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Paramédicos judeu e muçulmano rezam e travam guerra juntos contra Coronavírus. Saiba mais

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Dois paramédicos do serviço de emergências MDA (Magen David Adom) de Israel protagonizaram um momento de fé em meio ao combate à pandemia do novo coronavírus.

Em um dos poucos momentos de pausa, Avraham Mintz e Zoher Abu Jama aproveitaram para fazer suas preces, independentemente das diferenças religiosas. Um é judeu e o outro muçulmano.

Mintz, judeu de Berseba, no sul de Israel, pegou o manto de oração e colocou nos ombros. Abu Jama, muçulmano de Rahat, também ao sul, posicionou um tapete em direção à Meca e se ajoelhou. 

O momento durou cerca de 15 minutos. A cena, registrada por um colega de equipe, acabou viralizando na internet. 

Segundo o site do jornal The New York Times, Abu Jama pensava na mãe idosa enquanto rezava. Já Mintz, pediu para que Deus o deixe ver o fim de tudo isso, que ele acredita que será bom.
“Tentamos orar juntos, em vez de cada um de nós dedicar um tempo para si, porque temos muitas situações com as quais estamos lidando agora”, disse Mintz ao site.

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Mãe de filha de Floyd desaba e chora: ‘Ele era bom, e não poderá levá-la ao altar’

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George Floyd, morto após ter o pescoço pressionado por um policial nos Estados Unidos, deixou uma filha: Gianna. A mãe da menina se emocionou muito hoje, chorou e lamentou pelo fato de que ele não poderá ver a garota crescer e levá-la ao altar. “Eu não consigo organizar as minhas palavras agora, mas eu quero que todo mundo saiba que foi isso que aqueles policiais tiraram. No fim do dia, eles podem ir para casa e ver suas famílias. Gianna não tem mais pai. Ele nunca a verá crescer, se formar”, disse Roxie Washington

Ele nunca poderá levá-la para o altar [se Gianna se casar um dia]. Se ela tiver um problema e precisar do pai, ela não terá mais isso. Eu estou aqui pela minha bebê e estou aqui pelo George. Quero que seja feita justiça por ele”, acrescentou a mãe. Ela defendeu a honra de George como um homem inocente, que não merecia ter sido tratada daquela forma pelos policiais. “Eu quero justiça porque ele era bom. Não importa o que todos pensam, ele era bom”, afirmou a mulher, visivelmente emocionada. “Ele ficou tão feliz quando ela [Gianna] nasceu. Ele dormiu durante boa parte do meu trabalho de parto, mas se levantou rapidamente quando a ouviu chorar. Eu ainda tenho a imagem na memória

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Escalada de tensão aumenta nos EUA no 5º dia de protestos após a morte de George Floyd por policial

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Após início pacífico, manifestantes incendiaram carros e entraram em choque com policiais em várias partes dos EUA. Governadores pedem reforço da Guarda Nacional, e prefeituras de diversas cidades, inclusive Los Angeles, impuseram toque de recolher.

Pelo 5º dia seguido, manifestantes voltaram a ocupar ruas de cidades em várias partes dos Estados Unidos em protestos contra o racismo após a morte do ex-segurança George Floyd durante uma abordagem policial em Minneapolis.

A escalada de tensão iniciada já na tarde de sábado (30) tomou proporções ainda maiores na madrugada deste domingo (31), quando os manifestantes desafiaram o toque de recolher imposto em pelo menos 7 cidades americanas, como Los Angeles e Minneapolis.

Na cidade onde Floyd foi sufocado por um policial e morreu, manifestantes atearam fogo em um prédio dos correios, e continuaram nas ruas, mesmo com a ordem do prefeito Jacob Frey para que voltassem para casa. A polícia fortemente armada reforçou a presença na cidade.

Por causa da violência, o presidente Donald Trump afirmou no Twitter que enviou militares para conter o vandalismo em Minneapolis, e criticou o prefeito democrata. “Se ela [Guarda Nacional] tivesse sido acionada há dois dias, não teria havido tantos estragos”.

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