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O que você precisa saber pra começar bem informado a terça-feira

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TST atende Petrobras e declara ilegal greve de trabalhadores, ministros do STF são alertados sobre possível ataques terroristas e governadores assinam carta pública criticando declarações do presidente Jair Bolsonaro.

Confira o que você precisa saber para começar a terça-feira (18):

Greve dos petroleiros

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta segunda-feira reconhecer “a abusividade e ilegalidade” de uma greve de trabalhadores da Petrobras, em atendimento a um pedido da estatal. A paralisação, que é liderada por sindicatos e previa duração por tempo indeterminado, teve início em 1° de fevereiro, em protesto contra demissões em uma unidade de fertilizantes da estatal e por alegações de descumprimento de acordo coletivo.

Ministros do STF ameaçados

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, encaminhou aos demais da corte um ofício sigiloso informando que uma célula terrorista pode estar preparando “agressões contra ministros deste tribunal”. A PF comunicou inicialmente o ministro Alexandre de Moraes, relator do relator do processo que investiga ataques ao Supremo. Moraes, então, repassou a informação a Toffoli, que enviou um ofício aos colegas alertando sobre os riscos e recomendando que reforçassem seus protocolos de segurança.

Governadores criticam Bolsonaro

Governadores de 20 estados elaboraram uma carta “em defesa do pacto federativo”, na qual criticam declarações de Jair Bolsonaro, feitas no último final de semana, sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na Bahia. Na nota, os governadores citam recentes falas de Bolsonaro “confrontando os governadores” e “se antecipando a investigações policiais para atribuir graves fatos à conduta das polícias e seus governadores”.

Bolsonaro projeta avanço em reforma

A reforma administrativa em fase de análise final por Jair Bolsonaro inclui o veto à filiação partidária de uma parcela de futuros servidores. O presidente, que se debruçará sobre a iniciativa nesta terça-feira (18), prometeu apresentá-la ao Poder Legislativo nesta semana. A proposta passou por avaliação de diferentes ministérios. Consolidada há duas semanas em reunião no Palácio do Planalto, ela deve alterar a estrutura do funcionalismo e o plano de cargos e salários.

Lula articula oposição

De passagem por Brasília para depor à Justiça, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se reunir, na tarde desta terça-feira, com as bancadas do PT na Câmara e no Senado. O encontro é aguardado com expectativa pelos parlamentares, já que é a primeira vez que o petista vem em Brasília depois de ser solto em novembro do ano passado. O objetivo da reunião é alinhar a atuação política dos petistas no Congresso.

Prestigiado

Os três jogos sem vitória no Campeonato Paulista e os gritos de “burro” da torcida no clássico contra o Corinthians não ameaçaram em nenhum momento o cargo de Fernando Diniz no São Paulo, mas o clube decidiu externar o apoio da diretoria ao treinador com uma publicação nas redes sociais. O São Paulo editou um vídeo com as melhores jogadas da equipe no empate sem gols com o rival. O material mostra que a equipe criou diversas oportunidades com trocas de passes desde o campo de defesa, uma marca do técnico.

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Ministros do TSE discutem adiar eleições para fim do ano, mas descartam prorrogar mandatos

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Bolsonaro diz que governadores que pregam isolamento têm ‘medinho’ do vírus

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar governadores que defendem políticas de distanciamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus. Bolsonaro disse hoje duvidar que eles sairiam às ruas, como o presidente fez, porque têm “medinho” da covid-19, que já matou quase 300 pessoas no Brasil.

“Eu fui em Ceilândia e Taguatinga no fim de semana passado e fui massacrado pela mídia. Duvido que um governador desses, Doria [João, de SP], Moisés [Carlos, de SC], vá no meio do povo. Vai nada. ‘Tá’ com medinho de pegar vírus?”, desafiou o presidente em conversa com pastores em frente ao Palácio da Alvorada.

Bolsonaro também disse querer que o povo volte a trabalhar, reforçando que “vai morrer gente”, sim, mas que não tem como fugir da pandemia. “Não pode deixar de trabalhar. Vamos cuidar dos idosos — você cuida do seu pai, eu cuido da minha mãe, que está viva. Por quê? A segunda onda que vem em função do desemprego vai ser terrível”, disse.

Ele também voltou a duvidar das justificativas que levaram países em todo o mundo a adotar medidas de distanciamento social. Como já explicaram a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o próprio Ministério da Saúde, o isolamento é importante para segurar a expansão da epidemia e, assim, evitar o colapso dos hospitais.

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