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VÍDEO | Leonardo e Eri Johnson com a dica Reveillon 2019: Camarote do Rapha. Com Bruno e Marrone e Eduardo Costa

Goiânia vai parar com melhor festa de Reveillon 2019: Camarote do Rapha no Passeio das Águas

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O agente artístico e empresário Raphael Eduardo comanda esse ano o Camarote do Rapha. O espaço estará presente no réveillon Cabare Moulin Rouge, que acontece no Passeio das Água, com shows de Leonardo, Eduardo Costa e Bruno e Marrone, na virada do ano.

Empresário Raphael Eduardo/ Arquivo Pessoal

@rapha_eduardo
@palavracomunicacao
@camaraales

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Software da Casa Branca dos EUA projeta mais de 125 mil mortes no Brasil até agosto

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Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar números sobre o novo coronavírus atualizou com piora o cenário no Brasil e agora projeta mais de 125 mil mortes no país até agosto.

No meio de maio, quando o IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, divulgou pela primeira vez dados sobre o Brasil, a previsão era de que 88.305 pessoas morressem por Covid-19 até 4 de agosto no país.

O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro variava de 30.302 a 193.786. Agora, esse intervalo está entre 68.311 e 221.078 mortes até 4 de agosto, indicando que a curva continua subindo até lá.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 13 de julho, com 1.526 óbitos em 24 horas. Antes, o pico era em 1 de julho, com 1.024 mortes em apenas um dia.

A partir de agosto, então, a curva de mortes diárias começa a descer, mas ainda na faixa de quase 1,4 mil a cada 24 horas naquele mês.

Com mais de 370 mil casos confirmados, o Brasil escalou para o segundo lugar em diagnósticos no mundo, atrás somente dos EUA, que tem mais de 1,6 milhão.

São mais de 23 mil mortes hoje no território brasileiro. Caso as projeções do IHME se confirmem, o Brasil terá taxa de mortalidade de 63,85 mortes por 100 mil habitantes, atrás apenas de países da Europa que já foram o epicentro da pandemia, como Itália e Espanha.

O cenário é pior que o dos EUA, onde são projetadas 43,71 mortes por 100 mil habitantes.

O instituto fez levantamentos em estados brasileiros como Rio, Bahia, Amazonas, Pernambuco, e também registrou pioras em grande parte das regiões desde o meio do mês. Em São Paulo, por sua vez, as projeções melhoraram e foram de 36 mil para 32 mil mortes esperadas até agosto.

O modelo utilizado pela Casa Branca ganhou notoriedade em 31 de março, quando o presidente Donald Trump fez seu primeiro discurso sombrio e visto como realista durante a pandemia que, inicialmente, ele minimizava. Na ocasião, Trump disse que estavam previstas de 100 mil a 240 mil mortes nos EUA até agosto, mesmo com a adoção das medidas de distanciamento social.

Esses números já foram revisados para baixo e para cima algumas vezes, a depender da flexibilização da curva de transmissão –e do relaxamento das regras de distanciamento social em diversos estados americanos.

Caso o isolamento não fosse cumprido, disse o presidente americano à época, esse número poderia chegar a 2,2 milhões de vítimas.

Naquele momento, os EUA registravam 3.700 mortes, hoje já são mais de 98 mil e 1,6 milhão de casos confirmados.

O presidente Jair Bolsonaro tem sido foco de preocupação entre líderes políticos e especialistas em todo mundo por insistir em minimizar a pandemia e ser contrário às regras de distanciamento social.

Aliado do brasileiro, Trump suspendeu a entrada de estrangeiros que passaram pelo Brasil nos últimos 14 dias, devido à piora do quadro brasileiro. A medida começa a valer nesta quarta-feira (27) e só será encerrada com ordem do presidente americano.

Com a adoção de regras de distanciamento social por 95% dos americanos desde março, os números do IHME acabaram revistados para baixo, e o instituto chegou a falar em 60 mil mortes até agosto.

O aparente otimismo fez Trump passar a defender a reabertura econômica do país, preocupado com o impacto negativo que a pandemia pode ter na sua campanha à reeleição –mais de 30 milhões de americanos já pediram acesso ao seguro-desemprego.

