Conecte-se conosco

Estado

Prefeito de Inhumas renuncia para ocupar cargo no Senado Federal

Abelardo Vaz, que estava afastado da chefia do executivo municipal desde o fim do ano passado, apresentou pedido de afastamento definitivo do cargo de prefeito dizendo que vai trabalhar com o senador Vanderlan Cardoso

Publicado

em

Abelardo Vaz Filho (PP), prefeito de Inhumas, cidade a 42 quilômetros de Goiânia, renunciou hoje, 25, ao cargo de chefe do executivo municipal, anunciando que vai trabalhar ao lado de Vanderlan Cardoso, senador eleito por Goiás nas últimas eleições pelo PP. Vaz comunicou à Câmara Municipal da cidade em ofício enviado ao presidente da casa legislativa do município, Bruno de Paula Braz.

Abelardo estava afastado da Prefeitura desde o fim do ano passado, devido a problemas de saúde, e resolveu deixar definitivamente o cargo para, segundo ele, contribuir, a partir do novo cargo a ser ocupado no Senado Federal, com todos os 246 municípios do Estado.

“Tal missão foi a mim confiada para que possa, pelo conhecimento político que tenho nos mais diversos municípios do Estado, dar um caráter municipalista ao mandato do senador Vanderlan Cardoso, bem como, conhecendo muitas das demandas desses municípios, auxiliá-los na busca de melhorias e recursos à população do Estado”, informou.

Abelardo Vaz, 47 anos, foi eleito prefeito de Inhumas em 2016 com 56,58% dos votos válidos. Na carta de renúncia, o agora ex-prefeito da cidade lembra que conseguiu sanear as finanças do município, deixando o caixa da prefeitura com R$ 13 milhões positivos e mais R$ 6 milhões vinculados à saúde.

Com a renúncia do titular, assume, agora em caráter definitivo, o vice-prefeito Dr. João Antônio Ferreira.

 

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado

EXTRA | Comunicado da AHPACEG afirma que 17 hospitais de alta complexidade em Goiânia não possuem mais leitos disponíveis. Confira lista

Publicado

em

Por

COMUNICADO – AHPACEG

A Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), legítima representante em Goiânia dos hospitais abaixo relacionados, cumprindo a recomendação do Ministério Público do Estado de Goiás, informa à Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia e operadoras de planos de saúde na capital que:

*Hoje, 3 de julho de 2020, às 18 horas, os hospitais associados da Ahpaceg não dispõem de vagas em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para a internação de pacientes adultos com suspeita ou confirmação de Covid-19*.

Amanhã, voltaremos a informar a taxa de ocupação de nossos hospitais, mantendo a transparência que sempre pautou nosso trabalho e tem referenciado nossa atuação nesta pandemia.

AHPACEG

*Goiânia*

Hospital Amparo

Hospital Clínica do Esporte

Hospital do Coração de Goiás

Hospital do Coração Anis Rassi

Hospital da Criança

Hospital de Acidentados

Hospital Infantil de Campinas

Hospital Ortopédico de Goiânia

Hospital Premium

Hospital do Rim

Hospital Samaritano de Goiânia

Hospital Santa Bárbara

Hospital Santa Helena

Hospital São Francisco de Assis

Instituto de Neurologia de Goiânia

Instituto Ortopédico de Goiânia

Hemolabor

Continue Lendo

Estado

Professor da Fiocruz apoia isolamento intercalado em Goiás: “Medida é extremamente correta

Publicado

em

Por

Três professores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram nesta semana uma visita a Goiás, ocasião em que avaliaram todos os dados sobre a pandemia da Covid-19, bem como as estratégias adotadas pelo governo estadual para evitar colapso no sistema de saúde. Com a conclusão dos trabalhos, o professor, pesquisador e médico sanitarista Daniel Soranz disse aprovar 100% a estratégia de isolamento social intermitente adotada por força de decreto pelo governador Ronaldo Caiado. “É uma medida extremamente correta”, frisou.

Ao longo de dois dias, Daniel e as professoras Paula Travassos e Andara Moreira fizeram uma série de visitas, inclusive ao Hospital de Campanha (Hcamp) de Goiânia, estruturado pelo Governo de Goiás, e à Vigilância Epidemiológica. “Verificamos o andamento da coleta de dados, as estatísticas e chegamos à conclusão de que esses 14 dias de isolamento social serão muito importantes”, salientou.

O professor pesquisador informou que os estudos realizados pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e que têm norteado as ações no Estado, “são excelentes” e devem, sim, ser considerados por projetarem a realidade da pandemia. A partir do último estudo, o governador decretou uma quarentena intermitente, começando com 14 dias de regras mais rígidas quanto ao funcionamento do comércio, e depois 14 dias de flexibilização. A estratégia visa evitar o colapso no sistema de saúde. A projeção da UFG é que o método, associado a um rastreamento de contatos, possa salvar mais de 10 mil vidas até setembro.

Daniel acredita que a baixa taxa de mortalidade em Goiás, quando comparada a outros Estados, está diretamente relacionada às ações preventivas que Caiado já tomou até aqui. Uma delas, exemplificou, foi o isolamento social adotado tão logo foram registrados os primeiros casos locais de Covid-19, contribuindo com o achatamento da curva de contaminação. “Também destaco todo o investimento na saúde e assistência ao paciente”, reforçou.

O pesquisador da Fiocruz elogiou o empenho da equipe clínica que trabalha nos hospitais de campanha, e também a estruturação das unidades de saúde promovida pelo Governo de Goiás. “Vale ressaltar a importância disso: a maioria dos hospitais vai ficar de legado, ou seja, poderão ser utilizados pela população depois que a pandemia passar”, enfatizou. Considerando só as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Caiado já inaugurou mais de 100 leitos em cidades como Catalão, Luziânia, Trindade, Porangatu, Águas Lindas e Itumbiara.

Tal legado mencionado por Daniel é uma das marcas que Caiado tem trabalhado para deixar em Goiás. Antes mesmo da pandemia, o governador já estava promovendo a regionalização da saúde, levando estrutura permanente para atendimentos especializados a todas as regiões do Estado. A ideia é acabar com a chamada “ambulancioterapia”, quando o paciente era submetido a longas viagens em busca de tratamento nos hospitais de Goiânia.

A Fiocruz realiza esse apoio técnico e institucional em Goiás a pedido de Caiado, que tem buscado diálogo com comunidades científicas e médicas em busca das decisões mais assertivas para combater a pandemia. “Viemos para desenhar uma análise conjunta e propor alguma correção de rumo ou reestruturação, mas não foi nada disso que a gente viu. O Estado tomou todas as medidas no tempo correto”, observou Daniel. “A parceria vai continuar para análise dos dados”, completou.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Continue Lendo
WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com