Conecte-se conosco

Agenda

Renomados chefs de Goiânia se reúnem para celebrar a alta gastronomia de Goiás

Publicado

em

Marco Soares, Ian Baiochhi, Edvânia Nogueira, Álvaro Gaspareto, Júnior Marinho, Henrique Pontes, Eder Pereira e Ludmylla Isaac são alguns dos chefs que estarão juntos para um noite especial, no dia 27 de novembro

Oito chefs. Cada um doando o melhor de sua gastronomia em uma noite memorável. Marco Soares, chef do Magna Restaurante, convidou e eles aceitaram o desafio de transformar o dia do aniversário do restaurante Magna em uma noite icônica, que irá enaltecer a alta gastronomia de Goiás. Ian Baiocchi (grupo Monino), Edvânia Nogueira (Porto Cav), Álvaro Gaspareto (La Parrilla), Júnior Marinho (Juá), Henrique Pontes (Meze), Eder Pereira (Alma Atelier) e Ludmylla Isaac (Acaso Bistrô), são as estrelas que abrilhantarão a noite com o melhor de suas receitas. O evento será realizado no dia 27 de novembro, às 19h, no Magna Restaurante.

Essa será somente a primeira reunião desses grandes chefs, que para contemplar a gastronomia goiana, farão encontros – ainda sem datas definidas, durante o ano 2020. Para o primeiro evento cada um servirá um tipo de snak como bolinho de bacalhau, crocante de acarajé, bolinho cremoso de pirarucu à casaca, tacos al pastor com tomate assado, salsa de avocado, tacos de camarões com manga, pimenta chili de arbol, bolinho de pirarucu defumado, pataniscas de bacalhau, morcilla con pimenta, pan con costela defumada. De sobremesa: kefir mais abóbora com chocoloate e gordita inflada.

Os chefs

Marco Soares

Para o chef Marco Soares, hoje chef do Magna Restaurante – em Goiânia, a harmonia está interligada entre sabores e ambiente, a escolha dos ingredientes é criteriosa; há preferências por alimentos orgânicos, mas sem fundamentalismo; preocupa-se que o conforto físico vá além das portas do restaurante; intenciona-se que a refeição permaneça sempre viva na memória de quem a saboreou. Ele é um amante da gastronomia, apaixonado por novos desafios, além de contemplar a alta culinária como forma de expressão.

Para o Magna, Marco trouxe sua ampla experiência como chef em diferentes regiões do mundo. Ele conduziu com maestria o berço da alta gastronomia: a culinária francesa, ao aperfeiçoar seus conhecimentos non Sofitel Luxury Hotels – Sofitel Champs Elysées, Hostellerie Du Chateau De La Chevre D’or e Hotel Plaza Athénnée.

Uma outra cultura que faz parte dos nobres conhecimentos de Marco, é a culinária lusitana, de quando em seus primeiros anos na Europa, pôde contemplar gostos e temperos oriundos de mouros, romanos e celtas, no Hotel K W e Funchal. A cozinha portuguesa é de uma grande diversidade por toda influência que recebeu ao longo dos anos, inclusive a brasileira.

Na República Dominicana, o Excellence del Carmen e o Hard Rock Hotel, foram dois dos locais em que o Chef do Magna pôde representar a culinária brasileira. Já no Brasil, a culinária goiana mostra um pouco dessa miscigenação que define a cozinha do Magna, partilhando todas as inspirações, emoções e inquietações de um chef que busca em sua essência, traduzir o melhor da gastronomia.

Edvânia Nogueira, a chef da gastronomia portuguesa

As panelas estiveram na vida de Edvânia Nogueira, primeiro da menina que brincava em volta da mãe, em volta do fogão à lenha, depois para cuidar da família e dos filhos. A pedagoga sempre gostou da cozinha, mas primeiro se dedicou à educação.

