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Suprema Corte aprova verba para construção do muro de fronteira de Trump

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Presidente chamou a decisão, anunciada nesta sexta-feira (26), de ‘grande vitória

Bandeiras americanas em um muro privado na fronteira entre Estados Unidos e México em Ciudad Juárez. —

A Suprema Corte dos EUA permitiu, nesta sexta-feira (26), que o governo Trump gaste US$ 2,5 milhões (R$ 9,4 milhões) na construção de um muro na fronteira com o México, informou a agência de notícias Reuters. A verba havia sido aprovada pelo Congresso americano para o Pentágono.

O tribunal, de maioria conservadora, derrubou a decisão de um juiz federal na Califórnia que impedia Trump de gastar o dinheiro. A justificativa do impedimento era de que o Congresso americano não havia autorizado, especificamente, que a verba fosse gasta no muro.

“Uau! Grande vitória no muro. A Suprema Corte derruba a liminar de uma corte inferior, permite que o muro da fronteira sul prossiga. Grande vitória para a segurança das fronteiras e o Estado de Direito!”, escreveu Trump, no Twitter, alguns minutos após o anúncio da decisão.

Uma breve explicação da decisão do tribunal disse que o governo “fez uma demonstração suficiente” de que os grupos que contestaram a decisão não tinham motivos para entrar com uma ação judicial.

Trump havia recorrido da decisão de bloquear o uso da verba em junho.

Impasse
O presidente alega que a construção do muro ao longo da fronteira entre os EUA e o México é necessária para impedir a entrada de imigrantes ilegais e de drogas.

Em fevereiro, o Congresso havia aprovado US$ 1,375 bilhão para a construção do muro – longe dos US$ 5,7 bilhões exigidos por Trump. O impasse levou a uma paralisação de 35 dias do governo federal americano.

O governo, então, declarou emergência nacional para redirecionar cerca de US$ 6,7 bilhões (R$ 25,3 biilhões) em fundos que o Congresso havia destinado a outros propósitos para a construção do muro. Essa verba incluía os US$ 2,5 bilhões da decisão desta sexta (26), diz a Reuters.

Somada ao US$ 1,375 bilhão destinados pelo Congresso, a verba redirecionda, de US$ 6,7 bilhões, serviria para a construção de aproximadamente 376 quilômetros de muro, diz a Deutsche Welle.

O uso dos US$ 6,7 bilhões também foi suspenso, em maio, por decisão de um tribunal federal.

DONALD TRUMP

ESTADOS UNIDOS

MÉXICO
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Duelo histórico entre as Coréias do Norte contra o Sul no futebol sela novo momento diplomático. Veja como foi o jogo

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Terminou empatado em 0 a 0 o primeiro jogo oficial entre as vizinhas Coreia do Norte e Coreia do Sul, válido pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

O duelo histórico aconteceu em Pyongyang, capital norte-coreana. Além do fator histórico – os países estão oficialmente em guerra há quase 70 anos, a partida também ficou marcada por um aspecto “diferente”.

O regime da Coreia do Norte impediu a presença de público, transmissão de TV e até mesmo fotógrafos no estádio Kim II-sung.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi o único a receber autorização para acompanhar o confronto.
A promessa norte-coreana é de enviar um DVD para o país vizinho com imagens do jogo. Os dois países já se enfrentaram em Pyongyang no início dos anos 90 em um amistoso

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Aos 97 anos, John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar o Nobel

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Americano ganhou o Nobel de Química pelo desenvolveu baterias de íons de lítio. Professor da Universidade do Texas, cientista vai quase todos os dias ao laboratório.

O americano John B. Goodenough, de 97 anos, passou a ser a pessoa mais velha a ganhar um prêmio Nobel. Ele ganhou nesta quarta-feira (9) o Nobel de Química ao lado do britânico M. Stanley Whittingham e do japonês Akira Yoshino.

Goodenough nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em Engenharia na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Nobel de Química vai para trio que desenvolveu baterias de íons de lítio

Olof Ramström, membro do comitê do Nobel e professor de Química na Universidade de Massachusetts em Lowell, nos Estados Unidos, afirmou que Goodenough é um “cientista fantástico”.

“Ele trabalha nessa área há muitos, muitos anos, e nunca se aposentou. Então ainda está trabalhando até essa idade. Ainda vai ao laboratório quase todos os dias, até onde eu sei. E ainda está dando contribuições à comunidade no que diz respeito à ciência e ao desenvolvimento de baterias”, declarou.

Nobel de Química 2019

John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 2019 pelo desenvolvimento de baterias de íon de lítio

Descoberta no início da década de 70, as baterias são usadas em celulares, notebooks e carros elétricos. Veja o perfil dos outros vencedores:

  • M. Stanley Whittingham, de 77 anos, é professor na Universidade Binghamton, parte da Universidade Estadual de Nova York, também nos Estados Unidos.
  • Akira Yoshino, de 71 anos, é professor na Universidade Meijo, em Nagoya, no Japão, e Membro Honorário da corporação Asahi Kasei, em Tóquio.
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