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Ministério Público de Contas quer auditorias para investigar Agetop, Saneago e venda da Celg-D

Procurador-Gral de Contas, Fernando dos Santos Carneiro, manifestou-se durante a 3ª sessão ordinária do Tribunal Pleno desta quarta-feira, 30. Segundo o representante do Ministério Público de Contas, uma vez detectada uma falha da administração pública, incumbe à Corte de Contas realizar fiscalizações

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O Procurador-Geral de Contas, do Ministério Público de Contas, com atuação junto ao Tribunal de Contas de Goiás, Fernando dos Santos Carneiro, manifestou hoje, 30, durante a 3ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno do TCE-GO, pela instauração de auditorias na Agência de Transportes e Obras Públicas de Goiás (Agetop) e também na Saneago, empresa de saneamento do Estado.

De acordo com Carneiro, à Corte de Contas do Estado incumbe a obrigação de fiscalizar e uma vez detectada qualquer falha impõe-se a imediata obrigação de investigar a ocorrência de ilícitos. O Procurador citou o caso da Celg-D, vendida em 2016 por R$ 800 milhões, negociação que levou o Estado a assumir um passivo na ordem de R$ 7,4 bilhões e que não mereceu nenhum processo de investigação do Tribunal.

Fernando Carneiro também citou a recente apreensão de bens do ex-presidente da Agetop, Jayme Rincón, determinada pelo juízo da 11ª Vara da Justiça Federal em Goiás e a operação da Polícia Federal e Ministério Público Federal que investigou escândalos de corrupção na Saneago, em 2017, quando foram presos dirigentes políticos e o próprio presidente da empresa, acusados de desvios de recursos públicos.

“Entendo, aqui, que em virtude desses escândalos já noticiados, a Corte deve instaurar imediatamente auditorias. Não é possível que, diante das irregularidades da Agetop, por exemplo, que têm sido demonstradas por ações do MPF, o Tribunal não atue. Só vejo processos aqui com a chancela de regularidade, regularidade”, ponderou e pediu que os Conselheiros do Tribunal instaurem auditorias para fiscalizar essas empresas, inclusive o processo de privatização da Celg-D.

Acompanhe a fala do Procurador-Geral de Contas a partir do minuto 3:20″ do vídeo abaixo

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Professor da Fiocruz apoia isolamento intercalado em Goiás: “Medida é extremamente correta

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Três professores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram nesta semana uma visita a Goiás, ocasião em que avaliaram todos os dados sobre a pandemia da Covid-19, bem como as estratégias adotadas pelo governo estadual para evitar colapso no sistema de saúde. Com a conclusão dos trabalhos, o professor, pesquisador e médico sanitarista Daniel Soranz disse aprovar 100% a estratégia de isolamento social intermitente adotada por força de decreto pelo governador Ronaldo Caiado. “É uma medida extremamente correta”, frisou.

Ao longo de dois dias, Daniel e as professoras Paula Travassos e Andara Moreira fizeram uma série de visitas, inclusive ao Hospital de Campanha (Hcamp) de Goiânia, estruturado pelo Governo de Goiás, e à Vigilância Epidemiológica. “Verificamos o andamento da coleta de dados, as estatísticas e chegamos à conclusão de que esses 14 dias de isolamento social serão muito importantes”, salientou.

O professor pesquisador informou que os estudos realizados pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e que têm norteado as ações no Estado, “são excelentes” e devem, sim, ser considerados por projetarem a realidade da pandemia. A partir do último estudo, o governador decretou uma quarentena intermitente, começando com 14 dias de regras mais rígidas quanto ao funcionamento do comércio, e depois 14 dias de flexibilização. A estratégia visa evitar o colapso no sistema de saúde. A projeção da UFG é que o método, associado a um rastreamento de contatos, possa salvar mais de 10 mil vidas até setembro.

Daniel acredita que a baixa taxa de mortalidade em Goiás, quando comparada a outros Estados, está diretamente relacionada às ações preventivas que Caiado já tomou até aqui. Uma delas, exemplificou, foi o isolamento social adotado tão logo foram registrados os primeiros casos locais de Covid-19, contribuindo com o achatamento da curva de contaminação. “Também destaco todo o investimento na saúde e assistência ao paciente”, reforçou.

O pesquisador da Fiocruz elogiou o empenho da equipe clínica que trabalha nos hospitais de campanha, e também a estruturação das unidades de saúde promovida pelo Governo de Goiás. “Vale ressaltar a importância disso: a maioria dos hospitais vai ficar de legado, ou seja, poderão ser utilizados pela população depois que a pandemia passar”, enfatizou. Considerando só as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Caiado já inaugurou mais de 100 leitos em cidades como Catalão, Luziânia, Trindade, Porangatu, Águas Lindas e Itumbiara.

Tal legado mencionado por Daniel é uma das marcas que Caiado tem trabalhado para deixar em Goiás. Antes mesmo da pandemia, o governador já estava promovendo a regionalização da saúde, levando estrutura permanente para atendimentos especializados a todas as regiões do Estado. A ideia é acabar com a chamada “ambulancioterapia”, quando o paciente era submetido a longas viagens em busca de tratamento nos hospitais de Goiânia.

A Fiocruz realiza esse apoio técnico e institucional em Goiás a pedido de Caiado, que tem buscado diálogo com comunidades científicas e médicas em busca das decisões mais assertivas para combater a pandemia. “Viemos para desenhar uma análise conjunta e propor alguma correção de rumo ou reestruturação, mas não foi nada disso que a gente viu. O Estado tomou todas as medidas no tempo correto”, observou Daniel. “A parceria vai continuar para análise dos dados”, completou.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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Goiás é o quinto estado com menos mortes de Covid-19

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Confira a lista divulgada pelo site In Loco

Em primeiro lugar aparece o Mato Grosso do Sul com 107 mortes. Tocantins, Acre e Roraima surgem respectivamente em seguida em números de óbitos. Goiás está em quinto lugar lugar com 586. Veja abaixo a cartela

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