Na maturidade, se apaixonou pelo atual marido, um português, e acabaram por criar um projeto que é puro amor, o Porto Cave, e se tornou especialista em gastronomia portuguesa. Entre a ponte aérea Brasil e Portugal, já são 16 anos. As receitas originas da família de José Pedro são servidas com carinho por Edvânia, que é goiana de Divinópolis. No restaurante, eles combinam o sabor da gastronomia com os vinhos portugueses: tradição, fartura e aconchego.

Álvaro Gasparetto

Chef do Parrila restaurante, Álvaro Gasparetto trabalha de como cozinheiro há pouco mais de 10 anos. Veio da Suíça, onde fez sua pós graduação em Cozinha Europeia. Mudou-se para Goiânia em 2016, quando abriu seu próprio “E morei, para Goiânia em 2016. Tive meu próprio food truck de hambúrgueres que vendi para abrir meu primeiro restaurante, o Le cochon Bistrot. Hoje me associei ao Parrilla restaurante, uma das casa mais tradicionais de Goiânia”, destaca ele.

Ian Baiocchi

Com 29 anos, Ian Baiocchi tem passagem por importantes cozinhas — algumas com estrelas Michelin — no Brasil e no exterior, o jovem comanda um bufê e quatro restaurantes em Goiânia.

E Ian Baiocchi começou na gastronomia profissional com um estágio no D.O.M, restaurante do renomado Alex Atala. Foram três meses de intensa experiência até se mudar para o Eñe, casa de alta gastronomia espanhola — onde ficou por mais cinco meses. Foi aí que surgiu uma oportunidade de um estágio no Maní, da chef Helena Rizzo — única mulher brasileira a ter uma estrela Michelin no currículo. Por lá, ficou dois anos e meio e, por indicação da própria Helena Rizzo, conseguiu estágio em dois dos melhores restaurantes do mundo: o El Celler de Can Roca e o Mugaritz, ambos na Espanha, país onde passou todo o ano de 2011.

Passado o ano, o rapaz voltou a São Paulo e uma proposta o fez retornar à cidade natal: comandar a cozinha do Palácio das Esmeraldas, sede oficial do governo de Goiás. Depois de 10 meses no novo emprego, Ian abriu um pequeno bufê, o Monino, para atender a festas de até 60 pessoas em paralelo ao Palácio.

E assim foi por três anos, quando Ian percebeu que estava na hora de abrir um restaurante, o Íz surgiu, em 2015. Em um misto de cozinha regional e contemporânea internacional, Ian criou um cardápio extremamento autoral e criativo, como sempre quis. O sucesso foi imediato e abalizador para a criação, em 2017, do segundo empreendimento de Ian: o 1929 Trattoria Moderna, que remete às origens italianas do chef. Os pratos são essencialmente italianos, tradicionais, mas fugindo do convencional.

Em maio do ano passado, veio o terceiro empreendimento do chef. Apesar de ter um toque francês, o Grá Bistrô privilegia os ingredientes tipicamente brasileiros. Em 2018 inaugurou mais uma casa: o Chez Monino. Mais intimista e informal, ele explica que chez significa “na casa de” — justamente a proposta que ele quer passar: como se os clientes estivessem na casa do chef, comendo a comida que ele prepara.

Júnior Marinho

Júnior Marinho, diz que sua paixão pela cozinha existe desde que era criança. “Minha família é enorme e sempre se reunia para almoços aos domingos, eram verdadeiros banquetes”. Com avó cearence e avô acreano, a mesa era diversificada: vatapá, galinha a cabidela, caruru, tacacá, charuto, baião de dois, isso tudo em um único domingo, conta ele.

