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Política social de Caiado é destaque no “Estadão”

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Uma reportagem extensa do jornal “Estadão”, publicada no último domingo, 7, serviu para delimitar como age a nova direita no país. Nas entrelinhas, o personagem principal do texto, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), é tratado como potencial catalisador das políticas públicas de…adivinhe quem…Lula.

Isso mesmo. O texto é uma reportagem de fôlego que começa em Cavalcante, em Goiás, reduto de quilombolas completamente esquecidos pelos governos anteriores.

O texto sublinha o mesmo Ronaldo Caiado que dois dias antes deu longa entrevista para a Globonews, que o considerou “político-chave” no tabuleiro nacional.

Capa do jornal “Estadão” trata de política social criada por Ronaldo Caiado, em Goiás

Caiado é tratado como político conservador, mas sensível aos problemas humanos. O título da reportagem é: “Governos conservadores querem assumir bandeira social”. O texto cita outros democratas, mas faz questão de indicar que Caiado é hoje o maior nome deste movimento no país.

“No município de Cavalcante, em Goiás, população quilombola é o foco do recém-criado gabinete de Políticas Sociais do governo de Ronaldo Caiado (DEM). Ele integra um grupo de governantes de direita que estão dando prioridade a uma causa associada à esquerda e ao lulismo: a inclusão social”.

 

“Estadão” veio até Goiás para entender ação em Cavalcante: inclusão sem fanfarra

Citado na reportagem, o cientista político Leandro Consentino, professor do Insper, interpreta o contexto: “Com Lula, criou-se a narrativa de que a esquerda é a grande provedora de políticas sociais, o que não é necessariamente verdade”.

Segundo a reportagem do “Estadão”, Caiado é  teve uma iniciativa ousada:  “No recém-criado Gabinete de Políticas Sociais do governo estadual, técnicos pesquisam o que mais falta às famílias pobres de Goiás e planejam como melhorar a vida delas. O gabinete, que reúne cinco secretarias e a equipe da primeira-dama, foi umas das primeiras iniciativas de Ronaldo Caiado”.

 

Trechos da reportagem

“Não queremos criar mais bolsas ou um novo programa. Queremos resolver o problema das famílias mais carentes”, diz Caiado”.

 

“O almoço quase sempre é arroz, feijão e chuchu. Não há banheiro na casa. A energia elétrica ali ainda não chegou. Falta muito. Mas não sonhos. “É tanta coisa que a gente precisa”, diz João Paulo, que tenta fazer bicos em obras ou no roçado para encorpar a renda do casal, que vive dos R$ 212 que chegam do Bolsa Família”.

 

“A estratégia do governo foi examinar não só a renda das famílias goianas. Criou-se o “índice multidimensional de carência”, que leva em conta as condições da casa onde vivem, a escolaridade de pais e filhos e também o quanto ganham por mês. O gabinete de Caiado já sabe, por exemplo, que há no Estado 9.557 domicílios sem banheiro, 25.854 sem água canalizada, 13.678 sem revestimento no piso e 20.073 com crianças fora da escola. O plano agora é traçar a forma mais rápida de melhorar a vida dessas famílias nas dez cidades com os piores indicadores”.

 

“A metodologia para chegar ao “índice de pobreza multidimensional” é propagada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimen­to (Pnud). Por trás dele, há a ideia de que a transferência de renda não é suficiente para resgatar as famílias da pobreza, caracterizada por um conjunto de “privações”. São necessárias, assim, outras ações para que elas possam alcançar a mobilidade social. Nessa abordagem, a estratégia para aplicar políticas sociais deve atender a critérios técnicos. Onde a situação está pior é onde o Estado deve agir”.

 

 

 

 

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UPDATE COVID | Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

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Número de mortes no Brasil passa o da Itália e chega a 34.021; país agora é o 3º do mundo com mais óbitos

Nas últimas 24 horas, foram 1.473 registros – o maior balanço diário pela terceira vez consecutiva; com isso, o país fica atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos

O Brasil superou a Itália em número de mortos por complicações da Covid-19 nesta quinta-feira (4). Com mais um recorde diário de mortes, o país acumula 34.021 vidas perdidas durante a pandemia e está atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde.

Os principais dados do ministério são:

34.021 mortes, eram 32.548 na quarta (3)

Foram 1.473 registros de morte incluídos em 24 horas

614.941 casos confirmados, eram 584.016 na quarta

Foram incluídos 30.925 casos em 24 horas

325.957 pacientes estão em acompanhamento (53 %)

259.963 pacientes estão recuperados (41,5 %)

O balanço da quinta-feira, que foi divulgado por volta das 22 horas, registrou também 366 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.159 suspeitas que estão sob investigação.

O Brasil chegou a terceiro país com mais mortes no mundo 79 dias depois do registro da primeira vítima da Covid-19, em 17 de março.

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LUTO | Brasil tem recorde de mortes de Coronavírus em 24 horas com 1.349 óbitos registrados

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Brasil registra 1.349 mortes por coronavírus e bate novo recorde diário; total é de 32.548

Em apenas 24 horas, foram contabilizados mais 28.633 casos de Covid-19; país chega a 584.016 confirmações.

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (3) seu mais recente balanço com as atualizações de casos e mortes por complicações do coronavírus Sars-Cov-2 no Brasil. Os principais dados são:

32.548 mortes, eram 31.199 na terça (2)

Foram 1.349 registros de morte incluídos em 24 horas

584.016 casos confirmados, eram 555.383 na terça

Foram incluídos 28.633 casos em 24 horas

312.851 pacientes estão em acompanhamento (53,6%)

238.617 pacientes estão recuperados (40,9%)

O balanço da quarta-feira registrou também 408 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.115 suspeitas que estão sob investigação.

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