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Programa de combate à fome da ONU ganha Nobel da Paz

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O Prêmio Nobel da Paz foi concedido, nesta sexta-feira (9), ao Programa Mundial de Alimentos (ou Programa Alimentar Mundial) da ONU – anunciou o Comitê Nobel norueguês, destacando que a necessidade de soluções multilaterais é “mais visível do que nunca”.

O PMA (ou PAM) foi recompensado por “seus esforços de luta contra a fome, por sua contribuição para a melhoria das condições de paz nas zonas atingidas por conflitos e por ter desempenhado um papel de liderança nos esforços, visando a impedir o uso da fome como arma de guerra”, declarou a presidente do Comitê Nobel, Berit Reiss-Andersen.

Este é o 12º Prêmio Nobel da Paz concedido a uma organização ou personalidade da ONU, ou que seja ligada às Nações Unidas.

O PMA foi fundado em 1961, tem sede em Roma e é financiado exclusivamente por doações voluntárias.

A agência diz que distribuiu 15.000 rações de alimentos no ano passado e ajudou 97 milhões de pessoas em 88 países.

Os números podem parecer altos, mas representam apenas uma fração muito pequena das necessidades do mundo.

O Programa se define como “a maior organização humanitária” em um mundo onde 690 milhões de pessoas, ou seja, uma em cada 11, sofreram de falta crônica de alimentos em 2019. Números que, sem dúvida, pioraram este ano com a pandemia dos novo coronavírus.

No total, 211 indivíduos e 107 organizações foram candidatos ao Prêmio Nobel da Paz em 2020.

O prêmio, que consiste em uma medalha de ouro, um diploma e dez milhões de coroas suecas (em torno de US$ 1,1 milhão) será entregue formalmente em 10 de dezembro, aniversário da morte de seu fundador, empresário e filantropo sueco Alfred Nobel (1833-1896), se as condições sanitárias permitirem.

No ano passado, o Nobel da Paz foi concedido ao primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, por seus esforços para se aproximar do ex-irmão inimigo Eritreia.

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Sancionado por Covas às vésperas da eleição, auxílio de R$ 100 não começou

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Nenhum trabalhador recebeu o auxílio emergencial paulistano de R$ 100 até agora, segundo a Prefeitura de São Paulo. Ainda há uma série de regras indefinidas, como a previsão de datas de pagamento, a forma como o dinheiro será depositado e quantas pessoas terão direito a ele

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SAÚDE NA PANDEMIA | Chás para desinchar e desintoxicar: teoria faz sentido, mas qual o limite recomendado?

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De uns tempos para cá, esse tipo de produto virou figurinha carimbada nas redes sociais de blogueiras, lojas de produtos naturais e até mesmo nos supermercados. E a promessa é tentadora: basta tomar a mistura de ervas para ficar com a silhueta mais fina. De acordo com especialistas, é preciso cautela antes de acreditar cegamente nas promessas da bebida. “Muitas plantas podem de fato ajudar a desinchar, pois têm ação diurética”, afirma a nutricionista e fitoterapeuta Vanderli Marchiori, fundadora da Associação Paulista de Fitoterapia. “Alguns fitoquímicos contam com propriedade anti-inflamatória, o que também ajuda nesse caso, já que normalmente o acúmulo de líquidos está relaciona um estado inflamatório em alguma parte do corpo”, acrescenta a nutricionista Lícia D´Ávila, que fez curso de iniciação em fitoterapia na USP (Universidade de São Paulo)..

Entretanto, a concentração dessas substâncias nas infusões não é muito grande e, por isso, não é possível esperar resultados muito intensos, principalmente se pessoa tiver quadros que levem a um inchaço mais acentuado, alterações hormonais ou no funcionamento dos rins, por exemplo.

Sem falar que o consumo desses chás em excesso pode desencadear problemas. “A produção de urina em grande quantidade pode provocar desidratação e perda de eletrólitos no organismo, como potássio e sódio, acarretando em alterações na contração muscular, tontura, sensação de fraqueza e até desmaio”, alerta a nutricionista Clarissa Hiwatashi Fujiwara, membro do Departamento de Nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e coordenadora de nutrição da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Além disso, quem tem tendência à pressão baixa deve ter um cuidado redobrado, pois a bebida pode causar a piora do quadro. “O mesmo vale para quem tem histórico de problemas cardíacos ou renais, pois a cafeína em abundância presente em alguns chás, como o verde e o mate, não é indicado nesses casos”, acrescenta D´Ávila. De acordo com Marchiori, o ideal é tomar no mínimo 300 mililitros e no máximo 1 litro por dia.

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