A cozinha como profissão demorou um pouco para acontecer, depois de tentar duas outras faculdades, decidiu cursar gastronomia, onde ainda no comecinho conheceu seu futuro chef e mentor Ian Baiocchi, com quem pode aprender tudo sobre como ser profissional, cozinha de produto, cozinha molecular e comportamento e organização dentro de um restaurante. Durante os quase cinco anos que ficou com o chef, trabalhou no Ian Baiocchi buffet e Catering, Íz restaurante e no comecinho do 1929 Tratoria moderna, teve também a oportunidade e estagiar no restaurante Maní em São Paulo e também no restaurante Lasai, no Rio de Janeiro.

Após esse tempo de experiências e muitas conversas com seus amigos e futuros sócios, veio a ideia de abrir seu espaço: o Juá Restaurante, onde ele trabalha em uma cozinha autoral, e traduz em seus pratos sua grande paixão: a comida brasileira.

Ludmylla Isaac e Renata Lima

Comida boa e histórias pra contar! Um lugar despretensioso, onde todo mundo é bem quisto! E foi assim, há quase dois anos, de repente, que surgiu um novo negócio. “A gente cozinhava, tomava café e batia papo quase todos os dias, e por ACASO, virou Bistrô!” Elas são duas amigas de muitas histórias: Uma, cozinheira de família árabe. Ludmylla Isaac, cresceu no meio dos tachos de doces e das panelas gigantes onde os carneiros eram preparados. Uma menina que já cozinhava com os pais, cresceu e cozinhou paras os amigos e depois para às filhas. Até que se rendeu a sua paixão e decidiu dedicar-se profissionalmente as panelas. A outra, goiana de coração mineiro. Renata Lima cresceu comendo pão de queijo, biscoito frito e claro que não podia faltar aquele cafezinho. O gosto pela bebida e a curiosidade por seus tantos sabores e mais variadas formas de preparo, a levou a um “caminho sem volta, os “cafés especiais!” Se profissionalizando como barista.

Duas amigas, muitas histórias e lembranças e uma vontade em comum, comer do bom, quem em suas casas. E é com essas histórias que no coração gastronômico do Marista, elas inauguraram o Acaso Bistrô.

Sobremesa

Natália Bonanato de Avelar

Natural de Belo Horizonte, desde 12 anos, cozinhar foi sempre a paixão da chef Daiane. Começou a cozinhar com sua mãe, fazendo cursinho de culinária, onde era a mascote da turma. E então o que era um hobby, tornou-se sua profissão.

Em Belo Horizonte trabalhou em alguns restaurantes renomados como, Taste-Vin, restaurante de cozinha clássica francesa, que existe há 30 anos na capital mineira e sempre premiado. Trabalhou também no Est!Est!!Est!!! onde aprendeu muito sobre a culinária e a cultura italiana. Neste último, conheceu o Eder e desde então, não se separaram mais. Em 2016, veio para Goiânia para fazer um estágio de dois meses no Iz, restaurante do Chef Ian Baiocchi. E o que era para ser só dois meses virou oito. Hoje já são quatro anos morando em Goiânia. Em 2017, a então auxiliar de cozinha deixa o Iz para trabalhar no Viela junto com o seu companheiro e Chef, Ed. Um ano depois, ela tem a oportunidade de trabalhar novamente com o Chef Ian Baiocchi, mas desta vez no Grá.

Em 2018, após o final da CASA COR, os Chef Natália Bonanato e Eder decidiram abrir o ALMA ATELIER GASTRONÔMICO. Diferente dos demais restaurantes o Alma só funciona com reservas.

Daiane Mendes Borges

Daiane, é mãe, esposa e confeiteira profissional. Se formou em administração de empresas, mas sempre gostou de cozinhar. Foi então que fez o curso de gastronomia pela Anhembi Morumbi em SP. Trabalhou em alguns restaurantes em Goiânia, e posteriormente em eventos privados. Fundou a Sucre D’or confeitaria e tinha como principal produto o Macaron. Foi também confeiteira chef no Le Cochon Bistrot.

