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“Não sei se sou terrivelmente evangélico, mas sou fiel” diz Bretas, cotado ao STF

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Juiz responsável pela Operação Lava Jato no Rio fala sobre possibilidade de indicação ao STF e comenta com bom humor a preferência de Jair Bolsonaro por ministro evangélico

Foi em 2 de junho, um sábado ensolarado em Brasília, que o juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, desembarcou na capital federal para uma conversa sigilosa no Palácio do Planalto. A sua espera estava o presidente Jair Bolsonaro, que 48 horas antes havia falado pela primeira vez na possibilidade de indicar um ministro evangélico para o Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado é adepto e praticante da religião evangélica.

Desde a fala presidencial, o nome de Bretas passou a ser tratado, com o do advogado-geral da União André Luiz de Almeida Mendonça, como favorito para uma nomeação na Corte no futuro. Na semana passada, Bolsonaro subiu o tom e disse que, das duas indicações a que terá direito até o fim do mandato, uma será destinada obrigatoriamente a alguém “terrivelmente evangélico”. “Não sei se sou terrivelmente, mas sou fiel”, disse Bretas aos risos, para depois defender abertamente o critério apresentado para o cargo.

A íntegra da entrevista com o juiz está disponível na reportagem de capa da revista ÉPOCA desta semana:

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Confira o que você precisa saber para começar a sexta-feira (24):

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Dia teve mais um capítulo da novela Regina Duarte, Bolsonaro estudando reformulação ministerial que desagradaria Moro e Paulo Guedes pensando em “imposto do pecado”. Em BH, suspeita de Coronavírus é descartada pela Secretaria da Saúde.

Confira o que você precisa saber para começar a sexta-feira (24):

Novela Regina Duarte
O presidente Jair Bolsonaro, que está em viagem para a Índia, não fez sua tradicional live. Bolsonaro, no entanto, apareceu ao lado do ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, em um vídeo que foi gravado na quarta-feira (22) no Palácio do Alvorada. O presidente afirmou que a atriz Regina Duarte está “propensa” a ser secretária da Cultura no lugar de Roberto Alvim – demitido após divulgar um vídeo com frases semelhantes a um discurso de Joseph Goebbels, ministro do regime nazista de Adolf Hitler. “Ela está disposta, com gás e quer colaborar. Se Deus quiser, vai dar tudo certo”, disse.

Moro desprestigiado?
O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Se isso ocorrer, segundo ele, o ministro Sergio Moro permanecerá à frente da pasta da Justiça e perderá a sua principal bandeira até aqui: a queda nas taxas de homicídios, tendência iniciada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e acelerada agora. A declaração foi feita um dia depois de um o presidente ter dito em encontro com secretários de segurança pública que vai estudar reformular a estrutura ministerial.

De olho em 2022, Huck fala em Davos

O apresentador Luciano Huck atraiu a maior parte das atenções durante o painel que participou sobre os protestos de rua na América Latina na reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, mas evitou polêmicas. Discorrendo sobre desigualdade, educação e ambiente, foi chamado em voz alta ao menos duas vezes de “próximo presidente do Brasil” pelo escritor e youtuber brasileiro Raiam Santos e pela secretária executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU, Alicia Bárcena Ibarra.

“Imposto do pecado”
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou em Davos que pediu à sua equipe estudos para a criação de um “imposto do pecado”. Ele mencionou cigarros, bebidas alcoólicas e produtos com adição de açúcar como alvos potenciais de um novo tributo. Guedes defendeu a inclusão de produtos como refrigerantes, sorvetes e chocolates na nova taxação. Ele usou o termo “imposto do pecado” para defendê-la, mas disse que a expressão é acadêmica (do inglês “sin tax”) e não tem juízo moral. “Não é nada de costumes, Deus me livre.”

Suspeita de Coronavírus rejeitada
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais afirmou que o caso de uma paciente que esteve na China e que apresentou sintomas respiratórios não é mais um caso suspeito de infecção por uma nova cepa de coronavírus. O órgão disse que o registro do caso como suspeito de infecção por coronavírus foi feito por precaução e quando o órgão ainda não tinha as orientações do Ministério da Saúde sobre casos suspeitos.

SPFC x Governo Federal
O São Paulo entrou na Justiça contra o Governo Federal para não ser mais obrigado a oferecer meia-entrada em seus jogos. O argumento do São Paulo é de que a Lei 12.933/13 – que determina meia-entrada para idosos, deficientes, estudantes e jovens entre 15 e 29 comprovadamente carentes, em espetáculos artístico-culturais e esportivos – é uma intervenção indevida do Estado nas atividades econômicas do clube. O time acredita que o benefício deva existir, mas que o Governo deveria compensar o clube, arcando com os custos restantes.

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Tratores adaptados com chamas são a nova técnica para acabar com o uso pesticidas

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Mais fácil e sem prejudicar o solo e o meio ambiente.

No momento de plantar novas colheitas, os novos tratores são capazes de queimar as ervas daninhas e assim agricultores podem evitar ou até abolir o uso de pesticidas. Uma ideia genial e teremos menos problemas de saúde. É algo que parece lógico, no entanto, também precisamos lembrar da influência de como esses alimentos são cultivados.
Pensando em deixar os alimentos ainda mais saudáveis, agricultores orgânicos implementaram uma nova tecnologia, baseada em lança-chamas, sim, você leu certo. É um novo sistema que evita o uso pesticidas e que até agora tem funcionado muito bem.

É como por exemplo, o fato de remover grande parte da erva daninha, a sua velocidade e eficácia, e ainda impedimento do crescimento de raízes danificadas, desfazendo assim a necessidade de pesticidas e semelhantes.

E quem mais ganha com isso são os consumidores, pois acabam tendo vegetais ainda mais saudáveis e menos cheios de pesticidas. Só não foi revelado se essa tecnologia é mais barata e acessível do que os pesticidas comuns

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