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Trump apresenta nesta terça (28) Plano de Paz entre Israel e Palestina

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Um palestino usa uma escada para pular um muro israelense perto de Ramallah, Cisjordânia, e tentar chegar às primeiras orações de sexta-feira no mês sagrado islâmico do Ramadã na mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém — Foto: Mohamad Torokman/Reuters

Trump apresentará novo plano de paz para o Oriente Médio; veja outras tentativas dos EUA
Norte-americano receberá Benjamin Netanyahu, premiê de Israel. Outros presidentes dos EUA tentaram mediar conflito entre Israel e Palestina, mas encontraram entraves durante ou depois das negociações.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve anunciar nesta terça-feira (27) um plano de paz para o Oriente Médio — mais especificamente, para o conflito entre Israel e Palestina.

A Casa Branca não divulgou detalhes da proposta, mas há a expectativa de que o governo israelense apoie a medida — até porque o país passará por eleições em março e o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, é aliado de Trump e inclusive visitará a Casa Branca nesta terça. Do outro lado, a Autoridade Palestina sinalizou que não aceitará os termos do plano.

Parte da expectativa em torno do plano de Trump se deve à recente decisão dos Estados Unidos em deixar de considerar os assentamentos israelenses na Cisjordânia uma violação ao direito internacional — uma reversão da política adotada em 1978, no governo de Jimmy Carter.

Além disso, não será a primeira vez que os Estados Unidos encabeçam planos para pôr fim ao conflito entre Israel e Palestina: outros presidentes norte-americanos tentaram chegar a um acordo entre os dois lados ou, ao menos, apaziguar os ânimos. Alguns obtiveram mais sucesso; outros, menos.

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Listamos 40 países ou territórios que não foram atingidos pela pandemia Coronavírus. Fique por dentro e saiba mais

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O que o arquipélago deTuvalu, no Pacífico, e a antiga república soviética do Turcomenistão têm em comum? Ambas fazem parte de uma lista de nações e territórios que não declararam um único caso de coronavírus até 1º de abril.

Os últimos números oficiais compilados pela Universidade Johns Hopkins, dos EUA, mostram que a covid-19, doença causa pelo coronavírus, foi detectada em pelo menos 180 países e territórios, com o número global de infecções ultrapassando 956 mil.

Houve mais de 48 mil mortes, enquanto mais de 178 mil pessoas já se recuperaram.

Mas cerca de 40 locais em todo o mundo não registraram nenhuma infecção — pelo menos oficialmente.

Qual poderia ser a explicação para a ausência de casos confirmados nessas regiões?

A maioria dos casos é como o de Tuvalu: ilhas remotas com populações pequenas e sem um enorme fluxo de pessoas. Algumas delas: Samoa (Oceania), Micronésia (no Pacífico Ocidental), Santa Helena (Atlântico Sul), ilhas Mashall (Oceania).

egimes fechados

Em alguns lugares, a situação é um pouco mais complicada.

O Turcomenistão, um dos regimes mais repressivos do mundo, proibiu a palavra “coronavírus”.

Da mesma forma, há suspeitas sobre as informações oficiais que vêm da Coreia do Norte

O país está cercado por alguns dos países mais afetados, incluindo a China, onde a pandemia começou.

Mas o regime de Pyongyang ainda não declarou uma única incidência de Covid-19.

Guerra civil

Há temores de que um surto possa facilmente sobrecarregar o sistema de saúde norte-coreano, que foi severamente prejudicado por sanções internacionais por causa de seu programa de armas nucleares.

O Iêmen é outro caso.

A nação do Oriente Médio está em guerra, o que faz dos testes e registro de casos uma tarefa desafiadora.

A vizinha Arábia Saudita, em guerra contra os rebeldes houthis no Iêmen, anunciou no dia 31 de março que seu número de casos de coronavírus havia atingido 1.563.

E por fim, a Antártida. É o único continente livre de coronavírus.

Além de seu isolamento geográfico do resto do mundo, a Antártida também é um lugar muito pouco povoado, com presença humana restrita a estações de pesquisa internacionais.

Nações e territórios que ainda não têm ou divulgaram casos confirmados de coronavírus

Samoa Americana, Macau, Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, Antártida, Malauí, Sudão do Sul, Países Baixos Caribenhos, Ilhas Marshall, Ilhas Spratly, Ilha Bouvet, Micronésia, Svalbard e Jan Mayen, Território Britânico do Oceano Índico, Nauru, Tadjiquistão, Ilha Christmas, Ilhas Cocos (Keeling), Ilha Norfolk, Tonga, Comores, Coreia do Norte, Turcomenistão, Ilhas Cook, Palau, Tuvalu, Ilhas Malvinas, Ilhas Pitcairn, Santa Helena, Vanuatu, Ilha Heard e Ilhas McDonald, Saint-Pierre e Miquelon, Wallis e Futuna, Kiribati, Samoa, Lesoto, Ilhas Salomão, Iêmen.

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EXTRA | Pandemia chega a 1 milhão de infectados com Coronavírus no mundo. Veja situação de Países

Os dados também mostram que 208 mil pessoas no mundo se recuperaram da doença, pouco mais de 20% do total.

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A pandemia global causada pelo novo coronavírus chegou nesta quinta-feira (2) ao patamar de 1 milhão de casos confirmados em todo mundo, com mais de 51 mil mortes nos mais de 170 países em territórios já atingidos pela doença.

É o que indica a última atualização do banco de dados da universidade Johns Hopkins, nos EUA, que faz a totalização dos casos e mortes mais cedo que a OMS e outros órgãos governamentais. Cinco países — EUA, Itália, Espanha, Alemanha e China — concentram mais de 60% dos contaminados.

Países com mais casos

Os EUA seguem como principal epicentro da covid-19 no mundo, com mais de 236mil casos, ou seja, 1 a cada 5 resultados positivos ocorreram no país. A mortalidade no país segue relativamente baixa, com 5,6 mil mortes.

A Itália, que tem 115 mil casos confirmados, o segundo maior número no mundo, segue com o maior número de óbitos: 14 mil, ou 27 % do total, o que significa que uma a cada quatro mortes por covid-19 aconteceram no país.

A Espanha está em segundo nesse quesito, com 10 mil mortos, e terceiro em número de casos, com mais de 110 mil.

Nos números desta quinta-feira, a Alemanha passou a China e agora tem o quarto maior número de casos do mundo, 85 mil. A mortalidade na Alemanha parece controlada, com pouco mais de mil óbitos.

Já a China, país onde a epidemia se originou, tem o quinto maior número de casos,  pouco mais de 82 mil. 

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