Um ano do Magna Restaurante

Local: R. 147, n.576 – Marista, Goiânia – GO

Data: 27 de novembro (quarta-feira)

Horário: a partir das 19h

Telefone de contato: (62) 3998-0707

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agenda

Software da Casa Branca dos EUA projeta mais de 125 mil mortes no Brasil até agosto

Publicado

em

Por

Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar números sobre o novo coronavírus atualizou com piora o cenário no Brasil e agora projeta mais de 125 mil mortes no país até agosto.

No meio de maio, quando o IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, divulgou pela primeira vez dados sobre o Brasil, a previsão era de que 88.305 pessoas morressem por Covid-19 até 4 de agosto no país.

O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro variava de 30.302 a 193.786. Agora, esse intervalo está entre 68.311 e 221.078 mortes até 4 de agosto, indicando que a curva continua subindo até lá.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 13 de julho, com 1.526 óbitos em 24 horas. Antes, o pico era em 1 de julho, com 1.024 mortes em apenas um dia.

A partir de agosto, então, a curva de mortes diárias começa a descer, mas ainda na faixa de quase 1,4 mil a cada 24 horas naquele mês.

Com mais de 370 mil casos confirmados, o Brasil escalou para o segundo lugar em diagnósticos no mundo, atrás somente dos EUA, que tem mais de 1,6 milhão.

São mais de 23 mil mortes hoje no território brasileiro. Caso as projeções do IHME se confirmem, o Brasil terá taxa de mortalidade de 63,85 mortes por 100 mil habitantes, atrás apenas de países da Europa que já foram o epicentro da pandemia, como Itália e Espanha.

O cenário é pior que o dos EUA, onde são projetadas 43,71 mortes por 100 mil habitantes.

O instituto fez levantamentos em estados brasileiros como Rio, Bahia, Amazonas, Pernambuco, e também registrou pioras em grande parte das regiões desde o meio do mês. Em São Paulo, por sua vez, as projeções melhoraram e foram de 36 mil para 32 mil mortes esperadas até agosto.

O modelo utilizado pela Casa Branca ganhou notoriedade em 31 de março, quando o presidente Donald Trump fez seu primeiro discurso sombrio e visto como realista durante a pandemia que, inicialmente, ele minimizava. Na ocasião, Trump disse que estavam previstas de 100 mil a 240 mil mortes nos EUA até agosto, mesmo com a adoção das medidas de distanciamento social.

Esses números já foram revisados para baixo e para cima algumas vezes, a depender da flexibilização da curva de transmissão –e do relaxamento das regras de distanciamento social em diversos estados americanos.

Caso o isolamento não fosse cumprido, disse o presidente americano à época, esse número poderia chegar a 2,2 milhões de vítimas.

Naquele momento, os EUA registravam 3.700 mortes, hoje já são mais de 98 mil e 1,6 milhão de casos confirmados.

O presidente Jair Bolsonaro tem sido foco de preocupação entre líderes políticos e especialistas em todo mundo por insistir em minimizar a pandemia e ser contrário às regras de distanciamento social.

Aliado do brasileiro, Trump suspendeu a entrada de estrangeiros que passaram pelo Brasil nos últimos 14 dias, devido à piora do quadro brasileiro. A medida começa a valer nesta quarta-feira (27) e só será encerrada com ordem do presidente americano.

Com a adoção de regras de distanciamento social por 95% dos americanos desde março, os números do IHME acabaram revistados para baixo, e o instituto chegou a falar em 60 mil mortes até agosto.

O aparente otimismo fez Trump passar a defender a reabertura econômica do país, preocupado com o impacto negativo que a pandemia pode ter na sua campanha à reeleição –mais de 30 milhões de americanos já pediram acesso ao seguro-desemprego.

Desde o fim de abril, mais de 40 estados americanos já começaram a retomar atividades parcialmente, porém, ainda sem o índice de testagem considerado ideal para uma reabertura segura ou mesmo sem a queda sustentada na curva de casos.

