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O que você precisa saber para começar bem informado a quinta feira

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Dia teve Ministério Público recomendando suspensão temporária das inscrições no Sisu após falhas no Enem 2019. Em Brasília, Regina Duarte almoçou com Jair Bolsonaro, mas ainda não há a confirmação oficial sobre a atriz assumir a pasta da Cultura. De olho em 2022, presidente do Cidadania diz estar se preparando para “protagonismo eleitoral” e sonha com Luciano Huck como candidato.

Confira o que você precisa saber para começar a quinta-feira (23):

Noivado longo

A atriz Regina Duarte chegou a Brasília e foi direto para o Palácio do Planalto, onde foi recebida por Jair Bolsonaro para um almoço. Posteriormente, os dois se reuniram para tratar do convite para a Secretaria Especial da Cultura. Após o fim do encontro, ela ainda não confirmou oficialmente se aceitou ou não o convite para entrar no governo. A atriz foi questionada sobre o convite e, novamente, despistou. “Vou continuar conversando. Noivando, noivando”.

MPF recomenda suspensão das inscrições do Sisu

O Ministério Público Federal enviou recomendação ao governo Bolsonaro para que sejam suspensas as inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que foram abertas na terça-feira (21). O pedido é para que o adiamento, e consequente mudança de todo cronograma, ocorra até que o governo realize nova conferência dos gabaritos de todos os candidatos. O MPF quer garantir a idoneidade do exame, de acordo com o órgão.

Fux suspende juiz de garantias por tempo indeterminado

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu, sem prazo definido, a implantação do juiz das garantias, nova figura criada pelo pacote anticrime aprovado no Congresso e sancionado em dezembro pelo presidente Jair Bolsonaro. A decisão vale até que o plenário analise o tema. Fux revogou decisão do presidente da corte, ministro Dias Toffoli, que no último dia 15 adiou a implementação do juiz das garantias por seis meses (180 dias).

De olho em 2022, partido mira Huck como candidato

Ao que tudo indica, o apresentador de TV e empresário Luciano Huck será candidato à presidência em 2022. Nos bastidores, já realiza reuniões de articulação política e monta equipe. Nesta semana, participou do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Segundo interlocutores próximos do apresentador, o anúncio oficial e a filiação ainda não aconteceram por conta do contrato com a TV Globo. As discussões de filiação estão avançadas com o Cidadania (novo nome do antigo PPS). Em conversa exclusiva com o Yahoo, o presidente do partido, Roberto Freire, não confirma a provável filiação de Huck, mas já fala sobre como o partido está se preparando para um “protagonismo eleitoral” em 2022.

Marina Silva rebate Paulo Guedes

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) criticou a declaração do ministro Paulo Guedes (Economia) em Davos (Suíça) que vinculou a degradação ambiental à pobreza. Para ela, são políticas públicas do governo Bolsonaro, como a regularização de áreas griladas, que incentivam o desmatamento na Amazônia. Marina foi ministra de 2003 a 2008, no governo Lula. Na pasta, promoveu a criação de unidades de conservação na Amazônia e conseguiu reduzir o desmatamento por meio do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), extinto pelo governo Bolsonaro.

Thiago Neves próximo do Grêmio

Thiago Neves não ficará muito tempo desempregado. Na manhã desta quarta-feira (22), enquanto o BID (Boletim Informativo Diário) da CBF anunciava rescisão de seu contrato com o Cruzeiro, o meia se reunia com um representante do Grêmio para encaminhar sua transferência para a equipe de Renato Gaúcho. A reunião praticamente selou o acordo contou com Klauss Câmara, diretor-executivo de futebol do Tricolor, com Thiago Neves e seu representante, Leandro Lima. O blog do Nicola apurou com uma fonte gremista que pequenos detalhes burocráticos impedem o anúncio oficial do meia como reforço.

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Brasil

ESTADO MAIOR | Bolsonaro perde força, General Braga Netto assume Brasil em acordo com militares

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Acordo das Forças Armadas coloca Braga Neto como “presidente operacional”

A deliberação dos militares já teria sido comunicada, “com os devidos cuidados”, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes, diz o site. “Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil.

O óbvio aconteceu. Oficialmente o general de Exército Braga Neto assumiu o comando do governo Bolsonaro em um cargo que os meios militares estão chamando de Estado-Maior do Planalto.

Segundo o site DefesaNet, porta-voz oficioso do meio militar, não foi uma simples indicação de Bolsonaro, mas resultado de reuniões complexas, um acordo “por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio Bolsonaro.

Segundo o site, ”sua “missão” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro”.

Não apenas isso.
“Ocorre após uma semana em que proliferavam ataques e notícias falsas, incluindo de setoristas que cobrem as Forças Armadas, em Brasília, com notícias delirantes sobre crítica dos militares ao governo.
A imprensa ansiosa por uma crise institucional, junto às oligarquias estaduais, mais a oligarquia do Congresso, não é apoiada pelos empresários e especialmente pelo sistema financeiro.
Este brincou no início da crise especulando contra o Real e na Bolsa, porém agora percebe que o risco de um possível crash bancário, pela TOTAL insolvência dos clientes, não pode ser descartado”.

Segundo o site, a frase do Comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, de que “talvez seja a missão mais importante da nossa geração”, foi traduzida como a luta contra o COVID-19. “Para os mais atinados, a mensagem foi clara”. Outro sinal, segundo o site, foi a Ordem do Dia alusiva a 31 de março, assinada pelos Ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e os três comandantes militares.

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Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

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