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Brasil

Mercado interno brasileiro reage bem a nova postura de paz e sem polêmicas de Jair Bolsonaro e acordo com estados

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O risco-país do JP Morgan chegou a cair mais de 12% para 3.975 pontos-base. Os bônus subiram em média mais de 8%, e as ações argentinas em Wall Street, 4%, de acordo com o jornal “Ámbito Financeiro”.

Na quinta-feira (16), o governo disse que pediria aos investidores três anos de moratória no serviço da dívida externa. A proposta prevê ainda suspensão dos pagamentos até 2023, desconto de 62% sobre o total dos juros e de 5,4% sobre o estoque de dívida.

Um desconto de 62% sobre o total de juros a ser pago equivale a quase US$ 37,9 bilhões, de um total de US$ 61 bilhões em juros que os investidores esperavam receber, afirma o analista financeiro Christian Buteler. Já o desconto de 5,4% sobre o estoque da dívida a ser renegociada representa US$ 3,6 bilhões dos US$ 68,8 bilhões que a Argentina busca reestruturar.

Na noite de quinta-feira, o Banco Central obrigou bancos a subir a taxa de referência Leliq de 38% para 70%, na tentativa de conter a alta do dólar.

Nesta sexta-feira, o dólar caiu em quase todas as cotações. O dólar CCL (canal para trocar pesos por dólar no exterior) teve queda de 0,55%, enquanto o MEP (obtido por meio de compra e venda de bônus) caiu 0,25%. O dólar blue, negociado no mercado paralelo, manteve a trajetória ascendente e subiu 3% para 99 pesos, segundo o jornal “El Cronista”.

Na apresentação de quinta-feira, o ministro da Economia, Martín Guzmán, disse que apresentaria a oferta formalmente aos credores nesta sexta-feira e daria 20 dias para que analisassem a proposta.

“Não creio que o cenário mais provável seja a Argentina entrar em um default imediatamente depois desses 20 dias, se a proposta for recusada pelos tomadores de bônus”, afirma Carlos de Souza, da consultoria Oxford Economics. “Mas a verdade é que a Argentina não pode pagar sua dívida nos termos atuais e precisa reestruturá-la. E uma reestruturação, por mais amigável que seja, é considerada tecnicamente um default.”

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Brasil

EXTRA | Brasil supera EUA e se consolida como epicentro mundial do Coronavírus

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Novos dados consolidam o Brasil como o novo epicentro da pandemia do coronavírus no mundo. Um levantamento publicado nesta sexta-feira pelo Centro Europeu para o Controle e Prevenção de Doenças aponta o país sul-americano como líder no número de novas contaminações nos últimos 14 dias. Os dados desse período são considerados relevantes, pois indicam a curva da pandemia pelo mundo, justamente durante o prazo considerado como sendo de incubação do vírus.

Pela primeira vez, os indicadores da agência oficial da UE revelam que o Brasil superou os EUA em números de novos casos registrados do coronavírus nas últimas duas semanas. No país, foram 304,8 mil casos em duas semanas.

No país, foram 304,8 mil casos em duas semanas. No total desde o começo da crise, foram 614 mil casos e 34 mil mortes. Metade, portanto, de todos os novos casos ocorreram apenas em duas semanas. Nesse mesmo período, os EUA registraram 295 mil novos casos, contra 123 mil na Rússia..

Nesse mesmo período, os EUA registraram 295 mil novos casos, contra 123 mil na Rússia. No mundo, os últimos 14 dias registraram 1,5 milhão de novos diagnósticos positivos. Ou seja, 20% de todos os novos casos no mundo ocorreram no Brasil. O país, porém, tem apenas 2,7% da população mundial. Em termos gerais, o maior número de casos da covid-19 continua sendo registrado nos EUA, com 1,8 milhão de pessoas infectadas e 108 mil mortos..

A OMS, ainda que tenha dados defasados, também aponta para uma situação crítica no Brasil. Pelas tabelas da entidade, o Brasil é hoje o terceiro país com maior número de mortes e segundo em termos de casos. Considerando apenas os últimos sete dias, o Brasil lidera no mundo, segundo os dados da própria OMS.

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UPDATE COVID | Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

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Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

Nas últimas 24 horas, foram 1.473 registros – o maior balanço diário pela terceira vez consecutiva; com isso, o país fica atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos

O Brasil superou a Itália em número de mortos por complicações da Covid-19 nesta quinta-feira (4). Com mais um recorde diário de mortes, o país acumula 34.021 vidas perdidas durante a pandemia e está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde.

Os principais dados do ministério são:

34.021 mortes, eram 32.548 na quarta (3)

Foram 1.473 registros de morte incluídos em 24 horas

614.941 casos confirmados, eram 584.016 na quarta

Foram incluídos 30.925 casos em 24 horas

325.957 pacientes estão em acompanhamento (53 %)

259.963 pacientes estão recuperados (41,5 %)

O balanço da quinta-feira, que foi divulgado por volta das 22 horas, registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.

O Brasil chegou a terceiro país com mais mortes no mundo 79 dias depois do registro da primeira vítima da Covid-19, em 17 de março.

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