Desde o fim de abril, mais de 40 estados americanos já começaram a retomar atividades parcialmente, porém, ainda sem o índice de testagem considerado ideal para uma reabertura segura ou mesmo sem a queda sustentada na curva de casos.

Especialistas avaliam que pode haver uma segunda onda de contágio nos EUA a partir do segundo semestre.

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JUSTICEIRAS | Conheça o grupo de mulheres que combatem a violência doméstica durante a pandemia

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Justiceiras

Como adiantei para vocês na última coluna, ( Revista Cláudia) plataforma Justiça de Saia uniu esforços com as organizações Bem Querer Mulher e o Instituto Nelson Wilians para criar o projeto Justiceiras. É uma maneira de estarmos ao lado das mulheres neste momento, pois os casos de violência doméstica cresceram no confinamento. Formamos uma rede de mais de 800 voluntárias das áreas de direito, assistência social e psicologia para informar e, antes mais nada, apoiar, fortalecer e encorajar as vítimas. Quem precisar de ajuda pode entrar em contato pelo WhatsApp

(11 99639-1212). Estamos prontas para ouvir você!

O que elas sofrem

Nas duas primeiras semanas do projeto, em abril, percebemos alguns padrões durante os atendimentos realizados: 49% das mulheres buscavam ajuda pela primeira vez, proporção bastante relevante, pois notamos quantas vinham sofrendo caladas. A maioria relatou ser vítima de violência psicológica, e quatro em cada dez sofreram violência física. Os agressores eram, sobretudo, companheiros ou ex. Ouvimos diversas queixas de aumento da tentativa de controle dos homens sobre a comunicação por internet e telefone delas. Notamos também muitos casos de uso abusivo de álcool e drogas. As mulheres que nos procuraram eram de 16 estados mais Distrito Federal.

Denuncie de casa 

De acordo com dados do Núcleo de Gênero e do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), organizados pela promotora Valéria Scarance, minha colega, no mês de março, quando começaram as medidas de isolamento social em São Paulo, houve um aumento de 29% no número de medidas cautelares expedidas e de 51% no de prisões em flagrante por violência doméstica. Para barrar a escalada nesse período, diferentes estados têm feito mudanças para que as vítimas possam denunciar sem sair de casa. No Distrito Federal, Espírito Santo, Piauí, Rio de Janeiro e em São Paulo, é possível registrar boletim de ocorrência online e até anexar fotos de lesões se houver.

Carta a elas

Outra medida de mulheres do Judiciário nestes tempos de quarentena é o projeto Carta de Mulheres, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, destinado a todos os municípios. Por meio do site, sob sigilo, tanto a vítima quanto testemunhas podem pedir orientações sobre como proceder após violência. As dúvidas são respondidas por especialistas da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário (Comesp), levando em consideração a situação da vítima e o tipo de agressão. Assim, são indicados os melhores meios de buscar ajuda (incluindo instituições públicas e redes assistenciais não governamentais) ou de registrar denúncia formal. Também são esclarecidos os possíveis desdobramentos em casos de denúncia e os tipos de medida protetiva existentes.

Agora é lei

Foi sancionada no último mês uma alteração na Lei Maria da Penha que tem potencial para contribuir muito com o combate à violência doméstica. Trata-se da obrigatoriedade de o agressor fazer acompanhamento psicossocial e frequentar programas de recuperação e reeducação. É um jeito de minar a reincidência. O filósofo Sérgio Barbosa acredita nesse caminho há muito tempo – ele toca projetos de desconstrução de estereótipos cruéis de masculinidade desde a década de 1990. “A educação é muito mais poderosa do que a detenção em um lugar onde os homens podem piorar. É necessário incluí-los não como algozes, mas como responsáveis pela situação e protagonistas de suas transformações”, diz ele. Atualmente, Sérgio coordena grupos reflexivos com homens condenados por violência doméstica no programa Tempo de Despertar, que começou no Ministério Público de São Paulo.

Em tempos de isolamento, não se cobre tanto a ser produtiva

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