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Vila Nova perde nos pênaltis e diz adeus a Copa do Brasil

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Foi nos pênaltis. Com emoção até o último minuto. Assim,  Vila Nova e Juventude decidiram a última vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil.  Na noite de quarta-feira (7), 0 a 0 no tempo normal, e tudo encaminhado para a disputa das penalidades em Goiânia.

Nas cobranças, deu Juventude, com gols de Genílson, Eltinho, João Paulo e Bruno Alves. Marcelo Carné defendeu a cobrança de Patrick e Danilo mandou na trave. Para o Ju, Dalberto desperdiçou. O time alviverde vai encarar o Grêmio na próxima fase.

Primeiro tempo sem gols

O Vila Nova-GO começou pressionando. Logo com seis minutos, os donos da casa já acumulavam duas chances de gol. Na primeira, aos cinco, cobrança de falta de Alan Mineiro e por detalhes Philipe Maia não marcou. No lance seguinte, Felipe Rodrigues escapou pela direita e cruzou rasteiro para Gustavo Mosquito. O camisa 7 deu de letra e acertou a trave de Marcelo Carné.

Depois disso, o time da casa passou a ter oportunidades de todas as formas. Na melhor delas, aos 11, Rafael Silva encobriu Marcelo Carné, mas Sidimar salvou quase em cima da linha.

Aos 27, a primeira investida do Ju com perigo. Denner arriscou de fora da área e a bola passou rente ao travessão rival. O Ju chegava e, aos 28, Moisés aparou rebote da defesa e por pouco não abriu o placar, em chute que a zaga tirou para escanteio.

Aos 38, a polêmica. João Paulo bateu escanteio e marcou um gol olímpico. O árbitro Vinicius Gonlçaves Dias Araujo, no entanto, invalidou o gol alegando que Paulo Sérgio atrapalhou o goleiro Rafael Santos.

O último lance do primeiro tempo teve outra grande chance do Ju. João Paulo cobrou falta bem próximo à meia-lua e mandou no ângulo, mas Rafael Santos fez grande defesa.

Segunda etapa também zerada

A primeira investida da segunda etapa foi do Vila Nova. Alan Mineiro, no primeiro minuto, mandou de longe e Marcelo Carné espalmou.

O Juventude chegou forte aos seis minutos. Vidal foi lançado por Denner, pela direita, cruzou rasteiro e Paulo Sérgio só não marcou porque chegou dividindo com a defesa e o goleiro rival na marca do pênalti.

Passado o ímpeto inicial dos visitantes, os donos da casa retomaram o controle do jogo, apoiados pelos mais de 20 mil torcedores presentes no Serra Dourada. O time goiano, no entanto, abusava dos cruzamentos e dos chutes de longa distância.

Os três minutos de acréscimos foram de sustos para os alviverdes. Aos 46 minutos, levantamento na área, Marcelo Carné não segurou, e Felipe Rodrigues Maia marca. O goleiro do Juventude, no entanto, sofreu falta e esta foi assinalada pela arbitragem.

Tudo ficaria para a disputa de pênaltis. Nas cobranças, Genílson, Eltinho, João Paulo e Bruno Alves converteram e Dalberto errou. Marcelo Carné defendeu a cobrança de Patrick e Danilo mandou na trave.

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Globo ataca Flamengo e inicia guerra jurídica

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A Globo entrou com um pedido de liminar na Justiça para impedir o Flamengo de transmitir ou autorizar a transmissão de jogos do Campeonato Carioca dos quais seja mandante. A ação faz parte da disputa entre o clube e a emissora sobre os direitos do Estadual. No processo, a Globo alega que a MP que altera os direitos de TV, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, foi feita de forma “irresponsável” para beneficiar o clube carioca. Em articulação feita pelo Flamengo, o governo federal editou uma medida que dá ao mandante os direitos de transmissão sobre os jogos, em vez de aos dois clubes como era previsto pela Lei Pelé. Com isso isso, o clube pretende transmitir o jogo com o Boavista..

A ação pede que o Flamengo seja multado em R$ 2 milhões caso transmita a partida marcada para a próxima quarta-feira (1). A emissora, no entanto, alega ter contrato com os outros clubes do Estadual sob as regras originais da Lei Pelé. Portanto, diz que uma transmissão do Flamengo estaria ferindo seus direitos. O pedido de liminar foi feito na 10a Vara Cível, e foi noticiado anteriormente pelo “Jornal O Dia”.

Em sua argumentação, a Globo afirma que a Medida Provisória foi editada de forma “irresponsável” pela presidência da República. Alega que a medida é inconstitucional por ser um desvio de função legislativa para beneficiar o Flamengo.

“Como se passa a demonstrar, a Medida Provisória editada é assustadoramente inconstitucional. Custa a crer que tenha sido editada de forma tão irresponsável. Note-se bem: a discussão sobre a melhor forma de alocar os direitos de transmissão de um evento esportivo é legítima e precisa ser feita. O que não se pode admitir em ordenamentos jurídicos sérios é que isso se dê numa canetada para beneficiar aliados, sem qualquer debate sobre o tema. E muito menos que a nova legislação possa afetar contratos e atos jurídicos perfeitos anteriormente celebrados”, diz um trecho da ação da Globo..

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Após organizar evento com aglomeração, número 1 do mundo Novak Djokovic testa positivo para Coronavirus

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