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Governo do Equador aceita ajuda da ONU e decreta toque de recolher para apaziguar protestos

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O governo do Equador aceitou nesta terça-feira a colaboração da Organização das Nações Unidas para abrir um diálogo com grupos indígenas que se opõem às medidas de austeridade do presidente Lenín Moreno e mantêm a capital Quito sitiada com protestos.

Por conta da intensificação dos protestos em Quito nesta terça, Moreno restringiu a liberdade de trânsito e mobilidade nas áreas vizinhas a prédios do governo e instalações estratégicas, de acordo com um decreto assinado pelo presidente.

O toque de recolher nessas áreas ocorrerá de segunda-feira a domingo, entre as 20h e 5h, enquanto durar o estado de emergência, acrescentou o documento, publicado num momento em que crescem os protestos contra as medidas de austeridade do governo.

Milhares de manifestantes indígenas chegaram à cidade de áreas andinas no centro e norte do país para pressionar o presidente a desistir da eliminação do subsídio ao diesel e gasolina, que estava em vigor há décadas.

Um grupo de indígenas conseguiu romper o cerco das forças de segurança e entrou brevemente na sede da Assembleia Nacional, antes de ser despejado por policiais e militares pacificamente, segundo testemunhas da Reuters.

“Viva o povo!”, gritavam alguns manifestantes eufóricos no órgão legislativo, que estava fechado na terça-feira. Fora do Parlamento, a polícia usava gás lacrimogêneo para afastar os indígenas.

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Duelo histórico entre as Coréias do Norte contra o Sul no futebol sela novo momento diplomático. Veja como foi o jogo

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Terminou empatado em 0 a 0 o primeiro jogo oficial entre as vizinhas Coreia do Norte e Coreia do Sul, válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

O duelo histórico aconteceu em Pyongyang, capital norte-coreana. Além do fator histórico – os países estão oficialmente em guerra há quase 70 anos, a partida também ficou marcada por um aspecto “diferente”.

O regime da Coreia do Norte impediu a presença de público, transmissão de TV e até mesmo fotógrafos no estádio Kim II-sung.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi o único a receber autorização para acompanhar o confronto.
A promessa norte-coreana é de enviar um DVD para o país vizinho com imagens do jogo. Os dois países já se enfrentaram em Pyongyang no início dos anos 90 em um amistoso

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Aos 97 anos, John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar o Nobel

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Americano ganhou o Nobel de Química pelo desenvolveu baterias de íons de lítio. Professor da Universidade do Texas, cientista vai quase todos os dias ao laboratório.

O americano John B. Goodenough, de 97 anos, passou a ser a pessoa mais velha a ganhar um prêmio Nobel. Ele ganhou nesta quarta-feira (9) o Nobel de Química ao lado do britânico M. Stanley Whittingham e do japonês Akira Yoshino.

Goodenough nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em Engenharia na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Nobel de Química vai para trio que desenvolveu baterias de íons de lítio

Olof Ramström, membro do comitê do Nobel e professor de Química na Universidade de Massachusetts em Lowell, nos Estados Unidos, afirmou que Goodenough é um “cientista fantástico”.

“Ele trabalha nessa área há muitos, muitos anos, e nunca se aposentou. Então ainda está trabalhando até essa idade. Ainda vai ao laboratório quase todos os dias, até onde eu sei. E ainda está dando contribuições à comunidade no que diz respeito à ciência e ao desenvolvimento de baterias”, declarou.

Nobel de Química 2019

John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 2019 pelo desenvolvimento de baterias de íon de lítio

Descoberta no início da década de 70, as baterias são usadas em celulares, notebooks e carros elétricos. Veja o perfil dos outros vencedores:

  • M. Stanley Whittingham, de 77 anos, é professor na Universidade Binghamton, parte da Universidade Estadual de Nova York, também nos Estados Unidos.
  • Akira Yoshino, de 71 anos, é professor na Universidade Meijo, em Nagoya, no Japão, e Membro Honorário da corporação Asahi Kasei, em Tóquio.
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