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ONU: cidadão de país rico teve acesso 100 vezes maior a insumo contra covid

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Levantamento da ONU (Organização das Nações Unidas) revela como a pandemia do novo coronavírus desnuda a desigualdade econômica mundial. Ao monitorar o comércio de insumos para o combate à covid-19 no mundo, chegou-se a conclusão que um cidadão de países mais ricos chega a ter acesso 100 vezes maior a remédios, equipamentos e estrutura médica do que aqueles que vivem em nações pobres.

De uma forma geral, cada residente de países de alta renda se beneficiou, em média, de um adicional de US$ 10 por mês de importações de produtos relacionados ao combate à pandemia, apontam os dados acessados pela coluna. Nos países de renda média, porém, o número foi de apenas US$ 1 extra por mês, por habitante. Já nos países mais pobres, o abastecimento extra foi de meros US$ 0,10. “Em outras palavras, as importações per capita dos bens médicos essenciais para mitigar a pandemia da covid-19 foram cerca de 100 vezes maiores nos países de alta renda, em comparação com os países de baixa renda”, alertou a ONU.

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Trump diz que deixará a Casa Branca se Biden ganhar votação no Colégio Eleitoral

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WASHINGTON/REHOBOTH BEACH (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que deixará a Casa Branca se o Colégio Eleitoral votar a favor do presidente eleito Joe Biden, na declaração mais próxima de uma admissão de sua derrota nas eleições do dia 3 de novembro, apesar de o republicano continuar repetindo suas acusações infundadas de que houve fraude eleitoral generalizada.

Ao falar com jornalistas no feriado de Ação de Graças, Trump disse que se Biden –que deve tomar posse no dia 20 de janeiro– for confirmado como vencedor das eleições pelo Colégio Eleitoral, ele deixará a Casa Branca.

Mas Trump disse que seria difícil para ele admitir a derrota nas atuais circunstâncias, e se recusou a dizer se compareceria à posse de Biden.

“Essa eleição foi uma fraude”, insistiu Trump em um discurso por vezes incoerente na Casa Branca, no qual continuou sem oferecer evidências concretas da existência de irregularidades eleitorais generalizadas.

Biden venceu a eleição com 306 dos votos do Colégio Eleitoral –muitos mais que os 270 necessários para garantir a vitória–, contra 232 de Trump, e a reunião do Colégio Eleitoral está marcada para o dia 14 de dezembro para formalizar o resultado. Biden também lidera Trump por mais de 6 milhões de votos na contagem de votos populares.

Trump até agora se recusou a reconhecer completamente sua derrota, embora na última semana –com o aumento da pressão vinda de seu próprio Partido Republicano– ele tenha aceitado autorizar o início do processo oficial de transição de poder.

Perguntado se deixaria a Casa Branca se o Colégio Eleitoral votar por Biden, Trump disse: “Certamente, eu irei. Certamente irei. E vocês sabem disso”, declarou. “Mas eu acredito que muitas coisas vão acontecer entre agora e o dia 20 de janeiro. Muitas coisas”, disse. “Fraudes massivas foram descobertas. Somos como um país de Terceiro Mundo.”

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AÇÃO DE GRAÇAS | Trump perdoa o peru pela última vez em tradição americana desde Abraham Lincoln

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Corn (milho, em inglês) venceu enquete no site da Casa Branca, mas seu irmão Cob (espiga) também será poupado e ambos viverão o resto das vidas em universidade. Tradição de perdoar ave foi reativada por George H.W. Bush, mas remonta à época da presidência de Abraham Lincoln.

O presidente dos EUA, Donald Trump, perdoou nesta terça-feira (24) pela última vez um peru às vésperas do Dia de Ação de Graças, uma tradição de décadas no país. Este ano, o sortudo foi Corn (milho), que recebeu “perdão total” de Trump.

Isso não significa, porém, que a ave preterida, Cob (espiga), será sacrificada. Os dois perus irão juntos para a Iowa State University, onde viverão o resto de suas vidas em paz, sem correr o risco de virar refeição.

Corn e Cob foram criados por Ron Kardel, presidente da Federação Nacional de Perus e agricultor de sexta geração de Walcott, Iowa.

Antes da cerimônia de perdão, a Casa Branca apresentou os dois candidatos e criou uma enquete no Twitter, perguntando aos seguidores qual peru merecia receber a honra. Corn ficou à frente de Cob por quase oito pontos: 53,7% a 46,3%.

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