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O que você precisa saber para começar bem informado a segunda-feira

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Bolsonaro estuda recriar Ministério da Cultura para ter atriz Regina Duarte no governo –ela deve se reunir com ele nesta segunda (20) para responder convite à Cultura; pensões a menos de 200 mulheres solteiras, pelo Congresso, custa R$ 30 mi ao ano aos cofres do contribuinte; número dois da ministra Damares Alves acumula posto em conselho na Casa da Moeda e receberá, por reunião mensal, R$ 4,5 mil; mulher negra é acusada por passageiros de ônibus em Curitiba de furto, mas carteira reclamada estava com outra mulher, de pele branca.

Por atriz, Bolsonaro estuda recriação do MinC
O presidente Jair Bolsonaro avalia recriar o Ministério da Cultura para abrigar a atriz Regina Duarte no governo federal. A informação é de interlocutores do Palácio do Planalto. Dentro do governo, há um entendimento de que o nome da atriz é muito reconhecido para um status de secretaria — comandada até semana passada pelo dramaturgo Roberto Alvim. Ele foi demitido do cargo após protagonizar um vídeo com referências nazistas. Bolsonaro esperava para este sábado uma resposta da atriz ao convite, mas ela pediu uma reunião pessoal com ele para discutir o acordo. O encontro deve acontecer nesta segunda-feira (20), no Rio, uma vez que o presidente já tinha agendas marcadas na capital fluminense: às 10h, se encontra com o prefeito Marcelo Crivella.

Pensões a mulheres “solteiras” custam R$ 30 mi
Pensões mensais de até R$ 35 mil são pagas atualmente pela Câmara e pelo Senado brasileiros a filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. A medida é prevista em uma lei sancionada por Juscelino Kubitschek em março de 1958, de modo que o benefício atende até hoje 194 mulheres e custa, por ano, R$ 30 milhões – o equivalente ao dinheiro necessário para construir 500 casas populares do Minha Casa Minha Vida. Embora a norma tenha sido derrubada em 1990, o privilégio para quem já estava na folha de pagamento acabou mantido.

Conselheira de Damares na Casa da Moeda
A economista Tatiana Alvarenga, atualmente número dois da ministra Damares Alves, parece estar em alta no governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido): ela acabou de ser nomeada pelo ex-capitão para o Conselho Fiscal da Casa da Moeda, em cujo colegiado tomou posse em novembro passado. A auxiliar de Damares recebe R$ 4,5 mil a cada reunião mensal – concomitantemente ao posto no ministério da pastora.

Prejuízo com feriadões?
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) calculou que os feriados nacionais de todo o ano de 2020 devem causar um prejuízo de R$ 19,6 bilhões ao comércio varejista este ano – que terá mais feriados nacionais em dias úteis do que ocorreu em 2019. No ano passado, o comércio varejista e atacadista teve um prejuízo de R$ 17,4 bilhões com os feriados nacionais. “Embora tenda a favorecer atividades econômicas específicas como aquelas típicas do turismo, para a maioria dos demais setores da economia a maior incidência de feriados em dias normalmente úteis tende a gerar prejuízos por conta da queda do nível de atividade ou pela elevação dos custos de operação”, explicou o economista Fabio Bentes, em relatório.

Suspeita de racismo em Curitiba
Uma mulher negra foi erroneamente acusada por outros passageiros de ter furtado a carteira de uma idosa dentro de um ônibus em Curitiba. O vídeo da cena viralizou nas redes sociais e foi registrado na última quinta-feira (16), por volta das 12h40, em um biarticulado da linha Santa Cândida x Capão Raso, próximo ao Shopping Estação. Na ocasião, policiais militares chegaram a revistar a bolsa da mulher, que não quis falar com a imprensa, tampouco, registrar boletim de ocorrência. O vídeo, que até a noite deste sábado (18) já tinha mais de 77 mil visualizações, mostra os passageiros acusando a mulher negra até que, após cinco minutos de confusão, o item roubado foi encontrado, mas com outra passageira, de pele branca, da qual não haviam suspeitado.

Portugal oferece incentivos para reaver portugueses
Em função de uma queda no número de habitantes e de mais de 2,6 milhões de portugueses morando em outros países, Portugal passou a oferecer uma série de incentivos para que seus cidadãos voltem a morar no país. A iniciativa foi formalizada no Programa Regressar, por meio do qual o governo paga até 6.536 euros (aproximadamente R$ 30 mil) para portugueses e seus familiares interessados em se mudar para Portugal. Com esse valor, o governo busca dar ajuda financeira e cobrir custos com viagem, mudança e documentação. Quem adere ao programa tem outros benefícios, como desconto no Imposto de Renda, cotas para universidades, financiamentos especiais e apoio para procurar trabalho.

Lula e Flávio Dino se reúnem
Na tentativa de se formar uma frente ampla de partidos e lideranças empresariais contra o grupo de Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tiveram uma reunião nesse sábado (18).

Instabilidade no WhatsApp
Usuários publicaram diversas mensagens na manhã desse domingo (19) sobre problemas no envio de áudios, fotos e figurinhas pelo aplicativo Whatsapp. O site Downdetector, que registra esse tipo de reclamação, indicava quase 7 mil notificações por volta de 9h59. Mesmo quem conseguiu enviar arquivos de mídia disse que o destinatário não conseguiu concluir o download do material. O problema acontece com usuários de sistemas Android, iOS e com quem utiliza o aplicativo no desktop.

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ESTADO MAIOR | Bolsonaro perde força, General Braga Netto assume Brasil em acordo com militares

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Acordo das Forças Armadas coloca Braga Neto como “presidente operacional”

A deliberação dos militares já teria sido comunicada, “com os devidos cuidados”, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes, diz o site. “Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil.

O óbvio aconteceu. Oficialmente o general de Exército Braga Neto assumiu o comando do governo Bolsonaro em um cargo que os meios militares estão chamando de Estado-Maior do Planalto.

Segundo o site DefesaNet, porta-voz oficioso do meio militar, não foi uma simples indicação de Bolsonaro, mas resultado de reuniões complexas, um acordo “por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio Bolsonaro.

Segundo o site, ”sua “missão” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro”.

Não apenas isso.
“Ocorre após uma semana em que proliferavam ataques e notícias falsas, incluindo de setoristas que cobrem as Forças Armadas, em Brasília, com notícias delirantes sobre crítica dos militares ao governo.
A imprensa ansiosa por uma crise institucional, junto às oligarquias estaduais, mais a oligarquia do Congresso, não é apoiada pelos empresários e especialmente pelo sistema financeiro.
Este brincou no início da crise especulando contra o Real e na Bolsa, porém agora percebe que o risco de um possível crash bancário, pela TOTAL insolvência dos clientes, não pode ser descartado”.

Segundo o site, a frase do Comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, de que “talvez seja a missão mais importante da nossa geração”, foi traduzida como a luta contra o COVID-19. “Para os mais atinados, a mensagem foi clara”. Outro sinal, segundo o site, foi a Ordem do Dia alusiva a 31 de março, assinada pelos Ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e os três comandantes militares.

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Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

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