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Isolamento. Angústia. “Novo normal”: selecionamos seis filmes similares ao que estamos vivenciando em 2020

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Medianeras (2011)

Onde assistir? Globoplay, YouTube

Mariana e Martin são almas gêmeas. Mas não se conhecem. Você aprende o que os dois têm em comum observando as rotinas que cada um leva em seus apartamentos claustrofóbicos. Uma reflexão sobre as grandes cidades, que nos oferecem de tudo, mas nos isolam do que mais importa.

Lunar  (2009)

Onde assistir? YouTube

Trabalho remoto, videoconferências e conversas com um robô. Essa é a rotina de Sam (Sam Rockwell), o único funcionário de uma mineradora na Lua. Prestes a voltar para casa, um acidente faz sua paranoia, fruto de anos de solidão, aumentar. Se você gostou de Perdido em Marte (2014), com Matt Damon, pode ser uma boa pedida.

O Último Cine Drive-In (2015)

Onde assistir? Netflix

O pano de fundo é o Cine Drive-in, aberto em 1973 em Brasília e que, por anos, foi o único cinema do tipo em funcionamento no País. Hoje, ironicamente, essa é a única opção possível para ver filmes na telona.

O Quarto de Jack (2015)

Onde assistir? Looke, YouTube

A protagonista é sequestrada e presa em um quartinho. Estuprada pelo captor, engravida e cria o filho sozinha no cativeiro, por sete anos. Ao fugir, ela e a criança têm outro desafio: adaptar-se à liberdade. É um drama espetacular, responsável por catapultar as carreiras de Brie Larson e Jacob Tremblay.

Filhos da Esperança (2006)

Onde assistir? Looke, Netflix, Now

Em 2027, a Terra vive imersa no caos, em meio a guerras sem fim e governos em frangalhos. Em vez de um vírus, a causa do desastre é a repentina infertilidade da espécie humana. Dirigido por Alfonso Cuarón (Gravidade, Roma).

Um Lugar Silencioso (2018)

Onde assistir? Now, YouTube

Aliens com superaudição dominaram o planeta, e qualquer barulho pode ser fatal. Quem restou se isolou e tenta sobreviver sussurrando. Clima de medo e falta de perspectiva dignos de pandemia. A sequência estava pronta para estrear, mas foi adiada por causa da pandemia.

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APÓS CONVENÇÕES | Candidaturas à prefeitos só serão homologadas dia 26 de setembro. Alianças estão sendo formadas

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Começou nesta quinta-feira (17) o prazo para que os pré-candidatos às Eleições Municipais 2020 registrem as candidaturas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PI). O registro poderá ser feito até o dia 26 de setembro. De acordo com o professor de Direito eleitoral, Aurélio Lobão, neste período de pré-campanha ainda não é permitido nenhum tipo de propaganda com pedidos de voto.

“O pedido de voto ostensivo só pode ser feito a partir de 27 de setembro. Nesse contexto, você não pode estar em redes sociais fazendo pedidos de voto. É comum você [candidato] já estar divulgando seu santinho. Não pode”, disse.

O professor explicou que as jurisprudências dos tribunais eleitorais tendem a julgar este tipo de atos como propaganda antecipada, passível de multa e determinação de retirada da propaganda.

A campanha eleitoral em 2020 começa a partir do dia 27 de setembro e segue até o dia 12 de novembro. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV começa no dia 9 de outubro e segue também até 12 de novembro. O primeiro turno das eleições está marcado para acontecer no dia 15 de novembro, e o segundo turno, caso seja necessário, no dia 29 de novembro.

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Retorno às aulas exigirá debate transparente e novas estratégias

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Para a consultora educacional e psicóloga Jarlicht, “Serão muitos os desafios. E vão dos aspectos estruturais e organizacionais da escola, que deverá atender aos protocolos, aos aspectos emocionais, que envolvem não só o acolhimento dos alunos como também o das famílias. Todos estão, em alguma medida, sensíveis a tudo que vem acontecendo e, de certa forma, inseguros, ansiosos e um tanto esperançosos com o que está por vir – afirma Jarlicht.

Para ela, o retorno ao ensino presencial demandará do professor novas estratégias para a reinvenção tanto das relações afetivas quanto do trabalho pedagógico em si, repensando os projetos, de acordo com a avaliação diagnóstica dos alunos, contemplando novos encaminhamentos, além de outros combinados para a rotina, que será inteiramente diferente.

“Essa nova realidade será um grande desafio para todos na escola, sobretudo para os professores que são o porto seguro dos alunos, suas famílias e coordenação. Portanto, o acolhimento deve também se estender a eles. Gestores e coordenadores precisam estar abertos para ouvir esses profissionais nas suas demandas e trabalhar em parceria.

Carla lembra que a escola é um lugar de encontro. E que seria fundamental criar um espaço para diálogo transparente com as famílias e a comunidade para que, juntos, possam pensar sobre esse retorno às aulas e sobre como viabilizar a prática de tais protocolos.

“Discutir, ponderar, acalmar as angústias, alinhar as expectativas e planejar soluções possíveis. Mais do que nunca, num contexto como a de uma pandemia, precisamos pensar coletivamente, compartilhando a responsabilidade entre todos os envolvidos”, salienta.

A especialista destaca, citando o educador português José Pacheco, que “escola não é edifício; escolas são pessoas”.

“Sendo assim, para além de todos os cuidados de higienização, que são importantíssimos, temos que focar na saúde emocional de crianças e adultos. A situação vivida ainda é delicada sob muitos aspectos e, sobretudo, o aspecto emocional. Muitas e diversas foram as perdas, não podemos fechar os olhos para isso, não será possível continuar de onde havíamos parado, como se tudo tivesse sido um feriado prolongado” – resume.

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