria é constitucional e que não se encaixa como renúncia de receita nem acentua a discriminação entre contribuintes, pois as novas alíquotas serão aplicadas a todos. Além disso, ressalta-se que as empresas do setor instaladas em Goiás já são contempladas com uma redução de carga tributária de 7%.

*Secretarias de Economia e da Casa Civil – Governo de Goiás*

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