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Mundo

ONU: cidadão de país rico teve acesso 100 vezes maior a insumo contra covid

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Levantamento da ONU (Organização das Nações Unidas) revela como a pandemia do novo coronavírus desnuda a desigualdade econômica mundial. Ao monitorar o comércio de insumos para o combate à covid-19 no mundo, chegou-se a conclusão que um cidadão de países mais ricos chega a ter acesso 100 vezes maior a remédios, equipamentos e estrutura médica do que aqueles que vivem em nações pobres.

De uma forma geral, cada residente de países de alta renda se beneficiou, em média, de um adicional de US$ 10 por mês de importações de produtos relacionados ao combate à pandemia, apontam os dados acessados pela coluna. Nos países de renda média, porém, o número foi de apenas US$ 1 extra por mês, por habitante. Já nos países mais pobres, o abastecimento extra foi de meros US$ 0,10. “Em outras palavras, as importações per capita dos bens médicos essenciais para mitigar a pandemia da covid-19 foram cerca de 100 vezes maiores nos países de alta renda, em comparação com os países de baixa renda”, alertou a ONU.

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Vacinas contra covid podem render R$ 13 bilhões para Johnson & Johnson

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Com a fabricação do imunizante contra o coronavírus, a companhia farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson planeja vender 2,5 bilhões de dólares (R$ 13 bilhões) em vacinas.

Conhecida por produzir a vacina de dose única, a empresa vende o antiviral a preço de custo. Apenas no segundo trimestre, foram arrecadados 164 milhões de dólares em distribuição do produto.

O imunizante foi aprovado em fevereiro com urgência nos Estados Unidos. Apesar da suspensão temporária após relatos de reações adversas em uma pequena parcela dos vacinados, o antiviral continuou a ser distribuído para a população americana e de outros países.

Além das vacinas, a companhia também lucrou com o aumento nas vendas de produtos farmacêuticos e de higiene pessoal.

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Mundo

VÍDEO | Após voo ao espaço, Bezos diz que ‘funcionários pagaram por tudo’. Declaração não pegou bem

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  • A declaração não pegou muito bem
  • A Amazon vem saindo de forma negativa no noticiário quando se trata de funcionários
  • Em uma denúncia, colaboradores disseram que faziam xixi na própria estação de trabalho

Agradeço a cada funcionário da Amazon, a cada cliente. Vocês pagaram por isto tudo aqui”, disse o bilionário logo depois de voar com a New Shepard, da Blue Origin, empresa de exploração espacial fundada por ele em 2000.

A cápsula em que eles decolaram partiu de uma base no Texas para um voo que durou exatos 10 minutos e 22 segundos.

“Para mim, o momento de paz mais profunda foi olhar para a Terra, para a atmosfera. Todo astronauta, todos os que foram ao Espaço dizem isso, que se sentem pasmos e maravilhados de olhar para a Terra com toda sua beleza, mas também sua fragilidade. E eu assino embaixo”, disse. 

A cápsula em que eles decolaram partiu de uma base no Texas para um voo que durou exatos 10 minutos e 22 segundos.

“Para mim, o momento de paz mais profunda foi olhar para a Terra, para a atmosfera. Todo astronauta, todos os que foram ao Espaço dizem isso, que se sentem pasmos e maravilhados de olhar para a Terra com toda sua beleza, mas também sua fragilidade. E eu assino embaixo”, disse.

Xixi no trabalho e sindicatos

A Amazon não vem saindo bem no noticiário ultimamente. A empresa teve negar que os funcionários da companhia fizessem xixi e outras necessidades em sacos por não poderem parar para ir ao banheiro. Colaboradores confirmaram que fatos desse tipo aconteceram de verdade.

Em outro episódio, a companhia foi acusada de pressionar seus funcionários a votarem contra a formação de um sindicato.

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