Especialistas avaliam que pode haver uma segunda onda de contágio nos EUA a partir do segundo semestre.

Continue Lendo

Agenda

JUSTICEIRAS | Conheça o grupo de mulheres que combatem a violência doméstica durante a pandemia

Publicado

em

Por

Justiceiras

Como adiantei para vocês na última coluna, ( Revista Cláudia) plataforma Justiça de Saia uniu esforços com as organizações Bem Querer Mulher e o Instituto Nelson Wilians para criar o projeto Justiceiras. É uma maneira de estarmos ao lado das mulheres neste momento, pois os casos de violência doméstica cresceram no confinamento. Formamos uma rede de mais de 800 voluntárias das áreas de direito, assistência social e psicologia para informar e, antes mais nada, apoiar, fortalecer e encorajar as vítimas. Quem precisar de ajuda pode entrar em contato pelo WhatsApp

(11 99639-1212). Estamos prontas para ouvir você!

O que elas sofrem

Nas duas primeiras semanas do projeto, em abril, percebemos alguns padrões durante os atendimentos realizados: 49% das mulheres buscavam ajuda pela primeira vez, proporção bastante relevante, pois notamos quantas vinham sofrendo caladas. A maioria relatou ser vítima de violência psicológica, e quatro em cada dez sofreram violência física. Os agressores eram, sobretudo, companheiros ou ex. Ouvimos diversas queixas de aumento da tentativa de controle dos homens sobre a comunicação por internet e telefone delas. Notamos também muitos casos de uso abusivo de álcool e drogas. As mulheres que nos procuraram eram de 16 estados mais Distrito Federal.

Denuncie de casa 

De acordo com dados do Núcleo de Gênero e do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), organizados pela promotora Valéria Scarance, minha colega, no mês de março, quando começaram as medidas de isolamento social em São Paulo, houve um aumento de 29% no número de medidas cautelares expedidas e de 51% no de prisões em flagrante por violência doméstica. Para barrar a escalada nesse período, diferentes estados têm feito mudanças para que as vítimas possam denunciar sem sair de casa. No Distrito Federal, Espírito Santo, Piauí, Rio de Janeiro e em São Paulo, é possível registrar boletim de ocorrência online e até anexar fotos de lesões se houver.

Carta a elas

Outra medida de mulheres do Judiciário nestes tempos de quarentena é o projeto Carta de Mulheres, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, destinado a todos os municípios. Por meio do site, sob sigilo, tanto a vítima quanto testemunhas podem pedir orientações sobre como proceder após violência. As dúvidas são respondidas por especialistas da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário (Comesp), levando em consideração a situação da vítima e o tipo de agressão. Assim, são indicados os melhores meios de buscar ajuda (incluindo instituições públicas e redes assistenciais não governamentais) ou de registrar denúncia formal. Também são esclarecidos os possíveis desdobramentos em casos de denúncia e os tipos de medida protetiva existentes.

Agora é lei

Foi sancionada no último mês uma alteração na Lei Maria da Penha que tem potencial para contribuir muito com o combate à violência doméstica. Trata-se da obrigatoriedade de o agressor fazer acompanhamento psicossocial e frequentar programas de recuperação e reeducação. É um jeito de minar a reincidência. O filósofo Sérgio Barbosa acredita nesse caminho há muito tempo – ele toca projetos de desconstrução de estereótipos cruéis de masculinidade desde a década de 1990. “A educação é muito mais poderosa do que a detenção em um lugar onde os homens podem piorar. É necessário incluí-los não como algozes, mas como responsáveis pela situação e protagonistas de suas transformações”, diz ele. Atualmente, Sérgio coordena grupos reflexivos com homens condenados por violência doméstica no programa Tempo de Despertar, que começou no Ministério Público de São Paulo.

Em tempos de isolamento, não se cobre tanto a ser produtiva

Continue Lendo