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VÍDEO | Veja a maior onda do mundo surfada por brasileira e reconhecida pelo Guinness

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O Big Waves Awards 2020, considerado o Oscar das ondas gigantes, confirmou: a brasileira e surfista profissional, Maya Gabeira, fez história no esporte e vai para o Guinness.

Maya foi premiada na categoria “Maior Onda do Big Arwards 2020”. Ela bateu o próprio recorde mundial feminino na semana passada ao pegar uma onda de 22,4 metros de altura, equivalente a um prédio de 7 andares. (vídeo abaixo)

Assim, a WSL – World Surf League – validou e a Maya Gabeira vai para o Guinness World Records com o título de Maior Onda Surfada – Sem Limites – Feminino.

Próprio recorde

O recorde anterior também era dela, quando surfou em uma onda de 20 metros em 2018, no mesmo local, em Nazaré, Portugal.

As divisões masculina e feminina são separadas no Big Wave Awards, mas a onda de Maya neste ano superou a do vencedor entre os homens – o havaiano Kai Lenny, com uma onda de 21 metros.

“Uma mulher surfou a maior onda do ano no geral.  Era algo que eu havia sonhado anos atrás, mas não como algo realista. Não houve representação para eu acreditar que era possível”, disse a campeã brasileira.

“Eu apenas pensei que era tão irreal, mas ver isso acontecer foi incrível. Esse é um esporte extremamente dominado pelos homens, então ter uma mulher capaz de representar isso é bastante raro”, comemorou Maya.

Veja
https://youtu.be/dw2rNZlnGTE

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Empresa desenvolve produtos eficientes no combate a vírus e bactérias

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Depois de três anos de pesquisas envolvendo parceiros nacionais e internacionais, a Nano Protect conseguiu, finalmente, desenvolver produtos saneantes e antissépticos que já se mostraram 99,99% eficientes na eliminação de vírus e bactérias, e que, neste momento de pandemia, são ideais para a sanitização de superfícies laváveis, como vidros, madeiras, metais, MDFs, plásticos e tecidos, por exemplo, em sua versão mais concentrada.

A garantia é do representante da Nano Protect, Dr Emerson Finholdt, que conta que a pesquisa nasceu após a constatação de que o setor de biossegurança estava carente de produtos que pudessem minimizar os efeitos de uma nova pandemia de influenza (vírus H1N1), há três anos, conforme alertaram autoridades mundiais de saúde. “Desde então, ingressamos no desenvolvimento de soluções para combate a vírus e bactérias, e após quase três anos de pesquisa podemos afirmar que obtivemos produtos que fazem a diferença”, afirma.

A pandemia de influenza não veio em 2017, mas em 2020 o mundo tem assistido, quase impotente, à pandemia de covid-19 tomar conta do planeta. É neste contexto que os produtos da Nano Protect aparecem como possíveis coadjuvantes em termos de sanitização. Recomendados especialmente neste momento para aplicação em ambientes profissionais, pessoais e de lazer, os produtos também podem ser utilizados no corpo, em forma de bochechos e para uso tópico – na pele. Estabelecimentos com grande fluxo de pessoas diariamente como clínicas, academias, hospitais, shoppings, cinemas, escritórios, lojas etc são ideais parta a aplicação dos produtos, que já foram devidamente testados por instituições de renome como o Laboratório de Virologia Aplicada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Segundo Finholdt, o grande trunfo dos produtos não é apenas sua eficácia contra os microrganismos – que chega a até 99,99% –, mas a durabilidade ou efeito biocida prolongado que eles desempenham em determinadas superfícies, que chega a até quatro horas. Isto significa maior proteção por muito mais tempo do que agentes saneantes e antissépticos convencionais. Sua garantia, inclusive, é comprovada ao ponto de a Nano Protect emitir um certificado de eficácia dos produtos para os clientes. “Assim, todos os que circulam nos ambientes que empregam o Nano Protect como medida de sanitização saberão que estão seguros e confortáveis”, atesta.

Doença laboral

Com a persistência do covid-19 na sociedade, o afrouxamento de certas regras de segurança sanitária e a gradual retomada das atividades socioeconômicas, muitas empresas retomaram sua rotina e nem todas têm seguido os protocolos de prevenção e combate ao vírus recomendado pelas autoridades de saúde. Por isso, o covid-19 está prestes a ser enquadrado como doença laboral pela Justiça do Trabalho. Isto significa que aquele empregado que se contaminar em seu ambiente de trabalho pode ser indenizado pelo empregador, e a empresa, multada. Essa possibilidade implica na necessidade de as empresas adotarem medidas rígidas de segurança para proteger seus funcionários e também a sua saúde financeira. É justamente aí onde entram as aplicações dos produtos desenvolvidos pela Nano Protect.

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ANSIEDADE E SOLIDÃO | Buscas sobre transtornos mentais atingem recorde no Google

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Nunca o brasileiro buscou tanto por termos relacionados a transtornos mentais quanto durante a pandemia do novo coronavírus. Dados inéditos fornecidos pelo Google ao Estadão apontam alta de 98% nas buscas sobre o tema em 2020, ante a média verificada nos dez anos anteriores. A pergunta “como lidar com a ansiedade”, por exemplo, bateu recorde de interesse da última década. Em relação a 2019, o crescimento foi de 33%.

Entre as três perguntas mais buscadas em 2020 com a expressão “como lidar”, duas estão relacionadas a ansiedade e depressão. Bateu recorde também o interesse dos brasileiros pelo questionamento do que é a felicidade. Em junho, a pergunta teve o maior volume de buscas dos últimos oito anos.

Para especialistas, o comportamento na internet reafirma o que estudos no Brasil e no exterior já observaram: medo, solidão e incertezas trazidas pela pandemia e o isolamento levam a um aumento da inicidência de transtornos mentais.

“O medo de contrair a doença ou de transmiti-la para familiares do grupo de risco gera ansiedade. A diminuição do contato presencial e dos vínculos, impactos econômicos, sobretudo para os que já tinham menos recursos, e a exposição excessiva a notícias sobre coronavírus aumentam o sofrimento mental”, diz Ives Cavalcante Passos, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Desde abril, ele coordena pesquisa sobre os impactos da pandemia na saúde mental da população brasileira. Mais de 8 mil pessoas estão sendo acompanhadas por questionários on-line. “Queremos testar algumas hipóteses, entre elas observar se esse período está associado ao aumento de ideação suicida e de uso de álcool e drogas, se o maior consumo de notícias sobre coronavírus aumentam o nível de ansiedade, entre outras questões”, diz Passos, também psiquiatra do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

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